sexta-feira, 30 de outubro de 2009
sistema de informação gerencial
O SIG é um sistema integrado de apoio à tomada de decisões, proposto como uma ferramenta essencial para implementar a modernização da gestão da instituição (ver Plano de Desenvolvimento da UFPA). Este sistema integra e consolida os dados operacionais e históricos de todos os demais sistemas corporativos da UFPA, alimentando o processo de tomada de decisões na instituição com informações gerenciais e estratégicas. Além disso, o SIG integra também os dados de outros órgãos governamentais ligados à Universidade, tais como o CNPq (plataforma Lattes) e a CAPES (dados da pós-graduação). Como produto, o SIG gera um conjunto de relatórios e/ou gráficos de gestão, não apenas da UFPA como um todo, mas também de cada subunidade (centro, núcleo, departamento, curso).
SIT São Luís
SIT São Luís
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Um ônibus de São Luís.
O Sistema Integrado de Transporte conhecido como SIT ou SIT São Luís, é o sistema de transporte adotado pela cidade de São Luís, capital do Estado do Maranhão. Ele se baseia em cinco terminais integradas (Beira Mar, São Cristovão, Cohab-Cohatrac, Cohama-Vinhais e Distrito Industrial). A cidade tem uma frota de cerca de 1000 veículos, que operam em 150 linhas urbanas, semi-urbanas e metropolitanas (que saem de outros municípios da região Metropolitana) e que transporta cerca de 500 mil pessoas por dia. O sistema é administrado pela SMTT, Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte.
Índice[esconder]
1 Categorias de ônibus
2 Cores dos ônibus
3 Prestadoras de serviços
4 Galeria
5 Ver também
6 Referências
7 Link
//
[editar] Categorias de ônibus
Os ônibus são divididos em duas categorias:
Alimentadora: Só vai até o terminal e volta ao bairro, sem ir até centro da cidade.
Direta: Vai até o centro da cidade, passando pelos terminais.
[editar] Cores dos ônibus
Os ônibus de São Luís obedecem um sistema de identificação de cores por terminal:
Amarelo: Terminal São Cristovão
Azul: Terminal Distrito Industrial
Vermelho: Terminal Cohama-Vinhais
Bege: Terminal Praia Grande
Verde: Terminal Cohab-Cohatrac
Branco: Não Integrado
É importante mencionar que em São Luís todas linhas são circulares, ou seja, partem do bairro e seguem até o centro, voltando ao bairro sempre com o mesmo letreiro. Nos terminais, é comum ver ônibus de mesma linha porém com sentido diferente: ou sentido centro, ou sentido bairro. O turista precisa ficar atento ao sentido que pretende seguir.Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Um ônibus de São Luís.
O Sistema Integrado de Transporte conhecido como SIT ou SIT São Luís, é o sistema de transporte adotado pela cidade de São Luís, capital do Estado do Maranhão. Ele se baseia em cinco terminais integradas (Beira Mar, São Cristovão, Cohab-Cohatrac, Cohama-Vinhais e Distrito Industrial). A cidade tem uma frota de cerca de 1000 veículos, que operam em 150 linhas urbanas, semi-urbanas e metropolitanas (que saem de outros municípios da região Metropolitana) e que transporta cerca de 500 mil pessoas por dia. O sistema é administrado pela SMTT, Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte.
Índice[esconder]
1 Categorias de ônibus
2 Cores dos ônibus
3 Prestadoras de serviços
4 Galeria
5 Ver também
6 Referências
7 Link
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Os ônibus são divididos em duas categorias:
Alimentadora: Só vai até o terminal e volta ao bairro, sem ir até centro da cidade.
Direta: Vai até o centro da cidade, passando pelos terminais.
[editar] Cores dos ônibus
Os ônibus de São Luís obedecem um sistema de identificação de cores por terminal:
Amarelo: Terminal São Cristovão
Azul: Terminal Distrito Industrial
Vermelho: Terminal Cohama-Vinhais
Bege: Terminal Praia Grande
Verde: Terminal Cohab-Cohatrac
Branco: Não Integrado
É importante mencionar que em São Luís todas linhas são circulares, ou seja, partem do bairro e seguem até o centro, voltando ao bairro sempre com o mesmo letreiro. Nos terminais, é comum ver ônibus de mesma linha porém com sentido diferente: ou sentido centro, ou sentido bairro. O turista precisa ficar atento ao sentido que pretende seguir.
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Um ônibus de São Luís.
O Sistema Integrado de Transporte conhecido como SIT ou SIT São Luís, é o sistema de transporte adotado pela cidade de São Luís, capital do Estado do Maranhão. Ele se baseia em cinco terminais integradas (Beira Mar, São Cristovão, Cohab-Cohatrac, Cohama-Vinhais e Distrito Industrial). A cidade tem uma frota de cerca de 1000 veículos, que operam em 150 linhas urbanas, semi-urbanas e metropolitanas (que saem de outros municípios da região Metropolitana) e que transporta cerca de 500 mil pessoas por dia. O sistema é administrado pela SMTT, Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte.
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Os ônibus são divididos em duas categorias:
Alimentadora: Só vai até o terminal e volta ao bairro, sem ir até centro da cidade.
Direta: Vai até o centro da cidade, passando pelos terminais.
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Amarelo: Terminal São Cristovão
Azul: Terminal Distrito Industrial
Vermelho: Terminal Cohama-Vinhais
Bege: Terminal Praia Grande
Verde: Terminal Cohab-Cohatrac
Branco: Não Integrado
É importante mencionar que em São Luís todas linhas são circulares, ou seja, partem do bairro e seguem até o centro, voltando ao bairro sempre com o mesmo letreiro. Nos terminais, é comum ver ônibus de mesma linha porém com sentido diferente: ou sentido centro, ou sentido bairro. O turista precisa ficar atento ao sentido que pretende seguir.Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Um ônibus de São Luís.
O Sistema Integrado de Transporte conhecido como SIT ou SIT São Luís, é o sistema de transporte adotado pela cidade de São Luís, capital do Estado do Maranhão. Ele se baseia em cinco terminais integradas (Beira Mar, São Cristovão, Cohab-Cohatrac, Cohama-Vinhais e Distrito Industrial). A cidade tem uma frota de cerca de 1000 veículos, que operam em 150 linhas urbanas, semi-urbanas e metropolitanas (que saem de outros municípios da região Metropolitana) e que transporta cerca de 500 mil pessoas por dia. O sistema é administrado pela SMTT, Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte.
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1 Categorias de ônibus
2 Cores dos ônibus
3 Prestadoras de serviços
4 Galeria
5 Ver também
6 Referências
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Os ônibus são divididos em duas categorias:
Alimentadora: Só vai até o terminal e volta ao bairro, sem ir até centro da cidade.
Direta: Vai até o centro da cidade, passando pelos terminais.
[editar] Cores dos ônibus
Os ônibus de São Luís obedecem um sistema de identificação de cores por terminal:
Amarelo: Terminal São Cristovão
Azul: Terminal Distrito Industrial
Vermelho: Terminal Cohama-Vinhais
Bege: Terminal Praia Grande
Verde: Terminal Cohab-Cohatrac
Branco: Não Integrado
É importante mencionar que em São Luís todas linhas são circulares, ou seja, partem do bairro e seguem até o centro, voltando ao bairro sempre com o mesmo letreiro. Nos terminais, é comum ver ônibus de mesma linha porém com sentido diferente: ou sentido centro, ou sentido bairro. O turista precisa ficar atento ao sentido que pretende seguir.
tecnologia e empresas.

Não raro, pequenas e médias empresas (personificadas por seus donos e/ou administradores/gerentes) têm uma relação de medo e dúvidas com a TECNOLOGIA. Contudo, é preciso que pequenos e médios empresários aprendam que TI (Tecnologia de Informação) não é nenhum “bicho de sete cabeças”. Primeiro, é necessário explicar direito o que é “tecnologia da informação” e sua diferença com o conceito de “tecnologia”. A tecnologia é um conceito bastante amplo, que se aplica a diversos aspectos da vida moderna: o celular, hoje tão comum e utilizado, é uma tecnologia que há alguns anos foi considerada revolucionária; computadores, carros, aparelhos de TV e DVD são fruto da tecnologia e de sua evolução; a tecnologia se faz notar, ainda, em máquinas e muitos utilitários pesados, aplicados na indústria em geral; na agricultura, a tecnologia existe não apenas na forma de máquinas mas também na evolução de remédios, venenos e fertilizantes, que são desenvolvidos com o auxílio de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), aonde existe também larga utilização de tecnologias, das mais diversas; graças à tecnologia, ferramentas domésticas estão mais leves, potentes e versáteis, assim como eletrodomésticos (como o microondas ou máquinas de lavar) foram aperfeiçoados nos últimos anos. A tecnologia da informação, apesar de também ser um conceito amplo, restringe-se às maneiras de lidar com as informações – em quaisquer níveis e âmbitos. Neste sentido, cabe ressaltar que nos últimos anos (mais especialmente a partir de 1996) a quantidade de informações disponíveis a qualquer pessoa cresceu vertiginosamente – e um dos motivos foi o crescimento da Internet. Podemos dizer que através de intrincados conjuntos de hardware, software e telecomunicações, a tecnologia da informação viabiliza complexos processos de negócio; ao mesmo tempo, contribui para os negócios a partir de sofisticadas manipulações oferecendo diferentes visões destes negócios. Assim, a tecnologia da informação é um “tipo” de tecnologia, pensada especificamente para gerenciar os mais diversos tipos de informações – e, neste caso, gerenciar a informação significa disponibilizar as informações adequadas no momento certo para as pessoas que precisam dela.
Marcadores:
tecnologia e empresas Janiele Vital Noroes.
Sistema de informação Gerencial
O SIG é um sistema integrado de apoio à tomada de decisões, proposto como uma ferramenta essencial para implementar a modernização da gestão da instituição (ver Plano de Desenvolvimento da UFPA). Este sistema integra e consolida os dados operacionais e históricos de todos os demais sistemas corporativos da UFPA, alimentando o processo de tomada de decisões na instituição com informações gerenciais e estratégicas. Além disso, o SIG integra também os dados de outros órgãos governamentais ligados à Universidade, tais como o CNPq (plataforma Lattes) e a CAPES (dados da pós-graduação). Como produto, o SIG gera um conjunto de relatórios e/ou gráficos de gestão, não apenas da UFPA como um todo, mas também de cada subunidade (centro, núcleo, departamento, curso).
Marcadores:
mazé,
Sistema de informação Gerencial
Uso de tecnologia em empresas cresce no País
Apresentando dados sobre a penetração e uso da Internet em empresas, com números levantados em 2,3 mil companhias brasileiras de sete diferentes setores, incluindo construção, comércio e transporte.
Os computadores estão presentes em 95% das empresas avaliadas. Segundo a pesquisa, a informatização aumenta proporcionalmente ao porte da companhia. Entre as empresas informatizadas, 97% têm acesso à Internet.
O crescimento do uso de redes Wi-Fi e outros indicadores mostram uma evolução no uso das tecnologias mais sofisticadas. O uso de serviços de governo eletrônico e compras pela Internet acontecem na maioria das empresas de maior porte (97% e 78%, respectivamente).
A pesquisa também indica o aumento da demanda por profissonais especializados, na área de TI, ou que saibam usar o computador, para funções gerais.
A TIC Empresas foi realizada a pedido do CGI.br - Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por coordenar e integrar as iniciativas de serviços de Internet no País. Mais informações podem ser obtidas no site www.cgi.br.
Os computadores estão presentes em 95% das empresas avaliadas. Segundo a pesquisa, a informatização aumenta proporcionalmente ao porte da companhia. Entre as empresas informatizadas, 97% têm acesso à Internet.
O crescimento do uso de redes Wi-Fi e outros indicadores mostram uma evolução no uso das tecnologias mais sofisticadas. O uso de serviços de governo eletrônico e compras pela Internet acontecem na maioria das empresas de maior porte (97% e 78%, respectivamente).
A pesquisa também indica o aumento da demanda por profissonais especializados, na área de TI, ou que saibam usar o computador, para funções gerais.
A TIC Empresas foi realizada a pedido do CGI.br - Comitê Gestor da Internet no Brasil, responsável por coordenar e integrar as iniciativas de serviços de Internet no País. Mais informações podem ser obtidas no site www.cgi.br.
SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL
Todas as funções da administração – planejamento, organização, liderança, e controle são necessárias para o bom desempenho da organização. Para apoiar essas funções, especialmente o planejamento e o controle, são de destacada importância os sistemas que fornecem informações aos administradores. Esses sistemas de informações estão ligados ao sistema físico – operacional e surgem da necessidade de desenvolver as operações fundamentais da firma. Podemos dizer até que esses sistemas são criados automaticamente pelas necessidades de administração operacional. Como exemplo: podemos citar: Os sistemas de informações de controle de estoque, de banco de dados de estrutura de produtos de processo de produção, de planejamento e controle da produção.Etc...
