sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Sistema de Informação
O mercado de trabalho
A área continua aquecida. "As empresas estão desesperadas procurando por profissionais nas universidades", diz Hugo Bastos de Paula, coordenador do curso de Sistemas da Informação da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG). Grandes multinacionais como a IBM, Microsoft e Motorola oferecem cursos de certificação para os universitários, preparando-os de acordo com as necessidades do mercado. Além de capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, cidades de porte médio, como Curitiba (PR), Campinas (SP) e São José dos Campos (SP), absorvem muitos profissionais. Há chances também no sul de Minas, no interior de Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, onde algumas companhias começam a exportar softwares. A maior parte das vagas está em bancos, indústrias, seguradoras e empresas de telefonia e internet. Uma área de atuação promissora é a da educação. Há oportunidades tanto para a docência, com o aumento das faculdades de Sistemas de Informação, como para desenvolver programas para cursos a distância. O setor de segurança na internet não fica atrás. Grandes empresas e bancos buscam esse profissional para atuar no suporte aos usuários, criar e monitorar programas de segurança da informação em seus sites e cuidar dos bancos de dados. As companhias dos setores de telefonia e de internet costumam contratar o bacharel para a prestação de serviços em consultoria.
O curso
A exigência básica para quem vai ingressar no curso é gostar muito de matemática. Cálculos e raciocínio lógico acompanham o aluno durante os quatro anos de curso. Entre as matérias específicas, estão linguagem de programação, bancos de dados, sistemas de informação, redes de computadores e inteligência artificial. Estágio e um projeto de conclusão de curso são obrigatórios. Fique atento na hora de inscrever-se para o vestibular. Algumas faculdades se voltam mais para os aspectos administrativos da profissão, outras, para os de computação. Outras instituições, ainda, oferecem licenciatura em Computação e em Informática.Outros nomes: Adm. de Sist. de Inf.; Anál. de Sist.; Anál. de Sist. e Tecnol. da Inf.; Anál. de Sist. e Tecnol. da Inf. (sist. e tecnol. da inf.); Anál. de Sist. e Tecnol. da Inf. (tecnol. da inf.); Comput.; Comput. (sist. de inf.); Inform.; Inform. (anál. de sist.); Inform. (sist. de inf.).
O que você pode fazer
Ensino Lecionar em escolas públicas ou particulares de ensino fundamental, médio e técnico ou em faculdades.
Fluxo de informação Modernizar e agilizar o processo de comunicação de uma empresa, criando, adaptando e instalando programas.
Logística Planejar e administrar rotas, sistemas de armazenagem e o tempo de entrega de produtos.
Marketing e vendas Gerenciar a comercialização de equipamentos, periféricos e softwares.
Modelagem Construir modelos matemáticos que simulem situações reais, a fim de antever e prevenir problemas.
Suporte técnico Fazer a manutenção dos programas básicos e da rede de computadores de uma organização.
Webdesign Cuidar da estética e da funcionalidade de sites da internet.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
A importância dos sistemas de informação na gestão de empresas
Devido a crescente demanda de informações pelos gestores, existe quase uma obrigação de se utilizar sistemas de informações para gerenciar os dados recebidos e transformá-los em informações úteis para a organização, com o auxilio dos recursos da Tecnologia da Informação.
Os sistemas de informações têm papel fundamental nas empresas, é através deles que um administrador consegue ter um acesso com facilidade as informações de todos os aspectos de sua empresa. A correta administração dessas informações é fundamental para seu sucesso, com base nelas os executivos podem decidir o rumo da organização.
O uso de ferramentas computacionais e métodos para gerenciar informações são de extrema importância, a integração entre os sistemas faz com que numa mesma tela ou relatório possa se obter o conhecimento de todas as áreas da empresa. E essas informações podem reduzir o custo de produção, diminuir o tempo de resposta ao mercado ou agilizar e incrementar as vendas.
Modelos de sistemas
Enterprise Resource Planning - ERP
Planejamento de Recursos da Empresa, é um sistema operacional que atua como uma estrutura para integrar e automatizar muitos processos de negócios.
