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quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Modelos Organizacionais e Inovação Tecnologica.
Hoje no mundo globalizado, na chamada sociedade da informação, o que mais se preza nas organizações e no mercado são as informações. As informações são valiosas e são estas as fonte de renda da maioria das organizações do século 21. O mercado globalizado é altamente concorrido e para uma organização crescer neste mercado ela deve ter um ótimo modelo de gestão organizacional, que vise a vantagem tecnologica, inteligência competitiva e sustentabilidade, uma palavra que re-definiu o conceito de lucro e sucesso para as organizações.
Os modelos organizacionais são formas de gestão para se conduzir ou administrar uma empresa ou organização. É o modelo organizacional que define como a organização se portará no mercado, como ela conduzirá seu trabalho, como alcançará seus objetivos, como produzira seus produtos além do papel de manter integrado todos os processos de funcionamento para aproveitamento das sinergias.
Um modelo organizacional tem um papel super importante na vida de uma organização como dito. Ele também é o resposável pela identificação, captura, seleção e validação, organização e armazenagem, compartilhamento, aplicação, criação do conhecimento organizacional, aprendizagem organizacional para que esta possa ter condições de competir no mercado globalizado.
A aprendizagem organizacional também faz parte de um modelo, ela é responsavel por criar, adquirir, transferir conhecimentos e modificar comportamentos e até os modelos, refletindo o novo conhecimento. Uma organização de aprendizagem possue habilidades em cinco principais atividades: Resolução sitemática de problemas, experimentação de novas abordagens, aprendizado a partir da própria experiência e história passada, aprendizado através de experiências e melhores práticas de outros e a transferência do conhecimento de forma rápida e eficiente por toda a organização.
Dentro de um modelo organizacional pode estar descrito que uma organização seguira a inovação tecnologica. O surgimento sistemático de novas tecnologias, amparadas por inovadoras possibilidades de geração e integração da informação, constrói um ambiente extremamente desafiador para o desenvolvimento de projetos de produtos para as organizações. Neste ambiente, as necessidades de mercado que um produto visa satisfazer e as tecnologias exigidas para tal, radicalmente, podem mudar antes mesmo da implementação do projeto. Superar estes desafios não é somente uma tarefa da função projeto, ou um problema exclusivo das funções marketing e manufatura, mas um desafio inerente a toda a organização. Com isto, surgem inovações organizacionais nas quais times de projetos interdisiciplinares atuam interativa e colaborativamente, ao longo do desenvolvimento dos produtos dentro dos modelos.
Por isto a inovação tecnologica é fundamental para alcançar ou sustentar uma vantagem competitiva num mercado em acelerada transformação, mas é bem restrito o número de organizações e modelos trabalham e focam na inovação.
Para sempre se buscar a inovação tecnologica um modelo organizacional deve seguir passos:
* É preciso primeiramente ousar, ou diria, antes, superar o medo de ousar.
* O sucesso de um negócio está relacionado à capacidade do empreendedor de buscar o diferente, o quase-impossível.
* É preciso estar aberto para o inesperado.
* Desta forma será possível reconhecer uma descoberta ou uma oportunidade quando você der de cara com ela.
* Algumas pessoas confundem criatividade com inovação. São coisas distintas, porém dependentes.
Ou seja: “Criatividade é pensar coisas novas. . . Inovação é fazer coisas novas”.
A inovação, portanto é fruto da criatividade. A criatividade é o meio, o processo e não o produto. Ou seja, é necessário que se tenha um raciocínio criativo para produzir idéias novas que vão gerar coisas novas ou INOVAÇÃO. Inovar é pensar o absurdo e transformá-lo em lógico. Einstein dizia que “se, na sua formulação inicial, uma idéia não parecer absurda, ela provavelmente não é uma idéia inovadora”.
Inovar também é gerar idéias alternativas.
Como fazer melhor o que já fazemos bem? Como fazer em menos tempo, com mais economia, em menos etapas, com mais facilidade, com menos recursos? Com mais facilidade para produzir, estocar, distribuir, etc? Com outras pessoas? .Inovar é gerar alternativas melhores para velhas soluções ou alternativas novas para resolver novos e velhos problemas. Fazer diferente pode fazer a diferença entre liderar ou correr atrás do líder. Para fazer diferente é preciso pensar diferente.
Um novo olhar exige uma percepção ampliada e um raciocínio divergente, um “estar insatisfeito” e um questionamento permanentes.
As boas idéias nascem de perguntas. A inovação surge quando acreditamos que tudo pode ser melhorado.
Portanto os modelos organizacionais deve estar sempre focados para as inovações do mercado. Principalmente para as tecnologicas que são as que mais oferem vantagem competitiva.