Definindo o Sistema de Informação Gerencial Existem muitas definições do SIG, para nossos propósitos definimos como um método formal de tornar disponíveis para a administração, oportunamente, as informações precisas necessárias para facilitar o processo de tomada de decisão e para dar condições para que as funções de planejamento, controle e operacionais da organização sejam executadas eficazmente. O sistema fornece informações sobre o passado, o presente, e o futuro projetado sobre efeitos relevantes dentro e fora da organização.O uso da palavra "formal" em nossa definição não pretende negar a importância da rede informal de comunicações no mecanismo de controle da organização. De fato, muitas vezes os administradores detectam problemas antes que apareçam nos relatórios formais de controle, porque estão sintonizados nos boatos. A capacidade dos administradores de manter canais eficazes de comunicação informal, de perceber as implicações das informações que esses canais transmitem, e de avaliar, decidir e agir rapidamente sobre essas informações amplia enormemente a utilidade da SIG.
A Evolução do Sistema de Informação Gerencial As organizações sempre tiveram algum tipo de sistema de informação gerencial, mesmo que ele não tenha sido reconhecido como tal. No passado esses sistemas eram muito informais em sua montagem e utilização. Só com o advento dos computadores, com sua capacidade de processar e condensar quantidade de dados, o projeto do sistema de informação gerencial se tornou um processo formal e um campo de estudo. A tentativa de usar com eficácias os computadores levou a identificação e ao estudo dos sistemas de informação e ao planejamento, à implementação e à revisão de novos sistemas. PED: Quando computadores começam a ser introduzido nas organizações, foram usados principalmente para processar dados para algumas poucas funções da organização – usualmente contabilidade e faturamento. Devido às habilidades especializadas que eram requisito para operar os equipamentos caros, complexos e algumas vezes temperamentais, os computadores eram localizados em Departamentos de Processamento de Dados (PED) conhecido como Centro de Processamento de Dados (CPD). À medida que crescia a velocidade e a facilidade de processar dados, outras tarefas de processamento de dados e gerência de informações foram computadorizadas. Para lidar com essas novas tarefas, CPDs desenvolveram relatórios padronizados para o uso dos seus gerentes de operações. SAD: Um sistema de apoio às decisões (SAD) é um sistema de computação interativo que é facilmente acessível e operado por pessoas não especializadas em computadores, que podem usar o SAD para ajudá-las a planejar e a tomar decisões. (Muitos sistemas de informação criados por praticantes de ciência operacional são, na verdade, sistemas de apoio à decisão). O uso dos SAD tem crescido significativamente, à mediada que avanços recentes de hardware e software de computadores permitem que os administradores tenham acesso ‘‘on-line’’ ou ‘‘em tempo real’’ aos bancos de dados dos sistemas de informações baseados em computadores. O uso disseminado dos microcomputadores permitiu que os administradores criassem seus próprios bancos de dados e manipulassem eletronicamente informações de acordo com a necessidade, em vez de esperar relatórios dos SIG ainda serem necessários para monitorar as operações em andamento, os SAD permitem o uso menos estruturado dos bancos de dados à medida que surge a necessidade de decisões especiais. IA: Uma das áreas de crescimento mais rápido na tecnologia de informação nos EUA, a inteligência artificial, usa o computador para simular algumas características do processamento humano. Os sistemas especialistas usam técnicas de inteligência artificial para diagnosticar problemas, recomendar estratégicas para enviar ou resolver esses problemas e oferecer uma explicação lógica para as recomendações. De fato, o sistema especialista age como um ‘‘expert’’ humano na analise de situação não estruturadas.
A Importância do SIG para as Empresas Geralmente há dificuldade para avaliar, de forma quantitativa, qual o efeito benefício de um sistema de informações gerenciais, ou seja, a melhoria no processo decisório.Entretanto pode-se trabalhar com base numa lista de hipóteses sobre os impactos dos sistemas de informações gerenciais na empresa, o que propicia o executivo um entendimento, ainda que genérico, de sua importância.Neste sentido pode-se afirmar que os sistemas de informações gerenciais podem, sob determinadas condições, trazer os SIGuintes benefícios para as empresas:* redução dos custos das operações;* melhoria no acesso as informações, propiciando relatórios mais precisos e rápidos, com menor esforço;* melhoria de produtividade, tanto setorial quanto global;* melhoria nos serviços realizados e oferecidos;* melhoria na tomada de decisões, por meio de fornecimento de informações mais rápidas e precisas;* melhoria na estrutura organizacional, por facilitar o fluxo de informações;* melhoria na adaptação da empresa para enfrentar os acontecimentos não previstos, a partir das constantes mutações nos fatores ambientais;* otimização na prestação dos seus serviços aos clientes;* melhor interação com seus fornecedores;* aumento do nível de motivação das pessoas envolvidas. Os sistemas de informações, como geradores de informações de caráter decisório, devem ser estabelecidos como processos de comunicação mediante os quais são fornecidos os elementos básicos para as decisões nos vários pontos da empresa.O SIG auxilia os executivos das empresas a consolidar o tripé básico de sustentação da empresa: quantidade, produtividade e participação. A qualidade não deve estar associada apenas ao produto ou serviço final. A qualidade deve envolver o nível de satisfação das pessoas no trabalho, associado a uma quantidade de vida que se estenda à sua estrutura pessoal, familiar e social.A produtividade não deve ser abordada como um assunto de tempos e métodos, de ergonomia ou de linhas de produção. Ela deve ir até o nível de produtividade global e consolidar a filosofia de comprometimento de todos para com os resultados parciais e globais da empresa.Para que a empresa possa usufruir as vantagens básicas do sistema de informações gerenciais, é necessário que alguns aspectos sejam observados, entre os quais podem ser citados:a. O envolvimento adequado da Alta e Média administração com o SIG;b. A competência por parte das pessoas envolvidas no SIGc. O uso de um plano-mestre.d. A atenção específica ao fator humano da empresae. A habilidade dos executivos da empresa para tomarem decisões com base em informações.f. O apoio catalisador de um sistema de controladoria (contabilidade, custos e orçamentos).g. O conhecimento e a confiança no SIG.h. A adequada relação custo X benefício. Verifica-se que esses aspectos podem proporcionar adequada sustentação de desenvolvimento e implementação do SIG na empresa. E, por conseqüência, o potencial vantagens de um adequado SIG poderá ser mais bem usufruído pelos executivos da empresa.Vale chamar a atenção para cinco suposições comuns e erradas que têm levado os sistemas de informações gerenciais a fracassarem como solução para todo o tipo de problema empresarial, a saber:1. O executivo necessita muito de informações mais relevantes;2. O executivo necessita das informações que deseja;3. Entregues aos executivos as informações que ele necessita, suas decisões melhorarão;4. Mais comunicação significa desempenho melhor;5. Um executivo não tem que saber como funciona um sistema de informações.Um Intuito de eliminar tais elementos, atualmente trabalha-se com os.Sistemasem tempo real, de modo a proporcionar sistemas eficientes, devidamente integrados às decisões empresariais, assegurando a validade das ações.Tecnologias de Apoio Podemos citar os seguintes: Leitura Ótica = Tecnologia e sistemas de leitura automática, normalmente. Efetuada por meio do conceito de código de barras.Scannerização = Tecnologia de copiagem de documentos, com palavras, números ou imagens, transformando – os em entradas de dados para os sistemas de informação.Coletores Eletrônicos de Dados = Tecnologia de Sistemas de coleta de dados de diversas origens, tipo cartão de ponto de trabalho automático, sistemas de controle de pessoal (crachá eletrônico), etc...Edi – Troca Eletrônica de Dados = Tecnologias e sistemas de transmissão e retransmissão de informação. Ferramentas importantes para o processo de venda das empresas, bem como de identificação de produtos e pessoas.Multimídia = Incorporação de som e imagem (vídeo, televisão) aos sistemas de informação. Ferramentas importantes para o processo de venda das empresas, bem como de identificação de produtos e pessoas.Telecomunicações e Satélites = Incorporação de sistemas e tecnologias para comunicação entre empresas e dentro da empresa, tais como palestras e conferências eletrônicas, reuniões à distância, via rádio, circuito de televisão, sistemas de segurança etc... Aplicativos Genéricos Workflow = Sistema de Gerenciamento e distribuição de informações de forma eletrônica de um processo, dentro de uma organização.Data Warehousing = É um sistema complementar de banco de informações, organizado para permitir que todas as empresas realizem a busca e coleta de dados oriundos de diversas bases e sistemas operacionais. É um armazém organizado de informações de todos os sistemas acessível de forma pretensamente inteligível para qualquer usuário dentro da empresa.Internet= Rede mundial de computadores que se comunicam entre si, utilizando uma linguagem comum.Browser= Software que permite e facilita a pesquisa e capacitação de informações dentro de um sistema ou rede de computadores. É utilizado para as redes de Internet e Intranet ou mesmo para sistemas ou subsistemas empresariais.Cartão de Crédito = O acoplamento da rede mundial de cartões de crédito, junto com a Internet, permite a empresa agilizar o processo de pagamento e recebimento de contas à distância.Correio Eletrônico= Variações do tema de comunicação e pesquisa eletrônica dentro e fora da empresa. Complementos aos sistemas de comunicações existentes.E – Mail = Serviço de troca de mensagens entre dois usuários, por meio de computador.Intranet = Disponibilização de informações da empresa utilizando o padrão WWW (da Internet).
Autoria: Adriano Antonio Stuart
Todas as funções da administração – planejamento, organização, liderança, e controle são necessárias para o bom desempenho da organização. Para apoiar essas funções, especialmente o planejamento e o controle, são de destacada importância os sistemas que fornecem informações aos administradores. Esses sistemas de informações estão ligados ao sistema físico – operacional e surgem da necessidade de desenvolver as operações fundamentais da firma. Podemos dizer até que esses sistemas são criados automaticamente pelas necessidades de administração operacional. Como exemplo: podemos citar: Os sistemas de informações de controle de estoque, de banco de dados de estrutura de produtos de processo de produção, de planejamento e controle da produção.Etc...
Definindo o Sistema de Informação Gerencial Existem muitas definições do SIG, para nossos propósitos definimos como um método formal de tornar disponíveis para a administração, oportunamente, as informações precisas necessárias para facilitar o processo de tomada de decisão e para dar condições para que as funções de planejamento, controle e operacionais da organização sejam executadas eficazmente. O sistema fornece informações sobre o passado, o presente, e o futuro projetado sobre efeitos relevantes dentro e fora da organização.O uso da palavra "formal" em nossa definição não pretende negar a importância da rede informal de comunicações no mecanismo de controle da organização. De fato, muitas vezes os administradores detectam problemas antes que apareçam nos relatórios formais de controle, porque estão sintonizados nos boatos. A capacidade dos administradores de manter canais eficazes de comunicação informal, de perceber as implicações das informações que esses canais transmitem, e de avaliar, decidir e agir rapidamente sobre essas informações amplia enormemente a utilidade da SIG.
A Evolução do Sistema de Informação Gerencial As organizações sempre tiveram algum tipo de sistema de informação gerencial, mesmo que ele não tenha sido reconhecido como tal. No passado esses sistemas eram muito informais em sua montagem e utilização. Só com o advento dos computadores, com sua capacidade de processar e condensar quantidade de dados, o projeto do sistema de informação gerencial se tornou um processo formal e um campo de estudo. A tentativa de usar com eficácias os computadores levou a identificação e ao estudo dos sistemas de informação e ao planejamento, à implementação e à revisão de novos sistemas. PED: Quando computadores começam a ser introduzido nas organizações, foram usados principalmente para processar dados para algumas poucas funções da organização – usualmente contabilidade e faturamento. Devido às habilidades especializadas que eram requisito para operar os equipamentos caros, complexos e algumas vezes temperamentais, os computadores eram localizados em Departamentos de Processamento de Dados (PED) conhecido como Centro de Processamento de Dados (CPD). À medida que crescia a velocidade e a facilidade de processar dados, outras tarefas de processamento de dados e gerência de informações foram computadorizadas. Para lidar com essas novas tarefas, CPDs desenvolveram relatórios padronizados para o uso dos seus gerentes de operações. SAD: Um sistema de apoio às decisões (SAD) é um sistema de computação interativo que é facilmente acessível e operado por pessoas não especializadas em computadores, que podem usar o SAD para ajudá-las a planejar e a tomar decisões. (Muitos sistemas de informação criados por praticantes de ciência operacional são, na verdade, sistemas de apoio à decisão). O uso dos SAD tem crescido significativamente, à mediada que avanços recentes de hardware e software de computadores permitem que os administradores tenham acesso ‘‘on-line’’ ou ‘‘em tempo real’’ aos bancos de dados dos sistemas de informações baseados em computadores. O uso disseminado dos microcomputadores permitiu que os administradores criassem seus próprios bancos de dados e manipulassem eletronicamente informações de acordo com a necessidade, em vez de esperar relatórios dos SIG ainda serem necessários para monitorar as operações em andamento, os SAD permitem o uso menos estruturado dos bancos de dados à medida que surge a necessidade de decisões especiais. IA: Uma das áreas de crescimento mais rápido na tecnologia de informação nos EUA, a inteligência artificial, usa o computador para simular algumas características do processamento humano. Os sistemas especialistas usam técnicas de inteligência artificial para diagnosticar problemas, recomendar estratégicas para enviar ou resolver esses problemas e oferecer uma explicação lógica para as recomendações. De fato, o sistema especialista age como um ‘‘expert’’ humano na analise de situação não estruturadas.