Customer Relationship Management - CRM
Gestão do relacionamento com o cliente, objetiva criar o melhor relacionamento possível com o cliente, em todo o ciclo de vida do cliente com a empresa, e não apenas na venda.
Supply Chain Management - SCM
Gestão da cadeia de suprimentos, metodologia que alinha todas as atividades da cadeia de fornecimento de forma concomitante e sicronizada.
Business Intelligence - BI
Inteligência de negócios, seu papel é agrupar os dados gerados em outros sistemas para viabilizar ao gestor decidir os rumos de sua empresa.
E-Business
Negócios eletrônicos, ele representa um conjunto de sistemas de uma empresa interligados aos sistemas de diversas outras empresas via internet, interagindo para que o e-Commerce(comércio eletrônico) aconteça.
É essencial que as empresas adotem sistemas de informação ajustados com suas metas e objetivos, seu correto uso deve trazer benefícios a curto, médio e longo prazo.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
a internet revolucionando o mundo dos negocios
Em 1995 foi liberado o uso comercial da Internet no Brasil. Nos últimos anos, os internautas brasileiros vem se familiarizando com ela e descobrindo seus benefícios. O e-mail está bastante difundido. As novas gerações já usam a Internet com a mesma naturalidade que usam o telefone.
Como a rede mundial de computadores é muito dispersa, surgiram os portais de comunidades. Ambientes virtuais que concentram conteúdo especializado para um determinado segmento. São freqüentados por pessoas com interesses comuns ou por categorias de profissionais. Nestes sites de nicho de mercado, como o Guia RH e Guia de Logística por exemplo, milhares de pessoas da mesma área podem ler artigos, interagir, buscar fornecedores, pedir cotações, pesquisar eventos e fazer outras consultas.
Por volta de 2000 houve uma grande empolgação. Muitas empresas ponto-com conseguiram capital de risco de investidores para seus projetos de negócios. Muitas delas não conseguiram recuperar o investimento e quebraram. Passada a febre e voltando à realidade, os negócios eletrônicos lucrativos permanceram.
Aos poucos, as empresas vem incorporando a Internet às suas estratégias de negócios. Observamos empresas tradicionais atuando com grande destaque no meio digital como a Americanas, Chevrolet, Natura, C&A, Extra e outras. Em 2002, as vendas virtuais do site Magazine Luiza, movimentaram nada menos do que R$ 48 milhões. O comércio eletrônico no Brasil cresce a cada ano.
Grandes empresas de vanguarda estão contratando profissionais de e-business para gerenciar seus canais eletrônicos. As principais competências requeridas para este cargo são : entender o negócio e a tecnologia relacionada, experiência em desenvolvimento de negócio, liderança, habilidade para trabalhar bem sob pressão e cumprir prazos e talento para gerenciamento de projetos. É muito importante ter visão para atuar como o principal proponente das estratégias de canal de e-commerce da organização e saber tomar decisões rápidas na velocidade da Web.
As empresas vem explorando o potencial da Internet para alcançar melhores resultados. A Internet tem muito a contribuir com o serviço de atendimento ao consumidor (SAC). Encontrando o endereço do site no produto adquirido, o cliente pode entrar em contato com o fabricante, fazer suas solicitações e valiosos comentários como críticas e sugestões. Tudo isto sem congestionar as linhas telefônicas. Um recurso útil de auto-atendimento é colocar uma lista de respostas para as "perguntas mais frequentes" (FAQ). O mais importante é a agilidade na resposta para a solução do problema. Através do site é possível conhecer os hábitos de compra dos clientes e fazer um melhor gerenciamento da relação com o consumidor (CRM).
Os negócios entre empresas (B2B, business-to-business), contam com o apoio dos chamados market-places, como por exemplo : ME (Mercado Eletrônico), Websupply, Webb, Mercosul Search, Mercador e Connectmed onde é possível automatizar o processo de compras com grandes benefícios e economia. Através de procura eletrônica (e-procurement) são feitas cotações de preços e transações online.