Os modelos organizacionais são formas de gestão para se conduzir ou administrar uma empresa ou organização. É o modelo organizacional que define como a organização se portará no mercado, como ela conduzirá seu trabalho, como alcançará seus objetivos, como produzira seus produtos além do papel de manter integrado todos os processos de funcionamento para aproveitamento das sinergias.
Um modelo organizacional tem um papel super importante na vida de uma organização como dito. Ele também é o resposável pela identificação, captura, seleção e validação, organização e armazenagem, compartilhamento, aplicação, criação do conhecimento organizacional, aprendizagem organizacional para que esta possa ter condições de competir no mercado globalizado.
A aprendizagem organizacional também faz parte de um modelo, ela é responsavel por criar, adquirir, transferir conhecimentos e modificar comportamentos e até os modelos, refletindo o novo conhecimento. Uma organização de aprendizagem possue habilidades em cinco principais atividades: Resolução sitemática de problemas, experimentação de novas abordagens, aprendizado a partir da própria experiência e história passada, aprendizado através de experiências e melhores práticas de outros e a transferência do conhecimento de forma rápida e eficiente por toda a organização.
Dentro de um modelo organizacional pode estar descrito que uma organização seguira a inovação tecnologica. O surgimento sistemático de novas tecnologias, amparadas por inovadoras possibilidades de geração e integração da informação, constrói um ambiente extremamente desafiador para o desenvolvimento de projetos de produtos para as organizações. Neste ambiente, as necessidades de mercado que um produto visa satisfazer e as tecnologias exigidas para tal, radicalmente, podem mudar antes mesmo da implementação do projeto. Superar estes desafios não é somente uma tarefa da função projeto, ou um problema exclusivo das funções marketing e manufatura, mas um desafio inerente a toda a organização. Com isto, surgem inovações organizacionais nas quais times de projetos interdisiciplinares atuam interativa e colaborativamente, ao longo do desenvolvimento dos produtos dentro dos modelos.
Por isto a inovação tecnologica é fundamental para alcançar ou sustentar uma vantagem competitiva num mercado em acelerada transformação, mas é bem restrito o número de organizações e modelos trabalham e focam na inovação.
Para sempre se buscar a inovação tecnologica um modelo organizacional deve seguir passos:
* É preciso primeiramente ousar, ou diria, antes, superar o medo de ousar.
* O sucesso de um negócio está relacionado à capacidade do empreendedor de buscar o diferente, o quase-impossível.
* É preciso estar aberto para o inesperado.
* Desta forma será possível reconhecer uma descoberta ou uma oportunidade quando você der de cara com ela.
* Algumas pessoas confundem criatividade com inovação. São coisas distintas, porém dependentes.
Ou seja: “Criatividade é pensar coisas novas. . . Inovação é fazer coisas novas”.
A inovação, portanto é fruto da criatividade. A criatividade é o meio, o processo e não o produto. Ou seja, é necessário que se tenha um raciocínio criativo para produzir idéias novas que vão gerar coisas novas ou INOVAÇÃO. Inovar é pensar o absurdo e transformá-lo em lógico. Einstein dizia que “se, na sua formulação inicial, uma idéia não parecer absurda, ela provavelmente não é uma idéia inovadora”.
Inovar também é gerar idéias alternativas.
Como fazer melhor o que já fazemos bem? Como fazer em menos tempo, com mais economia, em menos etapas, com mais facilidade, com menos recursos? Com mais facilidade para produzir, estocar, distribuir, etc? Com outras pessoas? .Inovar é gerar alternativas melhores para velhas soluções ou alternativas novas para resolver novos e velhos problemas. Fazer diferente pode fazer a diferença entre liderar ou correr atrás do líder. Para fazer diferente é preciso pensar diferente.
Um novo olhar exige uma percepção ampliada e um raciocínio divergente, um “estar insatisfeito” e um questionamento permanentes.
As boas idéias nascem de perguntas. A inovação surge quando acreditamos que tudo pode ser melhorado.
Portanto os modelos organizacionais deve estar sempre focados para as inovações do mercado. Principalmente para as tecnologicas que são as que mais oferem vantagem competitiva.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Tecnologia da informação empresas
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
ITIL
Trazendo a visão do ITIL(r) sobre o assunto, o livro Service Strategy cita , em certo momento ( não sei bem onde é pois não costumo decorar os livros), provavelmente quando ele discute o benefício ou o objetivo desta fase do ciclo de vida, que a idéia é entender, e mesmo administrar, o relacionamento entre os diversos serviços, sistemas e processos de TI com os modelos, estratégias e objetivos de negócio.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
SIT São Luís
SIT São Luís
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Um ônibus de São Luís.