A Importância do SIG para as Empresas Geralmente há dificuldade para avaliar, de forma quantitativa, qual o efeito benefício de um sistema de informações gerenciais, ou seja, a melhoria no processo decisório.Entretanto pode-se trabalhar com base numa lista de hipóteses sobre os impactos dos sistemas de informações gerenciais na empresa, o que propicia o executivo um entendimento, ainda que genérico, de sua importância.Neste sentido pode-se afirmar que os sistemas de informações gerenciais podem, sob determinadas condições, trazer os SIGuintes benefícios para as empresas:* redução dos custos das operações;* melhoria no acesso as informações, propiciando relatórios mais precisos e rápidos, com menor esforço;* melhoria de produtividade, tanto setorial quanto global;* melhoria nos serviços realizados e oferecidos;* melhoria na tomada de decisões, por meio de fornecimento de informações mais rápidas e precisas;* melhoria na estrutura organizacional, por facilitar o fluxo de informações;* melhoria na adaptação da empresa para enfrentar os acontecimentos não previstos, a partir das constantes mutações nos fatores ambientais;* otimização na prestação dos seus serviços aos clientes;* melhor interação com seus fornecedores;* aumento do nível de motivação das pessoas envolvidas. Os sistemas de informações, como geradores de informações de caráter decisório, devem ser estabelecidos como processos de comunicação mediante os quais são fornecidos os elementos básicos para as decisões nos vários pontos da empresa.O SIG auxilia os executivos das empresas a consolidar o tripé básico de sustentação da empresa: quantidade, produtividade e participação. A qualidade não deve estar associada apenas ao produto ou serviço final. A qualidade deve envolver o nível de satisfação das pessoas no trabalho, associado a uma quantidade de vida que se estenda à sua estrutura pessoal, familiar e social.A produtividade não deve ser abordada como um assunto de tempos e métodos, de ergonomia ou de linhas de produção. Ela deve ir até o nível de produtividade global e consolidar a filosofia de comprometimento de todos para com os resultados parciais e globais da empresa.Para que a empresa possa usufruir as vantagens básicas do sistema de informações gerenciais, é necessário que alguns aspectos sejam observados, entre os quais podem ser citados:a. O envolvimento adequado da Alta e Média administração com o SIG;b. A competência por parte das pessoas envolvidas no SIGc. O uso de um plano-mestre.d. A atenção específica ao fator humano da empresae. A habilidade dos executivos da empresa para tomarem decisões com base em informações.f. O apoio catalisador de um sistema de controladoria (contabilidade, custos e orçamentos).g. O conhecimento e a confiança no SIG.h. A adequada relação custo X benefício. Verifica-se que esses aspectos podem proporcionar adequada sustentação de desenvolvimento e implementação do SIG na empresa. E, por conseqüência, o potencial vantagens de um adequado SIG poderá ser mais bem usufruído pelos executivos da empresa.Vale chamar a atenção para cinco suposições comuns e erradas que têm levado os sistemas de informações gerenciais a fracassarem como solução para todo o tipo de problema empresarial, a saber:1. O executivo necessita muito de informações mais relevantes;2. O executivo necessita das informações que deseja;3. Entregues aos executivos as informações que ele necessita, suas decisões melhorarão;4. Mais comunicação significa desempenho melhor;5. Um executivo não tem que saber como funciona um sistema de informações.Um Intuito de eliminar tais elementos, atualmente trabalha-se com os.Sistemasem tempo real, de modo a proporcionar sistemas eficientes, devidamente integrados às decisões empresariais, assegurando a validade das ações.Tecnologias de Apoio Podemos citar os seguintes: Leitura Ótica = Tecnologia e sistemas de leitura automática, normalmente. Efetuada por meio do conceito de código de barras.Scannerização = Tecnologia de copiagem de documentos, com palavras, números ou imagens, transformando – os em entradas de dados para os sistemas de informação.Coletores Eletrônicos de Dados = Tecnologia de Sistemas de coleta de dados de diversas origens, tipo cartão de ponto de trabalho automático, sistemas de controle de pessoal (crachá eletrônico), etc...Edi – Troca Eletrônica de Dados = Tecnologias e sistemas de transmissão e retransmissão de informação. Ferramentas importantes para o processo de venda das empresas, bem como de identificação de produtos e pessoas.Multimídia = Incorporação de som e imagem (vídeo, televisão) aos sistemas de informação. Ferramentas importantes para o processo de venda das empresas, bem como de identificação de produtos e pessoas.Telecomunicações e Satélites = Incorporação de sistemas e tecnologias para comunicação entre empresas e dentro da empresa, tais como palestras e conferências eletrônicas, reuniões à distância, via rádio, circuito de televisão, sistemas de segurança etc... Aplicativos Genéricos Workflow = Sistema de Gerenciamento e distribuição de informações de forma eletrônica de um processo, dentro de uma organização.Data Warehousing = É um sistema complementar de banco de informações, organizado para permitir que todas as empresas realizem a busca e coleta de dados oriundos de diversas bases e sistemas operacionais. É um armazém organizado de informações de todos os sistemas acessível de forma pretensamente inteligível para qualquer usuário dentro da empresa.Internet= Rede mundial de computadores que se comunicam entre si, utilizando uma linguagem comum.Browser= Software que permite e facilita a pesquisa e capacitação de informações dentro de um sistema ou rede de computadores. É utilizado para as redes de Internet e Intranet ou mesmo para sistemas ou subsistemas empresariais.Cartão de Crédito = O acoplamento da rede mundial de cartões de crédito, junto com a Internet, permite a empresa agilizar o processo de pagamento e recebimento de contas à distância.Correio Eletrônico= Variações do tema de comunicação e pesquisa eletrônica dentro e fora da empresa. Complementos aos sistemas de comunicações existentes.E – Mail = Serviço de troca de mensagens entre dois usuários, por meio de computador.Intranet = Disponibilização de informações da empresa utilizando o padrão WWW (da Internet).
Autoria: Adriano Antonio Stuart
Passo a Passo
Liderança Passo a Passo
Randall D. Ponder
Quero comprar!Embora voltado basicamente para o ambiente empresarial, este livro é para aqueles que têm responsabilidades de liderança em muitos aspectos da vida: trabalho, comunidade, social, religioso e familiar.É uma maneira abrangente e rápida de você entender as questões significativas envolvidas na realização das coisas certas quando você está encarregado dos resultados. Este livro lhe fornecerá a oportunidade e a estrutura para consolidar seu conhecimento com os princípios comprovados de liderança, enquanto foca em como você pode usar o bom senso, o julgamento criterioso e uma combinação de habilidades gerenciais e de liderança.As técnicas e os princípios neste livro são conceitos fundamentais presentes no contexto da liderança. Você pode empregá-los imediatamente. Mais tarde, você poderá estudar áreas específicas mais detalhadamente, usando outros recursos disponíveis que o ajudarão a ganhar a experiência desejada. Ao usar este livro como guia, nenhuma situação, desafio ou tarefa será grande demais para você enfrentar. Você pode se beneficiar do uso deste livro, seja você um supervisor indicado recentemente, o dono de um pequeno negócio, um membro de equipe, um gerente em uma comunidade sem fins lucrativos, o diretor de um clube ou o diretor de uma organização global.Liderança Passo a Passo o ajudará a:- Aumentar seu conhecimento sobre os princípios da liderança e como eles se aplicam a suas responsabilidades específicas;- Intensificar sua presença como líder, ajudando-o a se tornar mais eficaz, pró-ativo e voltado para resultados;- Aprender habilidades e técnicas específicas para efetuar mudanças, resolver conflitos, aumentar a produtividade e aprimorar moral de seus funcionários, membros de equipe e colegas de trabalho;- Ganhar apoio e compromisso de funcionários e membros de equipe, inspirando-os a atingir resultados e a ser mais direcionados, e guiando-os de forma a buscarem mais responsabilidades de liderança;- Aproveitar ser um líder.
Randall D. Ponder
Quero comprar!Embora voltado basicamente para o ambiente empresarial, este livro é para aqueles que têm responsabilidades de liderança em muitos aspectos da vida: trabalho, comunidade, social, religioso e familiar.É uma maneira abrangente e rápida de você entender as questões significativas envolvidas na realização das coisas certas quando você está encarregado dos resultados. Este livro lhe fornecerá a oportunidade e a estrutura para consolidar seu conhecimento com os princípios comprovados de liderança, enquanto foca em como você pode usar o bom senso, o julgamento criterioso e uma combinação de habilidades gerenciais e de liderança.As técnicas e os princípios neste livro são conceitos fundamentais presentes no contexto da liderança. Você pode empregá-los imediatamente. Mais tarde, você poderá estudar áreas específicas mais detalhadamente, usando outros recursos disponíveis que o ajudarão a ganhar a experiência desejada. Ao usar este livro como guia, nenhuma situação, desafio ou tarefa será grande demais para você enfrentar. Você pode se beneficiar do uso deste livro, seja você um supervisor indicado recentemente, o dono de um pequeno negócio, um membro de equipe, um gerente em uma comunidade sem fins lucrativos, o diretor de um clube ou o diretor de uma organização global.Liderança Passo a Passo o ajudará a:- Aumentar seu conhecimento sobre os princípios da liderança e como eles se aplicam a suas responsabilidades específicas;- Intensificar sua presença como líder, ajudando-o a se tornar mais eficaz, pró-ativo e voltado para resultados;- Aprender habilidades e técnicas específicas para efetuar mudanças, resolver conflitos, aumentar a produtividade e aprimorar moral de seus funcionários, membros de equipe e colegas de trabalho;- Ganhar apoio e compromisso de funcionários e membros de equipe, inspirando-os a atingir resultados e a ser mais direcionados, e guiando-os de forma a buscarem mais responsabilidades de liderança;- Aproveitar ser um líder.