Existem vários tamanhos e tipos de empresas. Cada uma vem utilizando a Internet de acordo com seu tipo de negócio. Pequenas empresas podem ingressar na WEB fazendo um site grátis no provedor de acesso que assinam ou no HPG e redirecionar o domínio (URL, www) para um nome mais curto no site CJB.NET. Não precisa pagar taxa de registro na FAPESP, nem mensalidade de hospedagem para o provedor. No site a empresa pode informar : quem somos, o que vendemos (catálogo eletrônico), onde estamos e como falar conosco. Um site grátis já é um bom começo para experimentar este aprendizado. O site precisa ser de fácil navegação, rápido carregamento, atualizado, objetivo, com ágil atendimento e divulgado para sua comunidade.
Comprar mailing de milhões de e-mails (maioria são inválidos) e enviar mensagens não solicitadas (SPAM) para qualquer um, só faz prejudicar a imagem da empresa. É recomendado anunciar em newsletters eletrônicas que tenham a permissão do usuário cadastrado. Geralmente bons sites apresentam uma política de privacidade que garante que os dados dos cadastrados não serão repassados a terceiros. Outra forma de divulgar é através de faixas publicitárias (banners) para atrair o interesse do consumidor garantindo uma boa visibilidade e fixação de marca. Anunciar na Internet é bem mais barato do que nas mídias tradicionais e atinge clientes às vezes inacessíveis por outras mídias. O site é mais um canal de vendas que pode atrair clientes de qualquer lugar e a qualquer hora. É um grande aliado do vendedor.
A Internet é irreversível e revolucionou a vida das pessoas e o mundo do trabalho. Dependendo da atividade, alguns funcionários podem trabalhar boa parte do tempo em casa ou "na rua" mantendo contato com a empresa através da Internet e Extranet. A Extranet permite o acesso de pessoas autorizadas a informações sobre a corporação mesmo estando fisicamente fora dela. Despesas com viagens podem ser evitadas com o uso de web conferências.
A ferramenta Internet tem muito a contribuir com as várias áreas das empresas : recrutamento (banco de dados de currículos), treinamento (e-learning), compras, vendas, atendimento, marketing, comunicação ...Ela torna as operações das empresas mais ágeis, eficientes e econômicas. Cabe a cada empresa perceber suas oportunidades e agir.
a janiele
Não sofro porque você me ensinou a amar
Não fico triste porque você me ensinou a ser feliz
Mas se um dia você deixar de existir....
Eu choro, eu sofro, eu deixo de ser feliz...
Porque você não me ensinou a te esquecer
A relevancia do sistema de informação em pequena empresa de construção civil.
são cada vez mais relevantes no processo de gestão deste segmento. Pretendeu-se neste estudo avaliar
a importância do sistema de informação em uma pequena empresa de construção civil. Constatou-se,
por meio de um estudo de caso desenvolvido que, o sistema de informações é cada dia mais relevante
na gestão das empresas deste segmento, e que para ser considerado eficaz deve: ser ágil; mostrar
segurança e confiabilidade nas informações; ter qualidade ao demonstrar suas informações; ser
flexível para atender às necessidades da empresa, para que esta possa tomar as decisões de forma
correta e no tempo certo, entre outros fatores.
Tem-se registrado ao longo de décadas, que as empresas e sua administração vêm se
desenvolvendo, evoluindo, dando origem a novas ferramentas e técnicas visando a otimizar a
gestão. Pode-se dizer que as organizações são complexos sistemas abertos, os quais estão em
contínuo processo de mudanças. Para tanto, estas necessitam cada vez mais rapidez nas
informações; sendo que a Tecnologia de Informação (TI) vem sendo grande aliada nessa
tarefa.
A estratégia de negócios interligada a TI, a infra-estrutura e o armazenamento da
informação, a astúcia na tomada de decisão e os custos do investimento adequados ao custo
de oportunidades de uma empresa, são alguns dos fatores relevantes para a gestão da
informação. Pode-se dizer que se chegou à intransigência com quem não se renova, pois a
empresa que não se atualiza, em sua grande maioria, está condenada à descontinuidade. Os
processos empresariais bem desenvolvidos e executados podem tornar a organização mais
eficiente e competitiva.