O Sistema Integrado de Transporte conhecido como SIT ou SIT São Luís, é o sistema de transporte adotado pela cidade de São Luís, capital do Estado do Maranhão. Ele se baseia em cinco terminais integradas (Beira Mar, São Cristovão, Cohab-Cohatrac, Cohama-Vinhais e Distrito Industrial). A cidade tem uma frota de cerca de 1000 veículos, que operam em 150 linhas urbanas, semi-urbanas e metropolitanas (que saem de outros municípios da região Metropolitana) e que transporta cerca de 500 mil pessoas por dia. O sistema é administrado pela SMTT, Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte.
Índice[esconder]
1 Categorias de ônibus
2 Cores dos ônibus
3 Prestadoras de serviços
4 Galeria
5 Ver também
6 Referências
7 Link
//
[editar] Categorias de ônibus
Os ônibus são divididos em duas categorias:
Alimentadora: Só vai até o terminal e volta ao bairro, sem ir até centro da cidade.
Direta: Vai até o centro da cidade, passando pelos terminais.
[editar] Cores dos ônibus
Os ônibus de São Luís obedecem um sistema de identificação de cores por terminal:
Amarelo: Terminal São Cristovão
Azul: Terminal Distrito Industrial
Vermelho: Terminal Cohama-Vinhais
Bege: Terminal Praia Grande
Verde: Terminal Cohab-Cohatrac
Branco: Não Integrado
É importante mencionar que em São Luís todas linhas são circulares, ou seja, partem do bairro e seguem até o centro, voltando ao bairro sempre com o mesmo letreiro. Nos terminais, é comum ver ônibus de mesma linha porém com sentido diferente: ou sentido centro, ou sentido bairro. O turista precisa ficar atento ao sentido que pretende seguir.Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Um ônibus de São Luís.
O Sistema Integrado de Transporte conhecido como SIT ou SIT São Luís, é o sistema de transporte adotado pela cidade de São Luís, capital do Estado do Maranhão. Ele se baseia em cinco terminais integradas (Beira Mar, São Cristovão, Cohab-Cohatrac, Cohama-Vinhais e Distrito Industrial). A cidade tem uma frota de cerca de 1000 veículos, que operam em 150 linhas urbanas, semi-urbanas e metropolitanas (que saem de outros municípios da região Metropolitana) e que transporta cerca de 500 mil pessoas por dia. O sistema é administrado pela SMTT, Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte.
Índice[esconder]
1 Categorias de ônibus
2 Cores dos ônibus
3 Prestadoras de serviços
4 Galeria
5 Ver também
6 Referências
7 Link
//
[editar] Categorias de ônibus
Os ônibus são divididos em duas categorias:
Alimentadora: Só vai até o terminal e volta ao bairro, sem ir até centro da cidade.
Direta: Vai até o centro da cidade, passando pelos terminais.
[editar] Cores dos ônibus
Os ônibus de São Luís obedecem um sistema de identificação de cores por terminal:
Amarelo: Terminal São Cristovão
Azul: Terminal Distrito Industrial
Vermelho: Terminal Cohama-Vinhais
Bege: Terminal Praia Grande
Verde: Terminal Cohab-Cohatrac
Branco: Não Integrado
É importante mencionar que em São Luís todas linhas são circulares, ou seja, partem do bairro e seguem até o centro, voltando ao bairro sempre com o mesmo letreiro. Nos terminais, é comum ver ônibus de mesma linha porém com sentido diferente: ou sentido centro, ou sentido bairro. O turista precisa ficar atento ao sentido que pretende seguir.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Um ônibus de São Luís.
O Sistema Integrado de Transporte conhecido como SIT ou SIT São Luís, é o sistema de transporte adotado pela cidade de São Luís, capital do Estado do Maranhão. Ele se baseia em cinco terminais integradas (Beira Mar, São Cristovão, Cohab-Cohatrac, Cohama-Vinhais e Distrito Industrial). A cidade tem uma frota de cerca de 1000 veículos, que operam em 150 linhas urbanas, semi-urbanas e metropolitanas (que saem de outros municípios da região Metropolitana) e que transporta cerca de 500 mil pessoas por dia. O sistema é administrado pela SMTT, Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte.
Índice[esconder]
1 Categorias de ônibus
2 Cores dos ônibus
3 Prestadoras de serviços
4 Galeria
5 Ver também
6 Referências
7 Link
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[editar] Categorias de ônibus
Os ônibus são divididos em duas categorias:
Alimentadora: Só vai até o terminal e volta ao bairro, sem ir até centro da cidade.