A tecnolgia e a pequena empresa: como aproveitar os beneficios da TI com baixos custos e altos ganhos
Não raro, pequenas e médias empresas (personificadas por seus donos e/ou administradores/gerentes) têm uma relação de medo e dúvidas com a TECNOLOGIA. Contudo, é preciso que pequenos e médios empresários aprendam que TI (Tecnologia de Informação) não é nenhum “bicho de sete cabeças”. Primeiro, é necessário explicar direito o que é “tecnologia da informação” e sua diferença com o conceito de “tecnologia”. A tecnologia é um conceito bastante amplo, que se aplica a diversos aspectos da vida moderna: o celular, hoje tão comum e utilizado, é uma tecnologia que há alguns anos foi considerada revolucionária; computadores, carros, aparelhos de TV e DVD são fruto da tecnologia e de sua evolução; a tecnologia se faz notar, ainda, em máquinas e muitos utilitários pesados, aplicados na indústria em geral; na agricultura, a tecnologia existe não apenas na forma de máquinas mas também na evolução de remédios, venenos e fertilizantes, que são desenvolvidos com o auxílio de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), aonde existe também larga utilização de tecnologias, das mais diversas; graças à tecnologia, ferramentas domésticas estão mais leves, potentes e versáteis, assim como eletrodomésticos (como o microondas ou máquinas de lavar) foram aperfeiçoados nos últimos anos. A tecnologia da informação, apesar de também ser um conceito amplo, restringe-se às maneiras de lidar com as informações – em quaisquer níveis e âmbitos. Neste sentido, cabe ressaltar que nos últimos anos (mais especialmente a partir de 1996) a quantidade de informações disponíveis a qualquer pessoa cresceu vertiginosamente – e um dos motivos foi o crescimento da Internet. Podemos dizer que através de intrincados conjuntos de hardware, software e telecomunicações, a tecnologia da informação viabiliza complexos processos de negócio; ao mesmo tempo, contribui para os negócios a partir de sofisticadas manipulações oferecendo diferentes visões destes negócios. Assim, a tecnologia da informação é um “tipo” de tecnologia, pensada especificamente para gerenciar os mais diversos tipos de informações – e, neste caso, gerenciar a informação significa disponibilizar as informações adequadas no momento certo para as pessoas que precisam dela. Complicado ? Nem tanto. Uma brincadeira entre os usuários de computadores ajuda a explicar a diferença entre hardware e software (há muitos livros que oferecem definições mais “bonitas”, mas certamente menos simples de entender): o hardware é aquilo que você chuta e o software é aquilo que você xinga. O hardware pode ser transportado, armazenado, carregado – isso quer dizer que é “real”, palpável, tangível. O software, por outro lado, é intangível – os disquetes ou CD-ROMs que “armazenam” o software não compõem a sua definição, são apenas “hospedeiros”. Isso tudo significa dizer, para os pequenos empresários, que adotar o gerenciamento da Tecnologia de Informação requer pesados investimentos em computadores, programas, técnicos etc ? Não necessariamente. A Tecnologia de Informação (vamos tratá-la de forma mais íntima ? Apenas “TI”) pode ser uma boa aliada para as micro, pequenas e médias empresas, mas é necessário, em primeiro lugar, verificar se há necessidades e mensurá-las. Muitas empresas, de quaisquer portes, costumam reclamar dos investimentos em TI mas esquecem de verificar se suas avaliações feitas ANTES do investimento não estavam superdimensionadas. Há muitas discussões, entre especialistas e curiosos, envolvendo uma “receita de bolo”, um roteiro para identificar as REAIS necessidades de TI em cada empresa. O ponto comum, todavia, deve ser o bom-senso: avaliar cada item do investimento e verificar se haverá a criação de algum benefício e/ou vantagem. Peguemos um exemplo: uma pequena empresa, com 4 pessoas ocupadas (que podem ser 4 funcionários, 4 membros da família proprietária do negócio, ou qualquer proporção entre estas duas classificações), no setor do comércio. Geralmente, empresas que desejem vender equipamentos de TI para esta empresa tentariam fechar um pacote com hardware (computadores, monitores, placas – como fax-modem etc – e outros itens “físicos”) e softwares (aplicativos como editor de texto, planilha eletrônica, banco de dados etc), além do valor pela prestação de serviço (instalação, montagem de rede, treinamento dos funcionários/usuários etc). No setor “comércio”, o mais comum é a automação das vendas, ou seja, utilizar a TI no controle de cada mercadoria vendida no balcão – e conseqüentemente haveria controle do estoque, possibilidade de planejar melhor as compras, projeções sobre o fluxo de caixa etc. Possivelmente, haveria ainda a proposta para aquisição de softwares mais específicos, como cadastro de clientes, contas a pagar e receber, movimento bancário, emissão de boletos etc. Pois bem, agora se faz necessário o bom-senso: entre tudo que foi citado, serviços, software e hardware, é preciso que a pequena empresa (4 empregados, comércio) analise quais itens são, realmente, necessários. Entenda-se, neste caso, que “necessários” são apenas aqueles que irão contribuir para que a lucratividade da empresa aumente. Então, seguindo neste exemplo, digamos que a empresa não tenha o hábito de emitir boletos – possivelmente o pagamento é feito por meio eletrônico (cartão de crédito ou cartão de débito) e/ou tradicional (cheque e dinheiro). Se o movimento bancário for controlado de outra maneira (que esteja oferecendo bons resultados), já serão dois tipos de softwares que a empresa pode deixar de adquirir. A preocupação deve restringir-se a fazer investimentos em TI, e não gastar dinheiro com tecnologia inútil. A diferença entre estes dois conceitos é enorme – e absolutamente fundamental para a evolução da empresa. Fazer investimento é uma ação que deve, sempre, preceder a uma reação: o RETORNO. Qualquer investimento que não vise a um retorno deixa de ser investimento e transforma-se em gasto. O investimento em TI, da mesma forma, deve priorizar o retorno, ou seja, a contribuição que será dada (em curto, médio ou longo prazo) para as operações da empresa. Se determinada tecnologia, por melhor que seja, não contribui para o retorno (especialistas e executivos gostam do termo “ROI”, que significa “retorno sobre o investimento”, e mensura, geralmente em percentual, qual o retorno propiciado por cada investimento realizado – seja em TI, seja em instalações, seja em máquinas ou qualquer outro) de maior lucratividade e/ou característica procurada por cada empresa, não vale a pena. Desta forma, é preciso aplicar o bom-senso para encerrarmos uma discussão que jamais terá fim – e muitas vezes acaba afastando pequenas empresas do debate sobre tecnologia: 1ª hipótese: a pequena empresa perde oportunidades de crescer porque não utiliza adequadamente a TI; 2ª hipótese: a pequena empresa não utiliza a TI porque ainda não cresceu o suficiente para aproveitá-la plenamente. Eu diria que nenhuma destas duas hipóteses é totalmente verdadeira. A rigor, nenhuma empresa precisa necessariamente de tecnologia – exceto, obviamente, aquelas empresas que a produzem (empresas que têm seu core-business, ou negócio principal, na tecnologia, como Microsoft, Intel, Apple etc). A tecnologia deve auxiliar as empresas para que se atinjam melhores resultados em menos tempo, com menor custo. Assim, a pequena empresa pode crescer SEM tecnologia – há inúmeros exemplos. Todavia, se souber aproveitar melhor a tecnologia, esta empresa tem chance de crescer mais rapidamente, manter custos inferiores aos concorrentes e ainda oferecer vantagens únicas a seus clientes. A tecnologia deve ser encarada como uma ferramenta auxiliar para os negócios das empresas (especialistas gostam do termo “core-business”, ou seja, a atividade principal da empresa). Em determinadas circunstâncias, a tecnologia passa a ser caracterizada como essencial para que estas atividades-base das empresas consigam ser realizadas no menor tempo possível, com poucos erros (ou nenhum). Por exemplo: se esta empresa do comércio tiver que gerenciar um cadastro de aproximadamente 50 clientes, é razoável pressupor-se que seja possível fazê-lo através de um processo manual (um caderno ou agenda telefônica, por exemplo). Todavia, se o cadastro de uma empresa for composto de 1.500 clientes (entre usuais, raros, potenciais etc), a utilização de um software torna-se imprescindível para fazer um bom trabalho e diminuir a possibilidade de erros no acompanhamento e atualização constante destes cadastros. No comércio, um bom exemplo de utilização da TI pode ser observado no modelo utilizado desde a década de 1980 nos principais varejistas mundiais: ECR (sigla do inglês “Efficient Consumer Response”, ou “Resposta Eficiente do Consumidor”). No fim da década de 1980, o relacionamento entre consumidores e varejistas, no que tange ao atendimento das necessidades daqueles, apresentou enfraquecimento, traduzido na interrupção do crescimento das indústrias e das firmas de varejo nos Estados Unidos. Esta situação culminou no desenvolvimento de uma ferramenta de gestão que buscava, de forma rápida e eficiente, conhecer os anseios dos consumidores e traduzi-los em informação aos varejistas e fornecedores – o ECR. O ECR tinha como foco a cadeia de suprimentos como um todo e buscava ajustar a indústria de suprimentos com as necessidades dos consumidores, permitindo que os varejistas trabalhassem em maior conformidade com suas características – tamanho da empresa, localização, tipo de consumidores, política de preços etc. A TI, neste caso, é muito importante para que as diversas empresas envolvidas numa cadeia de suprimentos (o varejista, seu fornecedor, o fornecedor deste e assim por diante) consigam ter acesso às informações certas, no momento mais adequado – antes de dimensionar a produção, daquele mês ou semana, por exemplo. Aplicar a tecnologia adequada às diferentes informações às quais o comerciante tem acesso é fundamental para aumentar suas possibilidades de lucro. Uma empresa pode utilizar softwares que armazenem informações sobre as compras de cada um dos seus clientes previamente cadastrados; desta maneira, é possível identificar qual o valor médio das compras do cliente “A”, em quais períodos ele costuma comprar mais, qual a forma de pagamento etc. Desta maneira, pode-se comparar os hábitos de todos os clientes, identificando, por exemplo, se os clientes que gastam mais na loja têm preferência por um horário específico. No entanto, informações não passam de meros números sem sentido se não forem utilizadas da melhor maneira. Um recurso bastante utilizado é um software do tipo “banco de dados”. Este poderoso programa ajuda no cadastro de clientes, centraliza os dados e ainda permite a análise das informações. É por meio de um banco de dados que se torna possível programar algumas estratégias de negócios, como descontos para revendedores e tabelas de preços diferentes para regiões distintas. A utilização do ECR requer a adoção de uma série de mudanças nos processos das empresas envolvidas. No varejo, em especial, o EDI (da sigla “Electronic Data Interchange”, ou “Troca Eletrônica de Dados”, que consiste em montar um sistema tecnológico compatível, de forma que computadores de diferentes empresas “conversem entre si” e troquem informações relevantes para cada empresa envolvida) e a leitura de código de barras são as principais ferramentas “visíveis” deste novo passo rumo à TI. Além destas práticas - não essenciais, mas importantes – o ECR requer uma aptidão ao preceito de trabalho em equipe e otimização aos aspectos culturais das empresas envolvidas. A falta de capacidades das firmas muitas vezes impossibilita o pleno alcance desta relação – e “capacidade”, neste caso, “refere-se à disposição de recursos para atingir um determinado fim”. Finalmente, cabe ressaltar que um aspecto bastante positivo desta integração entre várias empresas é a possibilidade de repartir os investimentos – cada empresa, assim, não terá que assumir todos os custos sozinha. Isto é muito importante para as empresas de menor porte, que enfrentam escassez de recursos numa economia tumultuada como a brasileira. Uma lista dos pontos críticos a serem avaliados pelas empresas que pretendam implementar alguma tecnologia parecida são: --> Avaliação interna das empresas: capacidades funcionais, avaliação financeira, estruturas de base, análise cultural e análise da cadeia de valor.--> Avaliação externa: necessidades do consumidor, análise competitiva, análise dos parceiros chaves do negócio e melhores práticas da indústria, com o fim de se posicionar no futuro. --> Elaboração de critérios básicos ao consenso na utilização do ECR, e sua aplicação em cada área de atividade das empresas, estabelecendo as prioridades. --> Estabelecer como se darão as relações entre as empresas envolvidas e as relações das lideranças funcionais cruzadas, e estabelecimento de um plano de implantação e manutenção da nova tecnologia. Contudo, nenhum empresário pode deixar de levar em consideração informações externas a estes sistemas tecnológicos. Por exemplo: a situação do poder aquisitivo do consumidor, índices de inadimplência, inflação etc. Tais informações podem ser incluídas no planejamento de TI das empresas, de maneira simples e com baixos custos. Há softwares que consideram alguns índices objetivos no momento de ajudar a prever a produção ou elaborar uma previsão de vendas para o trimestre. Mas, ainda que a TI esteja bastante evoluída, o conhecimento que cada empresário tem de seus consumidores e clientes não pode ser ignorado – caberá a cada um, assim, mesclar a nova tecnologia com a (boa e) velha experiência.
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Tecnologia e empresas
Inovação Tecnologa.
Inovação tecnológica e produção de conhecimento nas grandes empresas
A inovação e o conhecimento são, hoje, os principais fatores que determinam a competitividade de setores, países e empresas. A capacitação das empresas na produção e no uso do conhecimento é fundamental na corrida para a competitividade. As etapas de invenção e inovação são interativas, e isso é percebido pelo crescente aumento das atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) nas instituições responsáveis pela comercialização das inovações: as empresas. Ciência e tecnologia (C&T) não são independentes e têm envolvimento sinérgico.
Deve-se entender que inovação não é algo que ocorra apenas em países avançados, em indústrias de alta tecnologia. O processo inovativo ocorre quando a empresa domina e implementa o design e a produção de bens e serviços que sejam novos para ela, independente do fato de serem novos ou não para os seus concorrentes. Dessa forma, pode se avaliar o esse processo não apenas em gastos de P&D, mas na contribuição dada por produtos novos às vendas, nos diferentes setores industriais.
A inovação e o conhecimento são, hoje, os principais fatores que determinam a competitividade de setores, países e empresas. A capacitação das empresas na produção e no uso do conhecimento é fundamental na corrida para a competitividade. As etapas de invenção e inovação são interativas, e isso é percebido pelo crescente aumento das atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) nas instituições responsáveis pela comercialização das inovações: as empresas. Ciência e tecnologia (C&T) não são independentes e têm envolvimento sinérgico.
Deve-se entender que inovação não é algo que ocorra apenas em países avançados, em indústrias de alta tecnologia. O processo inovativo ocorre quando a empresa domina e implementa o design e a produção de bens e serviços que sejam novos para ela, independente do fato de serem novos ou não para os seus concorrentes. Dessa forma, pode se avaliar o esse processo não apenas em gastos de P&D, mas na contribuição dada por produtos novos às vendas, nos diferentes setores industriais.
Nova ameaça virtual rouba senhas de bancos e dados de transações
Uma nova ameaça virtual está roubando senhas de bancos e dados de transações feitas on-line, segundo detectou a empresa de segurança na web Trend Micro. Trata-se de um cavalo de troia, identificado como troj_dload.bb, que utiliza um aplicativo chamado de GMER.
Instalação e execuçãoNa execução desse programa, é criado um arquivo de lote que encerra um programa usado por muitos bancos brasileiros contra o roubo de informações e para a proteção da privacidade dos clientes.
Sem essa aplicação, as informações das transações dos correntistas podem ser expostas para outras pessoas, que, por sua vez, podem utilizá-las em alguma fraude. Para evitar ser mais uma vítima do roubo de senhas, lembre-se de manter o seu anti-vírus atualizado.
Instalação e execuçãoNa execução desse programa, é criado um arquivo de lote que encerra um programa usado por muitos bancos brasileiros contra o roubo de informações e para a proteção da privacidade dos clientes.