O setor de construção civil, no Brasil, nos últimos anos teve um relevante crescimento,
proporcionando à sociedade melhores condições de moradia e emprego.
Toda empresa seja qual for seu porte: pequeno, médio ou grande, apresenta uma
estrutura interna formada por hábitos e rotinas instituídas pelos indivíduos que dela fazem
parte. Todos os dias ocorrem problemas em suas atividades diárias, que precisam ser
solucionados. Para tanto, os gestores precisam de um sistema de informação apto a supri-los
das informações úteis e oportunas ao processo decisório.
O Sistema de Informação é um conjunto de componentes inter-relacionados que
coleta, processa e distribui informações de diversas naturezas, no intuito de apoiar a tomada
de decisões dos gestores de uma organização. Conforme Oliveira (2002, p. 98), “é por meio
do sistema de informações que fluem as informações, permitindo o otimizado funcionamento
da empresa”.
Na concepção de Laudon e Laudon (2004), o Sistema de Informação (SI) auxilia os
gerentes a monitorar o desempenho atual da empresa e a prever o desempenho futuro,
possibilitando assim que os gerentes intervenham quando as coisas não estiverem indo bem,
ou seja, é essencial para o controle operacional da empresa.
A participação dos usuários no desenvolvimento de Sistema de informação.
As abordagens tradicionais de desing de sistemas de informação computadorizadas fundamentam-se em certos pressupostos técnicos que geralmente não englobam fatores sociais e psicológicos da organização na qual o novo sistema será implatando. Os custos de se ignorar tais fatores são as vezes altos, pois usuários insatisfeitos podem resistir ao uso do sistema. Ou usá-lo de uma maneira diferente daquela para a qual foi originalmente projetado. As limitações das metodologias de desing tradicionais têm sido mitigadas pela adoção de metodologias soft, que baseiam-se na idéia de que somente a participação continua dos usuários no desenvolvimento do novo sistema pode evitar, problema futuros, pois são os usuários – e não o analista- que detêm o conhecimento especializado do seu trabalho, que é necessário para a construção de um sistema de alta qualidade e portanto, produtivo.Sis )
Impacto Organizacional de Sistemas Computadorizados e DP
lNão Iremos passar o real sentido de “Impacto Organizacional”, e sim do ponto de vista do DP e com relação aos requisitos dos usuários.
lA organização pode querer aumentar a velocidade da produção por meio do sistema enquanto o usuário pode ter como prioridade o melhoramento da qualidade de sua condição de trabalho, desempenhando sua tarefa com mais precisão.
Conclusão
O alvo final do DP é melhorar a qualidade de vida dos funcionários na organização por meio do enriquecimento de seu trabalho, usando a tecnologia para contribuir na realização deste alvo, e não usando-a só por usá-la.
Erp em Empresas.
b2p Nossas instruções
INSTITUTO GUGA KUERTEN
O principal programa do instituto é o Fundo de Apoio a Projetos Socias (FAPS) que busca apoiar financeira e tecnicamente projetos de Organizações sociais de Santa Catarina, que desenvolvam ações voltadas para integração da Pessoa com deficiência.
FUNDAÇÃO VIDAL RAMOS
Buscando a valorização do homem de forma integral e a promoção humana, desenvolve atividades de manutenção e execução de projetos sócio-culturais, pesquisas e complementação do ensino pré escolar, fundamental e médio com aulas de reforço escolar, cursos profissionalizantes, etc.
CASA DA CRIANÇA (Morro da Penitenciária)
Tem como missão intervir na realidade social, buscando a inclusão e conscientização dos direitos básicos das crianças e adolescentes residentes na área de atuação da entidade. Assim, desenvolve os programas de Arte e Educação, Esporte e Lazer, Prevenção e Saúde e Inclusão Digital, buscando a geração do protagonismo infanto-juvenil com vistas ao exercício da cidadania e excelência na prestação dos serviços.