Direta: Vai até o centro da cidade, passando pelos terminais.
[editar] Cores dos ônibus
Os ônibus de São Luís obedecem um sistema de identificação de cores por terminal:
Amarelo: Terminal São Cristovão
Azul: Terminal Distrito Industrial
Vermelho: Terminal Cohama-Vinhais
Bege: Terminal Praia Grande
Verde: Terminal Cohab-Cohatrac
Branco: Não Integrado
É importante mencionar que em São Luís todas linhas são circulares, ou seja, partem do bairro e seguem até o centro, voltando ao bairro sempre com o mesmo letreiro. Nos terminais, é comum ver ônibus de mesma linha porém com sentido diferente: ou sentido centro, ou sentido bairro. O turista precisa ficar atento ao sentido que pretende seguir.Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Um ônibus de São Luís.
O Sistema Integrado de Transporte conhecido como SIT ou SIT São Luís, é o sistema de transporte adotado pela cidade de São Luís, capital do Estado do Maranhão. Ele se baseia em cinco terminais integradas (Beira Mar, São Cristovão, Cohab-Cohatrac, Cohama-Vinhais e Distrito Industrial). A cidade tem uma frota de cerca de 1000 veículos, que operam em 150 linhas urbanas, semi-urbanas e metropolitanas (que saem de outros municípios da região Metropolitana) e que transporta cerca de 500 mil pessoas por dia. O sistema é administrado pela SMTT, Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte.
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1 Categorias de ônibus
2 Cores dos ônibus
3 Prestadoras de serviços
4 Galeria
5 Ver também
6 Referências
7 Link
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[editar] Categorias de ônibus
Os ônibus são divididos em duas categorias:
Alimentadora: Só vai até o terminal e volta ao bairro, sem ir até centro da cidade.
Direta: Vai até o centro da cidade, passando pelos terminais.
[editar] Cores dos ônibus
Os ônibus de São Luís obedecem um sistema de identificação de cores por terminal:
Amarelo: Terminal São Cristovão
Azul: Terminal Distrito Industrial
Vermelho: Terminal Cohama-Vinhais
Bege: Terminal Praia Grande
Verde: Terminal Cohab-Cohatrac
Branco: Não Integrado
É importante mencionar que em São Luís todas linhas são circulares, ou seja, partem do bairro e seguem até o centro, voltando ao bairro sempre com o mesmo letreiro. Nos terminais, é comum ver ônibus de mesma linha porém com sentido diferente: ou sentido centro, ou sentido bairro. O turista precisa ficar atento ao sentido que pretende seguir.
O que é um SIG? respostas comuns
(2.1) Desconstrução > O que é um Sistema de Informação Geográfico? > O que é um SIG? respostas comuns
Respostas à questão "o que é um SIG?"As respostas encontradas na literatura técnica se aventuram muito pouco além de descrições de tipo operacional, que no máximo expõem ou a funcionalidade do sistema, ou sua estrutura tecnológica, ou as classes de aplicações que o sistema atende. Como se a funcionalidade, a estrutura ou a aplicação do sig pudessem dar, individualmente ou mesmo em conjunto, uma resposta satisfatória à questão “o que é um SIG?”. Assumindo, portanto, que estas simples categorias de pensamento sobre a aparência do sistema, o sig, seriam aquelas necessárias e suficientes para se dizer o que é um SIG.Assim sendo, as respostas que se contentam com o reconhecimento das funções que o sistema pode oferecer, se enquadram perfeitamente na ideologia fundada, na década de 1940, pela Cibernética, que transposta para as diferentes disciplinas da ciência moderna, se institucionalizou como o modelo da “caixa-preta”; ou seja, qualquer sistema pode ser entendido como uma “caixa-preta”, onde só nos interessa seu comportamento. Em outros termos, basta sabermos que a partir de certas “entradas” na “caixa-preta”, são produzidas determinadas “saídas”. A partir daí podemos, através da identificação destas relações de transformação de entradas em saídas, descrever processos ou funções do referido sistema, e, portanto, responder de maneira bastante utilitarista à questão “o que é um sistema?”.As respostas com base na descrição da estrutura do sistema, poderiam eventualmente se aproximar mais da essência do SIG, especialmente se adotassem uma idéia de estrutura como concepção “de chegada” e não “de partida”. Se, ao invés de aceitar a estrutura tecnológica do sig como a mesma do SIG, buscassem uma estrutura que reconheça o SIG como algo em processo de constituição. Ou seja, não como algo dado de antemão, a exemplo do sig com sua estrutura tecnológica (software, bases digitais de coordenadas e de atributos, e hardware).
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