Sem essa aplicação, as informações das transações dos correntistas podem ser expostas para outras pessoas, que, por sua vez, podem utilizá-las em alguma fraude. Para evitar ser mais uma vítima do roubo de senhas, lembre-se de manter o seu anti-vírus atualizado.
O que é um banco de dados?
Um dos termos da tecnologia que a maioria das pessoas se tornaram acostumados a audiência, quer no trabalho ou quando a navegar na Internet é o banco de dados. O banco de dados utilizado para ser um termo muito técnico, porém com o aumento dos sistemas informáticos e de tecnologia da informação em toda a nossa cultura, a base de dados tornou-se um agregado prazo.
A definição de uma base de dados é uma colecção estruturada de registros ou dados que são armazenados em um sistema de computador. Para que um banco de dados para ser realmente funcional, não deve apenas armazenar grandes quantidades de registros bem, mas ser acessada facilmente. Além disso, novas informações e mudanças devem ser também bastante fácil de entrada. A fim de ter um sistema de base de dados altamente eficiente, é necessário incorporar um programa que gere as consultas e as informações armazenadas no sistema. Isto é normalmente referido como um SGBD ou Database Management System. Além dessas características, todas as bases de dados que são criados deve ser construída com alta integridade dos dados ea capacidade de se recuperar os dados de hardware falha.
Tipos de Bases de Dados
Existem vários tipos de bases de dados comuns, e cada tipo de banco de dados tem o seu próprio modelo de dados (como os dados são estruturados). Eles incluem; Flat Model, modelo hierárquico, modelo relacional e Rede Modelo.
O Modelo de Dados Flat
Em um plano de dados modelo, há um bidimensional (plana estrutura) matriz de dados. Por exemplo, há uma coluna de dados e informações dentro desta coluna, presume-se que os dados serão relacionados com os outros. Por exemplo, um plano de dados modelo inclui apenas CEPs. Dentro do banco de dados, só haverá uma coluna e de cada nova linha dentro de uma coluna que será um novo código postal.
O Modelo de Dados Hierárquico
O modelo hierárquico de dados assemelha uma árvore como estrutura, como o Microsoft Windows organiza pastas e arquivos. Em um modelo hierárquico de dados, cada ligação ascendente está aninhada, a fim de manter os dados organizados em uma ordem específica, relativa a um mesmo nível lista. Por exemplo, um banco de dados de vendas hierarquizada, pode listar cada dia de vendas como um arquivo separado. Dentro deste arquivo são aninhados de todas as vendas (mesmos tipos de dados) para o dia.
A Rede Modelo
Em um modelo de rede, a característica é a de que um registro é armazenado com um link para outros registros - em efeito em rede. Estas redes (ou, por vezes referido como ponteiros) pode ser uma variedade de diferentes tipos de informações como números de nó ou mesmo um disco endereço.
O modelo relacional
O modelo relacional é o mais popular tipo de banco de dados e uma ferramenta extremamente poderosa, não só para armazenar informações, mas, para acessá-lo também. Bancos de dados relacionais são organizados em tabelas. A beleza de um quadro é que a informação pode ser acessada sem saneamento ou acrescentados os quadros. Uma tabela pode ter muitos registros e cada registro pode ter muitos domínios.
Os quadros são, por vezes denominado uma relação. Por exemplo, uma empresa pode ter um banco de dados chamado cliente encomendas, dentro desta base de dados será várias tabelas ou as relações relativas a todas as ordens dos clientes. Os quadros podem incluir as informações dos clientes (nome, endereço, contato, informação, cliente número, etc) e outras tabelas (relações), tais como os despachos que o cliente comprou anteriormente (isto pode incluir número, item descrição, de pagamento, método de pagamento, etc ). Note-se que cada registro (grupo de campos) em um banco de dados relacional tem a sua própria chave primária. Uma chave primária é um campo único que faz com que seja fácil identificar um registro.
Bancos de dados relacionais utilizar um programa chamado interface SQL ou Standard Query Language. SQL é actualmente utilizada em praticamente todos os bancos de dados relacionais. Bancos de dados relacionais são extremamente fácil de personalizar para caber quase qualquer tipo de armazenamento de dados. Você pode facilmente criar relações de itens que você vende, os empregados que trabalham para a sua empresa, etc
Aceder a informação utilizando um Banco de Dados
Embora a armazenagem de dados é uma característica grande de bases de dados, para muitos usuários de dados a característica mais importante é rápido e simples recuperação da informação. Em um banco de dados relacional, é extremamente fácil de levantar informações relativas a um empregado, mas bancos de dados relacionais também adicionar o poder de executar consultas. Consultas são pedidos para puxar alguns tipos específicos de informações e mostrá-las, quer no seu estado natural ou criar um relatório usando os dados. Por exemplo, se você tinha uma base de dados dos empregados e que incluía tabelas, tais como salários e descrição de funções, você pode facilmente executar uma consulta de empregos que pagam, ao longo de um determinado montante. Não importa que tipo de informação que você armazena em seu banco de dados, consultas podem ser criadas usando o SQL para ajudar a responder perguntas importantes.
A definição de uma base de dados é uma colecção estruturada de registros ou dados que são armazenados em um sistema de computador. Para que um banco de dados para ser realmente funcional, não deve apenas armazenar grandes quantidades de registros bem, mas ser acessada facilmente. Além disso, novas informações e mudanças devem ser também bastante fácil de entrada. A fim de ter um sistema de base de dados altamente eficiente, é necessário incorporar um programa que gere as consultas e as informações armazenadas no sistema. Isto é normalmente referido como um SGBD ou Database Management System. Além dessas características, todas as bases de dados que são criados deve ser construída com alta integridade dos dados ea capacidade de se recuperar os dados de hardware falha.
Tipos de Bases de Dados
Existem vários tipos de bases de dados comuns, e cada tipo de banco de dados tem o seu próprio modelo de dados (como os dados são estruturados). Eles incluem; Flat Model, modelo hierárquico, modelo relacional e Rede Modelo.
O Modelo de Dados Flat
Em um plano de dados modelo, há um bidimensional (plana estrutura) matriz de dados. Por exemplo, há uma coluna de dados e informações dentro desta coluna, presume-se que os dados serão relacionados com os outros. Por exemplo, um plano de dados modelo inclui apenas CEPs. Dentro do banco de dados, só haverá uma coluna e de cada nova linha dentro de uma coluna que será um novo código postal.
O Modelo de Dados Hierárquico
O modelo hierárquico de dados assemelha uma árvore como estrutura, como o Microsoft Windows organiza pastas e arquivos. Em um modelo hierárquico de dados, cada ligação ascendente está aninhada, a fim de manter os dados organizados em uma ordem específica, relativa a um mesmo nível lista. Por exemplo, um banco de dados de vendas hierarquizada, pode listar cada dia de vendas como um arquivo separado. Dentro deste arquivo são aninhados de todas as vendas (mesmos tipos de dados) para o dia.
A Rede Modelo
Em um modelo de rede, a característica é a de que um registro é armazenado com um link para outros registros - em efeito em rede. Estas redes (ou, por vezes referido como ponteiros) pode ser uma variedade de diferentes tipos de informações como números de nó ou mesmo um disco endereço.
O modelo relacional
O modelo relacional é o mais popular tipo de banco de dados e uma ferramenta extremamente poderosa, não só para armazenar informações, mas, para acessá-lo também. Bancos de dados relacionais são organizados em tabelas. A beleza de um quadro é que a informação pode ser acessada sem saneamento ou acrescentados os quadros. Uma tabela pode ter muitos registros e cada registro pode ter muitos domínios.
Os quadros são, por vezes denominado uma relação. Por exemplo, uma empresa pode ter um banco de dados chamado cliente encomendas, dentro desta base de dados será várias tabelas ou as relações relativas a todas as ordens dos clientes. Os quadros podem incluir as informações dos clientes (nome, endereço, contato, informação, cliente número, etc) e outras tabelas (relações), tais como os despachos que o cliente comprou anteriormente (isto pode incluir número, item descrição, de pagamento, método de pagamento, etc ). Note-se que cada registro (grupo de campos) em um banco de dados relacional tem a sua própria chave primária. Uma chave primária é um campo único que faz com que seja fácil identificar um registro.
Bancos de dados relacionais utilizar um programa chamado interface SQL ou Standard Query Language. SQL é actualmente utilizada em praticamente todos os bancos de dados relacionais. Bancos de dados relacionais são extremamente fácil de personalizar para caber quase qualquer tipo de armazenamento de dados. Você pode facilmente criar relações de itens que você vende, os empregados que trabalham para a sua empresa, etc
Aceder a informação utilizando um Banco de Dados
Embora a armazenagem de dados é uma característica grande de bases de dados, para muitos usuários de dados a característica mais importante é rápido e simples recuperação da informação. Em um banco de dados relacional, é extremamente fácil de levantar informações relativas a um empregado, mas bancos de dados relacionais também adicionar o poder de executar consultas. Consultas são pedidos para puxar alguns tipos específicos de informações e mostrá-las, quer no seu estado natural ou criar um relatório usando os dados. Por exemplo, se você tinha uma base de dados dos empregados e que incluía tabelas, tais como salários e descrição de funções, você pode facilmente executar uma consulta de empregos que pagam, ao longo de um determinado montante. Não importa que tipo de informação que você armazena em seu banco de dados, consultas podem ser criadas usando o SQL para ajudar a responder perguntas importantes.
O que é um SIG? respostas comuns
(2.1) Desconstrução > O que é um Sistema de Informação Geográfico? > O que é um SIG? respostas comuns
Respostas à questão "o que é um SIG?"As respostas encontradas na literatura técnica se aventuram muito pouco além de descrições de tipo operacional, que no máximo expõem ou a funcionalidade do sistema, ou sua estrutura tecnológica, ou as classes de aplicações que o sistema atende. Como se a funcionalidade, a estrutura ou a aplicação do sig pudessem dar, individualmente ou mesmo em conjunto, uma resposta satisfatória à questão “o que é um SIG?”. Assumindo, portanto, que estas simples categorias de pensamento sobre a aparência do sistema, o sig, seriam aquelas necessárias e suficientes para se dizer o que é um SIG.Assim sendo, as respostas que se contentam com o reconhecimento das funções que o sistema pode oferecer, se enquadram perfeitamente na ideologia fundada, na década de 1940, pela Cibernética, que transposta para as diferentes disciplinas da ciência moderna, se institucionalizou como o modelo da “caixa-preta”; ou seja, qualquer sistema pode ser entendido como uma “caixa-preta”, onde só nos interessa seu comportamento. Em outros termos, basta sabermos que a partir de certas “entradas” na “caixa-preta”, são produzidas determinadas “saídas”. A partir daí podemos, através da identificação destas relações de transformação de entradas em saídas, descrever processos ou funções do referido sistema, e, portanto, responder de maneira bastante utilitarista à questão “o que é um sistema?”.As respostas com base na descrição da estrutura do sistema, poderiam eventualmente se aproximar mais da essência do SIG, especialmente se adotassem uma idéia de estrutura como concepção “de chegada” e não “de partida”. Se, ao invés de aceitar a estrutura tecnológica do sig como a mesma do SIG, buscassem uma estrutura que reconheça o SIG como algo em processo de constituição. Ou seja, não como algo dado de antemão, a exemplo do sig com sua estrutura tecnológica (software, bases digitais de coordenadas e de atributos, e hardware).
Banco de dados
Os bancos de dados são utilizados em muitas aplicações, abrangendo praticamente todo o campo dos programas de computador. Os bancos de dados são o método de armazenamento preferencial parabaseiam-se em tecnologias padronizadas de bancos de dados.
Um banco de dados é um conjunto de informações com uma estrutura regular. Um banco de dados é normalmente, mas não necessariamente, armazenado em algum formato de máquina legível para um computador. Há uma grande variedade de bancos de dados, desde simples tabelas armazenadas em um único arquivo até gigantescos bancos de dados com muitos milhões de registros, armazenados em salas cheias de discos rígidos.
Bancos de dados caracteristicamente modernos são desenvolvidos desde os anos da década de 1960. Um pioneiro nesse trabalho foi Charles Bachman.
Apresentação dos dados
A apresentação dos dados geralmente é semelhante à de uma planilha eletrônica, porém os sistemas de gestão de banco de dados possuem características especiais para o armazenamento, classificação, gestão da integridade e recuperação dos dados. Com a evolução de padrões de conectividade entre as tabelas de um banco de dados e programas desenvolvidos em linguagens como Java, Delphi, Visual Basic, C++, etc, a apresentação dos dados, bem como a navegação, passou a ser definida pelo programador ou o designer de aplicações. Como hoje em dia a maioria das linguagens de programação fazem ligações a bancos de dados, a apresentação destes tem ficado cada vez mais a critério dos meios de programação, fazendo com que os bancos de dados deixem de restringir-se às pesquisas básicas, dando lugar ao compartilhamento, em tempo real, de informações, mecanismos de busca inteligentes e permissividade de acesso hierarquizada.
[editar] Direitos de propriedade
A Diretiva CE de Bases de Dados (EU Database Directive), estabelecida pelo Parlamento Europeu em de 11 de março de 1996, fixa os termos de proteção jurídica a bancos de dados, em particular os direitos de propriedade sobre a base.
Mesmo para os países que não a adotam explicitamente, ou não possuam normas mais específicas sobre o tema, como o Brasil, tem sido a principal referência.
[editar] Aplicações de bancos de dados
Sistemas Gerenciadores de Bancos de dados são usados em muitas aplicações, enquanto atravessando virtualmente a gama inteira de software de computador. Os Sistemas Gerenciadores de Bancos de dados são o método preferido de armazenamento/recuperação de dados/informações para aplicações multi-usuárias grandes onde a coordenação entre muitos usuários é necessária. Até mesmo usuários individuais os acham conveniente, entretanto, muitos programas de correio eletrônico e organizadores pessoais estão baseados em tecnologia de banco de dados standard.
[editar] Aplicativo de Banco de Dados
Um Aplicativo de Banco de dados é um tipo de software exclusivo para gerenciar um banco de dados. Aplicativos de banco de dados abrangem uma vasta variedade de necessidades e objectivos, de pequenas ferramentas como uma agenda, até complexos sistemas empresariais para desempenhar tarefas como a contabilidade.
O termo "Aplicativo de Banco de dados" usualmente se refere a softwares que oferecem uma interface para o banco de dados. O software que gerencia os dados é geralmente chamado de sistema gerenciador de banco de dados (SGBD) ou (se for embarcado) de "database engine".
Exemplos de aplicativos de banco de dados são Microsoft Visual FoxPro, Microsoft Access, dBASE, FileMaker , (em certa medida) HyperCard, MySQL, PostgreSQL, Firebird, Microsoft SQL Server, Oracle, Informix, DB2, Caché e Sybase.
Em Março, 2004, AMR Research (como citado em um artigo da CNET News.com listado na secção de "Referências") previu que aplicações de banco de dados de código aberto seriam amplamente aceitas em 2006.[editar] Aplicativo de Banco de Dados
Um Aplicativo de Banco de dados é um tipo de software exclusivo para gerenciar um banco de dados. Aplicativos de banco de dados abrangem uma vasta variedade de necessidades e objectivos, de pequenas ferramentas como uma agenda, até complexos sistemas empresariais para desempenhar tarefas como a contabilidade.
O termo "Aplicativo de Banco de dados" usualmente se refere a softwares que oferecem uma interface para o banco de dados. O software que gerencia os dados é geralmente chamado de sistema gerenciador de banco de dados (SGBD) ou (se for embarcado) de "database engine".
Exemplos de aplicativos de banco de dados são Microsoft Visual FoxPro, Microsoft Access, dBASE, FileMaker , (em certa medida) HyperCard, MySQL, PostgreSQL, Firebird, Microsoft SQL Server, Oracle, Informix, DB2, Caché e Sybase.
Em Março, 2004, AMR Research (como citado em um artigo da CNET News.com listado na secção de "Referências") previu que aplicações de banco de dados de código aberto seriam amplamente aceitas em 2006.
Um banco de dados é um conjunto de informações com uma estrutura regular. Um banco de dados é normalmente, mas não necessariamente, armazenado em algum formato de máquina legível para um computador. Há uma grande variedade de bancos de dados, desde simples tabelas armazenadas em um único arquivo até gigantescos bancos de dados com muitos milhões de registros, armazenados em salas cheias de discos rígidos.
Bancos de dados caracteristicamente modernos são desenvolvidos desde os anos da década de 1960. Um pioneiro nesse trabalho foi Charles Bachman.
Apresentação dos dados
A apresentação dos dados geralmente é semelhante à de uma planilha eletrônica, porém os sistemas de gestão de banco de dados possuem características especiais para o armazenamento, classificação, gestão da integridade e recuperação dos dados. Com a evolução de padrões de conectividade entre as tabelas de um banco de dados e programas desenvolvidos em linguagens como Java, Delphi, Visual Basic, C++, etc, a apresentação dos dados, bem como a navegação, passou a ser definida pelo programador ou o designer de aplicações. Como hoje em dia a maioria das linguagens de programação fazem ligações a bancos de dados, a apresentação destes tem ficado cada vez mais a critério dos meios de programação, fazendo com que os bancos de dados deixem de restringir-se às pesquisas básicas, dando lugar ao compartilhamento, em tempo real, de informações, mecanismos de busca inteligentes e permissividade de acesso hierarquizada.
[editar] Direitos de propriedade
A Diretiva CE de Bases de Dados (EU Database Directive), estabelecida pelo Parlamento Europeu em de 11 de março de 1996, fixa os termos de proteção jurídica a bancos de dados, em particular os direitos de propriedade sobre a base.
Mesmo para os países que não a adotam explicitamente, ou não possuam normas mais específicas sobre o tema, como o Brasil, tem sido a principal referência.
[editar] Aplicações de bancos de dados
Sistemas Gerenciadores de Bancos de dados são usados em muitas aplicações, enquanto atravessando virtualmente a gama inteira de software de computador. Os Sistemas Gerenciadores de Bancos de dados são o método preferido de armazenamento/recuperação de dados/informações para aplicações multi-usuárias grandes onde a coordenação entre muitos usuários é necessária. Até mesmo usuários individuais os acham conveniente, entretanto, muitos programas de correio eletrônico e organizadores pessoais estão baseados em tecnologia de banco de dados standard.
[editar] Aplicativo de Banco de Dados
Um Aplicativo de Banco de dados é um tipo de software exclusivo para gerenciar um banco de dados. Aplicativos de banco de dados abrangem uma vasta variedade de necessidades e objectivos, de pequenas ferramentas como uma agenda, até complexos sistemas empresariais para desempenhar tarefas como a contabilidade.
O termo "Aplicativo de Banco de dados" usualmente se refere a softwares que oferecem uma interface para o banco de dados. O software que gerencia os dados é geralmente chamado de sistema gerenciador de banco de dados (SGBD) ou (se for embarcado) de "database engine".
Exemplos de aplicativos de banco de dados são Microsoft Visual FoxPro, Microsoft Access, dBASE, FileMaker , (em certa medida) HyperCard, MySQL, PostgreSQL, Firebird, Microsoft SQL Server, Oracle, Informix, DB2, Caché e Sybase.
Em Março, 2004, AMR Research (como citado em um artigo da CNET News.com listado na secção de "Referências") previu que aplicações de banco de dados de código aberto seriam amplamente aceitas em 2006.[editar] Aplicativo de Banco de Dados
Um Aplicativo de Banco de dados é um tipo de software exclusivo para gerenciar um banco de dados. Aplicativos de banco de dados abrangem uma vasta variedade de necessidades e objectivos, de pequenas ferramentas como uma agenda, até complexos sistemas empresariais para desempenhar tarefas como a contabilidade.
O termo "Aplicativo de Banco de dados" usualmente se refere a softwares que oferecem uma interface para o banco de dados. O software que gerencia os dados é geralmente chamado de sistema gerenciador de banco de dados (SGBD) ou (se for embarcado) de "database engine".
Exemplos de aplicativos de banco de dados são Microsoft Visual FoxPro, Microsoft Access, dBASE, FileMaker , (em certa medida) HyperCard, MySQL, PostgreSQL, Firebird, Microsoft SQL Server, Oracle, Informix, DB2, Caché e Sybase.
Em Março, 2004, AMR Research (como citado em um artigo da CNET News.com listado na secção de "Referências") previu que aplicações de banco de dados de código aberto seriam amplamente aceitas em 2006.
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Banco de dados
ELABORANDO UMA MALA DIRETA UTILIZANDO WORD E EXCEL
Objetivo e Conceitos - Parte 1
Objetivo: Conceituar e demonstrar, através de exemplo prático, a criação de uma mala direta, usando os aplicativos Microsoft Word e Microsoft Excel, bem como recursos adicionais de consulta, edição e filtro aos dados dessa mala direta.
Pré-requisitos: O usuário deverá possuir conhecimento, no mínimo, dos aplicativos Microsoft Word e Microsoft Excel, para assimilação dos exemplos aqui demonstrados.
Mala Direta – Conceitos
Costuma-se chamar de mala direta quando temos uma correspondência (ofício, carta, memorando) emitida para vários destinatários, com o mesmo texto e/ou assunto.
Em outras palavras, digita-se um texto qualquer, e envia-se o mesmo para várias pessoas. Podemos citar como exemplos de mala-direta:
» Uma convocação de um cartório eleitoral, chamando seus eleitores para atualização cadastral;
» Uma carta emitida pelo setor de cobrança de uma empresa, solicitando que seus clientes quitem débitos em atraso;
» Um comunicado de uma empresa de telecomunicações, oferecendo condições especiais para seus assinantes a adquirirem uma segunda linha telefônica ou equipamentos de telefonia inteligentes;
» Uma rede de supermercados oferecendo produtos a preços promocionais.
Os exemplos são inúmeros, e o leitor provavelmente já se viu em alguma das situações acima. Agora que temos o conceito teórico, para melhor fixação da idéia, vamos “desenhar” a representação do que seria uma mala direta.
A mala direta é constituída por 3 elementos, que são:
a. O documento principal (podemos chamar de modelo, texto padrão, arquivo principal), que contem o texto que será igual para todos os destinatários. Perceba que existem lacunas na carta, que serão preenchidas posteriormente.
b. O arquivo de dados (base de dados, tabela, arquivo de dados), que contem os dados dos destinatários da carta , bem como outros elementos que compõem a mala direta. Estes dados vão preencher as lacunas, citadas no item a, acima.
c. Por fim, temos a mala direta propriamente dita (mala direta, documento mesclado), que é o resultado da mesclagem do documento principal com o arquivo de dados. Perceba que cada linha (registro) do arquivo de dados preencheu uma carta ou mala direta. Como temos 3 clientes (registros) no arquivo de dados, foi gerada uma mala direta com 3 cartas. Nota-se também que os campos em negrito, nas 3 cartas abaixo, provêm do arquivo de dados, acima.
É possível também , na etapa de mesclagem, filtrar os registros da mala direta. Isso quer dizer que, ao invés de imprimir todos os registros da mala direta, podemos definir critérios para mesclagem. No exemplo acima, poderíamos, caso necessário, enviar a mala direta apenas para clientes que estivessem com débito acima de 90 dias. O recurso de filtro será estudado nas próximas etapas deste tutorial.
O exemplo acima é didático e extremamente simples, e tem apenas a finalidade de criar uma imagem mental do processo de criação de uma mala direta. Em um ambiente real, corporativo, é normal criarmos malas diretas com centenas e até milhares de destinatários. É exatamente para esta situação que preparamos este tutorial, para que você tire todo o proveito do recurso de mala direta do Microsoft Word.
ETAPAS
Para criarmos uma mala direta, é necessário cumprir as seguintes etapas:
1. Elaboração do documento principal, onde digitamos o texto que será encaminhado para todos os destinatários da mala direta, com os espaços em branco para inserção dos dados dos destinatários;
2. Criar (ou editar, caso ela já exista) uma fonte de dados, ou seja, este arquivo deve conter os dados dos destinatários da mala direta. Neste tutorial, usaremos uma fonte de dados baseada no Excel, mas podemos utilizar fonte de dados do Microsoft Access, Dbase, arquivos texto, e assim por diante.
3. Editar o documento principal, inserindo os campos de mesclagem, ou seja, os campos que serão preenchidos com os dados da fonte de dados. Supondo uma mala direta que enviasse congratulações pelo aniversário de seus clientes, esses campos de mesclagem poderiam ser NOME, LOGRADOURO, BAIRRO, CIDADE, UF e DATA DE ANIVERSÁRIO.
4. Mesclagem – processo no qual os dados da fonte de dados são inseridos nos campos de mesclagem, compondo a carta que será enviada aos destinatários.
Nota
Pode ser que você já crie mala direta usando apenas o Microsoft Word para gerar os 2 arquivos (documento principal e arquivo de dados). Porém, este tutorial parte do princípio que você tem o arquivo de dados em uma origem externa (um arquivo do Excel, Access, Dbase, etc...). Ora, se você já tem os dados em um arquivo externo, não há porque incluí-los no Word através de digitação. Outra vantagem é que, usando uma fonte de dados externa, este arquivo pode ficar em uma pasta compartilhada em um servidor de rede, e portanto disponível para todos os usuários da empresa. Esta integração dos aplicativos Office é o que eu quero mostrar a partir de agora. Mãos à obra!
Conclusão
Nesta primeira parte falamos rapidamente sobre conceitos e finalidades da mala direta. Na próxima parte vamos começar a criar o documento principal.
Objetivo: Conceituar e demonstrar, através de exemplo prático, a criação de uma mala direta, usando os aplicativos Microsoft Word e Microsoft Excel, bem como recursos adicionais de consulta, edição e filtro aos dados dessa mala direta.
Pré-requisitos: O usuário deverá possuir conhecimento, no mínimo, dos aplicativos Microsoft Word e Microsoft Excel, para assimilação dos exemplos aqui demonstrados.
Mala Direta – Conceitos
Costuma-se chamar de mala direta quando temos uma correspondência (ofício, carta, memorando) emitida para vários destinatários, com o mesmo texto e/ou assunto.
Em outras palavras, digita-se um texto qualquer, e envia-se o mesmo para várias pessoas. Podemos citar como exemplos de mala-direta:
» Uma convocação de um cartório eleitoral, chamando seus eleitores para atualização cadastral;
» Uma carta emitida pelo setor de cobrança de uma empresa, solicitando que seus clientes quitem débitos em atraso;
» Um comunicado de uma empresa de telecomunicações, oferecendo condições especiais para seus assinantes a adquirirem uma segunda linha telefônica ou equipamentos de telefonia inteligentes;
» Uma rede de supermercados oferecendo produtos a preços promocionais.
Os exemplos são inúmeros, e o leitor provavelmente já se viu em alguma das situações acima. Agora que temos o conceito teórico, para melhor fixação da idéia, vamos “desenhar” a representação do que seria uma mala direta.
A mala direta é constituída por 3 elementos, que são:
a. O documento principal (podemos chamar de modelo, texto padrão, arquivo principal), que contem o texto que será igual para todos os destinatários. Perceba que existem lacunas na carta, que serão preenchidas posteriormente.
b. O arquivo de dados (base de dados, tabela, arquivo de dados), que contem os dados dos destinatários da carta , bem como outros elementos que compõem a mala direta. Estes dados vão preencher as lacunas, citadas no item a, acima.
c. Por fim, temos a mala direta propriamente dita (mala direta, documento mesclado), que é o resultado da mesclagem do documento principal com o arquivo de dados. Perceba que cada linha (registro) do arquivo de dados preencheu uma carta ou mala direta. Como temos 3 clientes (registros) no arquivo de dados, foi gerada uma mala direta com 3 cartas. Nota-se também que os campos em negrito, nas 3 cartas abaixo, provêm do arquivo de dados, acima.
É possível também , na etapa de mesclagem, filtrar os registros da mala direta. Isso quer dizer que, ao invés de imprimir todos os registros da mala direta, podemos definir critérios para mesclagem. No exemplo acima, poderíamos, caso necessário, enviar a mala direta apenas para clientes que estivessem com débito acima de 90 dias. O recurso de filtro será estudado nas próximas etapas deste tutorial.
O exemplo acima é didático e extremamente simples, e tem apenas a finalidade de criar uma imagem mental do processo de criação de uma mala direta. Em um ambiente real, corporativo, é normal criarmos malas diretas com centenas e até milhares de destinatários. É exatamente para esta situação que preparamos este tutorial, para que você tire todo o proveito do recurso de mala direta do Microsoft Word.
ETAPAS
Para criarmos uma mala direta, é necessário cumprir as seguintes etapas:
1. Elaboração do documento principal, onde digitamos o texto que será encaminhado para todos os destinatários da mala direta, com os espaços em branco para inserção dos dados dos destinatários;
2. Criar (ou editar, caso ela já exista) uma fonte de dados, ou seja, este arquivo deve conter os dados dos destinatários da mala direta. Neste tutorial, usaremos uma fonte de dados baseada no Excel, mas podemos utilizar fonte de dados do Microsoft Access, Dbase, arquivos texto, e assim por diante.
3. Editar o documento principal, inserindo os campos de mesclagem, ou seja, os campos que serão preenchidos com os dados da fonte de dados. Supondo uma mala direta que enviasse congratulações pelo aniversário de seus clientes, esses campos de mesclagem poderiam ser NOME, LOGRADOURO, BAIRRO, CIDADE, UF e DATA DE ANIVERSÁRIO.
4. Mesclagem – processo no qual os dados da fonte de dados são inseridos nos campos de mesclagem, compondo a carta que será enviada aos destinatários.
Nota
Pode ser que você já crie mala direta usando apenas o Microsoft Word para gerar os 2 arquivos (documento principal e arquivo de dados). Porém, este tutorial parte do princípio que você tem o arquivo de dados em uma origem externa (um arquivo do Excel, Access, Dbase, etc...). Ora, se você já tem os dados em um arquivo externo, não há porque incluí-los no Word através de digitação. Outra vantagem é que, usando uma fonte de dados externa, este arquivo pode ficar em uma pasta compartilhada em um servidor de rede, e portanto disponível para todos os usuários da empresa. Esta integração dos aplicativos Office é o que eu quero mostrar a partir de agora. Mãos à obra!
Conclusão
Nesta primeira parte falamos rapidamente sobre conceitos e finalidades da mala direta. Na próxima parte vamos começar a criar o documento principal.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Como funciona o Core Parking no Windows Server 2008 R2
Uma das principais novidades do R2, quando falamos de Green IT é o Core Parking, que resumidamente é a capacidade que o Windows Server 2008 R2 tem de gerenciar os núcleos do processador, como você poderá observar mais abaixo.
No diagrama ao lado, o que está ilustrado é um processador com 4 núcleos (quad-core). você pode ver que apenas 1 core está ativo e os outros estão inativos ou “parked”. Isto significa que esses 3 núcleos estão consumindo menos energia, o que significa no final das contas que o servidor como um todo está gastando menos energia. Como se não basta-se, tudo isso é configurável por GPOs (Local ou de Domínio).
No diagrama ao lado, o que está ilustrado é um processador com 4 núcleos (quad-core). você pode ver que apenas 1 core está ativo e os outros estão inativos ou “parked”. Isto significa que esses 3 núcleos estão consumindo menos energia, o que significa no final das contas que o servidor como um todo está gastando menos energia. Como se não basta-se, tudo isso é configurável por GPOs (Local ou de Domínio).
Mas como isso funciona na prática ? Bom, imagine que você tem 4 VMs que no geral não consomem muito processador, como por exemplo servidores de file share, o sistema operacional faz o calculo de quanto processamento essas VMs precisam e depois move para a quantidade necessária de COREs para atendê-las, deixando os outros cores inativos, gerando a economia de energia sem perda de performance. Muito importante mencionar que se a necessidade de processamento aumentar o OS ativa os outros cores de forma praticamente instantantânea.
Mas como isso funciona na prática ? Bom, imagine que você tem 4 VMs que no geral não consomem muito processador, como por exemplo servidores de file share, o sistema operacional faz o calculo de quanto processamento essas VMs precisam e depois move para a quantidade necessária de COREs para atendê-las, deixando os outros cores inativos, gerando a economia de energia sem perda de performance. Muito importante mencionar que se a necessidade de processamento aumentar o OS ativa os outros cores de forma praticamente instantantânea.
Agora vamos supor que as suas VMs realmente não precisam de muito processamento e você quer economizar ainda mais energia, você ainda pode utilizar o modo de redução de consumo de energia, fazendo o ajuste da velocidade do processador (P-State). (Aqui sim há real perda de performance, porque você está limitando a velocidade máxima do processador, diferente do que ocorre com o Core Parking)
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Allysson Dantas,
Core Parking no Windows
Dica Prova
A prova será de mala direta no excel e você deverá postar um texto no Blog referente a um tema pedido.
O Novo Windows 7
Windows Vista já era e a Microsoft assumiu que seu sistema operacional é uma merda.
Na última semana, foi anunciado oficialmente o novo sistema operacional da Microsoft, o Windows 7. Primeira mudança começa pelo nome, que voltou a ser classificado por número e não mais nomes como Xp, etc.
Não podemos negar que o Bill Gates é um cara com visão de futuro, desde a criação da Microsoft até a sua despedida da empresa, pois viu que daqui 5 anos a google terá massacrado as suas ideias.
Mas voltando ao assunto, o Windows 7 é prometido para ser lançado no final de 2009 lá na época do natal para alavancar as vendas, que querendo ou não são casadas com os Notebooks que estão em alta. Um grande diferencial é o recurso de toque na tela e que promete um futuro de novos conceitos de interação com o usuário, abandonando o idéia de mouse e teclado. Acredito que no natal de 2009 já estejam no mercado, modelos de notebook com telas touch screen e com isso aptos para rodar o Windows 7, o que será mais um nicho de mercado e uma grande sacada do tio Bill. Mas será que pega?
Uma grande promessa do Windows 7 é de que ele funcionará como deveria funcionar o vista, que deu com o burros na água, devido a ser necessário a utilização de muito recurso de hardware, consequentemente memória ram, etc.
Eu acho que o vista surgiu com muita frescura incorporada, ele deveria ser instalado bem básico, de forma a rodar bem leve e parecido com o XP, para daí usuários mais avançados poderem habilitar os recursos adicionais e utilizarem como bem entender. Dessa forma o vista deixou de ser um sistema para facilitar a vida do usuário e sim.
Na última semana, foi anunciado oficialmente o novo sistema operacional da Microsoft, o Windows 7. Primeira mudança começa pelo nome, que voltou a ser classificado por número e não mais nomes como Xp, etc.
Não podemos negar que o Bill Gates é um cara com visão de futuro, desde a criação da Microsoft até a sua despedida da empresa, pois viu que daqui 5 anos a google terá massacrado as suas ideias.
Mas voltando ao assunto, o Windows 7 é prometido para ser lançado no final de 2009 lá na época do natal para alavancar as vendas, que querendo ou não são casadas com os Notebooks que estão em alta. Um grande diferencial é o recurso de toque na tela e que promete um futuro de novos conceitos de interação com o usuário, abandonando o idéia de mouse e teclado. Acredito que no natal de 2009 já estejam no mercado, modelos de notebook com telas touch screen e com isso aptos para rodar o Windows 7, o que será mais um nicho de mercado e uma grande sacada do tio Bill. Mas será que pega?
Uma grande promessa do Windows 7 é de que ele funcionará como deveria funcionar o vista, que deu com o burros na água, devido a ser necessário a utilização de muito recurso de hardware, consequentemente memória ram, etc.
Eu acho que o vista surgiu com muita frescura incorporada, ele deveria ser instalado bem básico, de forma a rodar bem leve e parecido com o XP, para daí usuários mais avançados poderem habilitar os recursos adicionais e utilizarem como bem entender. Dessa forma o vista deixou de ser um sistema para facilitar a vida do usuário e sim.
Sistemas de Informações Gerenciais
Os sistemas de informações gerenciais são a forma mais comum de sistemas de apoio gerencial. Eles fornecem aos usuários finais administrativos produtos de informação que apoiam grande parte de suas necessidades de tomada de decisão do dia a dia. Os SIG fornecem uma diversidade de informações pré-especificadas (relatórios) e exibições em vídeo para a administração, que podem ser utilizadas para ajudá-los a tomar tipos estruturados mais eficazes de decisões diárias. Os produtos de informação fornecidos aos gerentes incluem exibições em vídeo e relatórios que podem ser providos:
a) Por solicitação – relatórios de demanda
Por exemplo, antes de “fechar” uma venda, o representante de vendas poderia procurar um relatório de demanda, ou consulta em tela, sobre quanto de um item em particular existe no estoque.
b) Periodicamente, de acordo com uma tabela pré-determinada – relatórios programados
Por exemplo, um relatório resumido dos custos totais de folha de pagamento poderia ajudar um gerente de contabilidade a prever futuros custos na folha de pagamento.
Estrutura de relatórios gerenciais:
Para a estruturação dos relatórios gerenciais, o analista de sistemas, organização e métodos pode considerar alguns aspectos básicos (conteúdo mínimo):
A) NÚMEROS
Os números devem apresentar a situação atual, bem como outros aspectos, entre os quais podem ser citados:
- o período anterior
- o mesmo período do ano (exercício) anterior; e
- a situação desejada.
Os números devem sempre apresentar uma situação de relatividade, principalmente percentual.
B) GRÁFICOS
Um aspecto de grande valia para os relatórios gerenciais são os gráficos, pois os mesmos têm a finalidade de facilitar o entendimento do assunto através de melhor visualização
Devem apresentar os níveis de tomada de decisão, através da indicação das situações máxima, média ou mínima.
C) COMENTÁRIOS
As pessoas podem ter, algumas vezes, diferentes interpretações dos relatórios gerenciais, o que pode gerar problemas no processo decisório. Portanto, são válidos os comentários sobre o conteúdo apresentado pelo relatório.
D) Decisões / ações
De acordo com o modelo proposto nesta apostila, as decisões/ações tomadas representam o ponto mais importante para o relatório gerencial. A explicitação das decisões/ações tomadas em relação a determinado assunto força o executivo a tornar claro o seu procedimento.
Fica evidente a necessidade de explicitar os recursos de que as decisões/ações vão necessitar.
Outro aspecto a ser considerado é o das decisões/ações alternativas que o executivo poderá adotar no desenvolvimento dos trabalhos.
E) Resultados
O executivo está em constante busca da otimização dos resultados. Portanto deve explicitar os resultados que pretende alcançar através das decisões/ações tomadas com base nas informações apresentadas através de números e gráficos.
a) Por solicitação – relatórios de demanda
Por exemplo, antes de “fechar” uma venda, o representante de vendas poderia procurar um relatório de demanda, ou consulta em tela, sobre quanto de um item em particular existe no estoque.
b) Periodicamente, de acordo com uma tabela pré-determinada – relatórios programados
Por exemplo, um relatório resumido dos custos totais de folha de pagamento poderia ajudar um gerente de contabilidade a prever futuros custos na folha de pagamento.
Estrutura de relatórios gerenciais:
Para a estruturação dos relatórios gerenciais, o analista de sistemas, organização e métodos pode considerar alguns aspectos básicos (conteúdo mínimo):
A) NÚMEROS
Os números devem apresentar a situação atual, bem como outros aspectos, entre os quais podem ser citados:
- o período anterior
- o mesmo período do ano (exercício) anterior; e
- a situação desejada.
Os números devem sempre apresentar uma situação de relatividade, principalmente percentual.
B) GRÁFICOS
Um aspecto de grande valia para os relatórios gerenciais são os gráficos, pois os mesmos têm a finalidade de facilitar o entendimento do assunto através de melhor visualização
Devem apresentar os níveis de tomada de decisão, através da indicação das situações máxima, média ou mínima.
C) COMENTÁRIOS
As pessoas podem ter, algumas vezes, diferentes interpretações dos relatórios gerenciais, o que pode gerar problemas no processo decisório. Portanto, são válidos os comentários sobre o conteúdo apresentado pelo relatório.
D) Decisões / ações
De acordo com o modelo proposto nesta apostila, as decisões/ações tomadas representam o ponto mais importante para o relatório gerencial. A explicitação das decisões/ações tomadas em relação a determinado assunto força o executivo a tornar claro o seu procedimento.
Fica evidente a necessidade de explicitar os recursos de que as decisões/ações vão necessitar.
Outro aspecto a ser considerado é o das decisões/ações alternativas que o executivo poderá adotar no desenvolvimento dos trabalhos.
E) Resultados
O executivo está em constante busca da otimização dos resultados. Portanto deve explicitar os resultados que pretende alcançar através das decisões/ações tomadas com base nas informações apresentadas através de números e gráficos.
A origem do Sistema de informação
Sistema de Informação (em inglês, Information System) é a expressão utilizada para descrever um sistema automatizado (que pode ser denominado como Sistema de Informação Computadorizado), ou mesmo manual, que abrange pessoas, máquinas, e/ou métodos organizados para coletar, processar, transmitir e disseminar dados que representam informação para o usuário e/ou cliente. Além disso, o termo também é utilizado para descrever a área de conhecimento encarregada do estudo de Sistemas de Informação, Tecnologia da Informação e suas relações com as organizações. Neste contexto, esta disciplina é comumente classificada como uma Ciência Exata.
A área de conhecimento Sistemas de Informação é uma sub-área da Ciência da Computação.
Um terceiro uso para a expressão Sistemas de Informação refere-se a um curso de graduação cujo foco é o desenvolvimento e aplicação de Sistemas de Informação Computadorizados nas organizações. O conteúdo deste curso abrange aspectos técnicos, gerenciais e sociológicos, abrangendo, em linhas gerais, os conteúdos relevantes estudados na área de conhecimento Sistemas de Informação.
As concepções mais modernas de Sistemas de Informação contemplam também os Sistemas de telecomunicações e/ou equipamentos relacionados; sistemas ou subsistemas interconectados que utilizam equipamentos na aquisição, armazenamento, manipulação, gestão, movimento, no controle, na exposição, na troca, no intercâmbio, na transmissão, ou na recepção da voz e/ou dos dados, e inclui o software e hardware utilizados. Em relação a esta última definição, é comum nos meios acadêmicos a utilização do termo Tecnologias da Informação e Comunicação (ICT - Information and Communication Technologies).
Um Sistema de Informação pode ser então definido como todo sistema usado para prover informação (incluindo o seu processamento), qualquer que seja o uso feito dessa informação.
Um sistema de informação possui vários elementos inter-relacionados que coletam (entrada), manipulam e armazenam (processo), disseminam (saída) os dados e informações e fornecem um mecanismo de feedback.
A área de conhecimento Sistemas de Informação é uma sub-área da Ciência da Computação.
Um terceiro uso para a expressão Sistemas de Informação refere-se a um curso de graduação cujo foco é o desenvolvimento e aplicação de Sistemas de Informação Computadorizados nas organizações. O conteúdo deste curso abrange aspectos técnicos, gerenciais e sociológicos, abrangendo, em linhas gerais, os conteúdos relevantes estudados na área de conhecimento Sistemas de Informação.
As concepções mais modernas de Sistemas de Informação contemplam também os Sistemas de telecomunicações e/ou equipamentos relacionados; sistemas ou subsistemas interconectados que utilizam equipamentos na aquisição, armazenamento, manipulação, gestão, movimento, no controle, na exposição, na troca, no intercâmbio, na transmissão, ou na recepção da voz e/ou dos dados, e inclui o software e hardware utilizados. Em relação a esta última definição, é comum nos meios acadêmicos a utilização do termo Tecnologias da Informação e Comunicação (ICT - Information and Communication Technologies).
Um Sistema de Informação pode ser então definido como todo sistema usado para prover informação (incluindo o seu processamento), qualquer que seja o uso feito dessa informação.
Um sistema de informação possui vários elementos inter-relacionados que coletam (entrada), manipulam e armazenam (processo), disseminam (saída) os dados e informações e fornecem um mecanismo de feedback.
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Arlan Alves,
sistema de informação a origem
Microsoft mostra novas tecnologias de publicidade digital
Durante sua Demo Fest na semana passada, o adCenter Labs da Microsoft apresentou algumas novas tecnologias em torno de publicidade digital. As duas que mais me chamaram atenção são ferramentas para inserção de anúncios em vídeos.
A primeira delas trabalha com o reconhecimento de áudio e voz para exibir publicidade contextual a partir do conteúdo que está sendo exibido no vídeo. É claro que isso dá muita margem para erro, se já acontece bastante com anúncios contextuais via texto, imagine com vídeos que oferecem conteúdo tão distinto e variado. Mas é claro, tudo é uma questão de otimização.
Veja uma demonstração abaixo, apresentada por Arun Surendran, pesquisador senior do MSN AdCenter:
Outra ferramenta apresentada pela Microsoft serve para criar um product placement dinâmico em vídeos. Philip Lee, analista de pesquisa do MSN AdCenter, explica a tecnologia abaixo.
A primeira vista pode parecer invasivo demais, aquele vídeo famoso na web de repente surgir recheado de publicidade. Mas imagine as possibilidades. O criador de um viral de sucesso, de um canal de vídeos online com grande audiência, poderia negociar product placement em suas gravações, sem a necessidade de maiores produções ou qualquer outra intervenção externa, bastando alguns cliques. Outra ferramenta apresentada pela Microsoft serve para criar um product placement dinâmico em vídeos. Philip Lee, analista de pesquisa do MSN AdCenter, explica a tecnologia abaixo.
A primeira vista pode parecer invasivo demais, aquele vídeo famoso na web de repente surgir recheado de publicidade. Mas imagine as possibilidades. O criador de um viral de sucesso, de um canal de vídeos online com grande audiência, poderia negociar product placement em suas gravações, sem a necessidade de maiores produções ou qualquer outra intervenção externa, bastando alguns cliques.
A primeira delas trabalha com o reconhecimento de áudio e voz para exibir publicidade contextual a partir do conteúdo que está sendo exibido no vídeo. É claro que isso dá muita margem para erro, se já acontece bastante com anúncios contextuais via texto, imagine com vídeos que oferecem conteúdo tão distinto e variado. Mas é claro, tudo é uma questão de otimização.
Veja uma demonstração abaixo, apresentada por Arun Surendran, pesquisador senior do MSN AdCenter:
Outra ferramenta apresentada pela Microsoft serve para criar um product placement dinâmico em vídeos. Philip Lee, analista de pesquisa do MSN AdCenter, explica a tecnologia abaixo.
A primeira vista pode parecer invasivo demais, aquele vídeo famoso na web de repente surgir recheado de publicidade. Mas imagine as possibilidades. O criador de um viral de sucesso, de um canal de vídeos online com grande audiência, poderia negociar product placement em suas gravações, sem a necessidade de maiores produções ou qualquer outra intervenção externa, bastando alguns cliques. Outra ferramenta apresentada pela Microsoft serve para criar um product placement dinâmico em vídeos. Philip Lee, analista de pesquisa do MSN AdCenter, explica a tecnologia abaixo.
A primeira vista pode parecer invasivo demais, aquele vídeo famoso na web de repente surgir recheado de publicidade. Mas imagine as possibilidades. O criador de um viral de sucesso, de um canal de vídeos online com grande audiência, poderia negociar product placement em suas gravações, sem a necessidade de maiores produções ou qualquer outra intervenção externa, bastando alguns cliques.
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novas tecnologia da microsoft
A Contabilidade e o Comércio Varejista
A Contabilidade E O Comércio Varejista Já dissemos em nosso artigo sobre contabilidade agrícola, que nem todas as pessoas têm uma compreensão exata de como a contabilidade se insere no mundo dos negócios. Entretanto
Já dissemos em nosso artigo sobre contabilidade agrícola, que nem todas as pessoas têm uma compreensão exata de como a contabilidade se insere no mundo dos negócios. Entretanto, é uma necessidade imperiosa para quem exerce alguma atividade, seja comercial, industrial, bancária, de serviços, agrícola ou qualquer outra. Ao contrário do que muitos empresários pensam, contabilidade não é luxo nem é burocracia: é uma necessidade para qualquer empreendimento. No comércio varejista não é diferente. Muita gente pensa que controlando as compras e as vendas, tudo estará resolvido. É aí onde está o problema! Não há muita diferença entre a contabilidade comercial (de varejo) e a contabilidade de custos (industrial). Tudo gira em torno de como as operações se desenvolvem: a indústria aplica insumos na produção e obtém o produto final; o comércio compra o produto final, armazena e revende ao consumidor. Entre uma ponta e a outra dessa linha está à atividade do comércio varejista, que merece nossa maior atenção. Dizer que o comércio se resume em comprar e vender será ignorar a essência das coisas. Comércio é muito mais que comprar e vender: é saber comprar e muito mais saber vender. Do contrário será melhor mudar de ramo. Enquanto ainda é tempo! Em primeiro lugar, é necessário conhecimento específico. Todo comerciante precisa conhecer muito bem seu ramo de negócios. Autopeças pode ser um ramo muito atrativo, mas é diferente de confecções, ou de armarinho.
Já dissemos em nosso artigo sobre contabilidade agrícola, que nem todas as pessoas têm uma compreensão exata de como a contabilidade se insere no mundo dos negócios. Entretanto, é uma necessidade imperiosa para quem exerce alguma atividade, seja comercial, industrial, bancária, de serviços, agrícola ou qualquer outra. Ao contrário do que muitos empresários pensam, contabilidade não é luxo nem é burocracia: é uma necessidade para qualquer empreendimento. No comércio varejista não é diferente. Muita gente pensa que controlando as compras e as vendas, tudo estará resolvido. É aí onde está o problema! Não há muita diferença entre a contabilidade comercial (de varejo) e a contabilidade de custos (industrial). Tudo gira em torno de como as operações se desenvolvem: a indústria aplica insumos na produção e obtém o produto final; o comércio compra o produto final, armazena e revende ao consumidor. Entre uma ponta e a outra dessa linha está à atividade do comércio varejista, que merece nossa maior atenção. Dizer que o comércio se resume em comprar e vender será ignorar a essência das coisas. Comércio é muito mais que comprar e vender: é saber comprar e muito mais saber vender. Do contrário será melhor mudar de ramo. Enquanto ainda é tempo! Em primeiro lugar, é necessário conhecimento específico. Todo comerciante precisa conhecer muito bem seu ramo de negócios. Autopeças pode ser um ramo muito atrativo, mas é diferente de confecções, ou de armarinho.
A importancia do sistema de informação

A informação é um componente vital de seu negócio. Como seus mais valiosos bens, você a guarda, protege e acessa quando precisar dela – agir de forma incorreta pode levar a graves repercussões. Porém, gerenciar tal informação com segurança requer recursos; recursos melhor concentrados em suas competências básicas.
Como líder global em gerenciamento de informações, a Recall fornece os serviços de que você precisa durante todo o ciclo de vida da informação. Desde o armazenamento e recuperação de documentos, até a conversão digital, proteção e destruição segura de dados, a Recall fornece às empresas mais do que gerenciamento seguro de informações – nós fornecemos tranqüilidade.
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Sistema de informação Janiele Vital Noroes.
inicio da computação
Em seu início, a computação era tida como um mecanismo que tornava possível automatizar determinadas tarefas em grandes empresas e nos meios governamentais. Com o avanço tecnológico, as "máquinas gigantes" começaram a perder espaço para equipamentos cada vez menores e mais poderosos. A evolução das telecomunicações permitiu que, aos poucos, os computadores passassem a se comunicar, mesmo estando em lugares muito distantes geograficamente. Como conseqüência, tais máquinas deixaram de simplesmente automatizar tarefas e passaram a lidar com Informação.
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Manoel filho
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