Postado por Projetos Aiesec às 17:13
Noção de Sistema de Informação
Muito concretamente, o perímetro do termo Sistema de Informação pode ser muito diferente de uma organização para outra e pode abranger, de acordo com os casos, a totalidade ou parte dos elementos seguintes:
· Bases de dadosda empresa,
· Progiciel de gestão integrado (ERP),
· Instrumento de gestão da relação cliente (Customer Relationship Management),
· Instrumento de gestão da cadeia logística (SCM - Supply Chain Management),
· Aplicações ofícios,
· Infra-estrutura rede,Servidores de dados e sistemas de armazenamento,
· Servidores de aplicação, Dispositivos de segurança
Micro Empresa e Sistemas de Informação
sistema produtivo à parte, devido a algumas características particulares.
Desde a origem econômico-cultural dos empreendedores, até às ações destes gestores
sobre tais empresas e destas junto ao mercado consumidor, o processo é diferente. Desde o
fim do século passado todos os gurus da área de gestão e outras afins anunciavam que
estaríamos vivendo um início de grandes transformações, principalmente com o advento do
conhecimento, que é baseado na informação. Pois esta mesma informação, que entre outros
fins, lastreia as empresas e, conseqüentemente, as pequenas e micros.
A empresa hoje é identificada como um sistema que interage com os meios internos e
externos, inerentes a ela mesma, com o fito de obter a maximização do lucro e retorno do
capital investido. Com a necessidade de otimizar as empresas utilizando informações,
desenvolveu-se, através de vários estudiosos da área, o estudo do sistema de informações.
Este sistema, aplicado nas empresas, de uma maneira geral, provoca profundas mutações de
aspecto positivo, melhorando as relações com os clientes internos e externos, obtendo assim,
ótimos ganhos de produtividade e um alto índice de satisfação dos clientes externos.
Logo, aplicando-se os conceitos do sistema de informações nas pequenas e
microempresas brasileiras, através dos profissionais da área de gestão, principalmente os
contadores, seria um ótimo recurso que elas teriam à disposição para alavancar seus negócios,
consolida-se no mercado, mantem-se e gera-se empregos diretos e indiretos, além dos
tributos, provoca-se ganhos estáveis na cadeia produtiva do nosso sistema econômico
brasileiro.
Micro Empresas e Sistema de Informação
empresas no estado do Rio de Janeiro
Resumo:
Este artigo busca investigar em que medida o sistema de informações é importante para a
atividade inovadora nas MPEs, com base nos resultados da pesquisa intitulada “As
Transformações das Configurações Produtivas Locais no Estado do Rio de Janeiro:
Instituições, Interações, Inovações”, realizada pelo Grupo de Economia da Inovação do
IE/UFRJ. A pesquisa envolveu a aplicação de um questionário a empresas fluminenses
selecionadas, e os resultados foram processados utilizando-se o software SPSS. O artigo será
dividido em três seções: introdução e contextualização do problema; apresentação dos
objetivos e resultados da pesquisa; conclusões e sugestões para futuras pesquisas.
Palavras-chave: Micro e Pequenas Empresas; Sistemas de Informação;Gestão da Inovação
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1. Introdução e contextualização do problema
A difusão de tecnologias de informação e comunicação (TICs) tem sido estudada sob diversos
pontos de vista nas últimas décadas. Os economistas têm sublinhado o papel destas
tecnologias enquanto base do atual paradigma tecno-econômico e como um modo de reduzir
custos de transação, enquanto pesquisadores da área de administração e de sistemas de
informação têm se focado nas aplicações, nos desafios à gestão e nos impactos organizacionais
e sociais destas tecnologias (Avgerou e La Rovere, 2003). Em ambos os grupos de
acadêmicos, podem ser encontrados autores que destacam o potencial destas tecnologias na
melhoria do acesso à informação e no aumento de oportunidades de negócio para as empresas,
em particular as micro e pequenas empresas (MPEs).
Entretanto, a difusão de TICs por si só pode não melhorar as condições das empresas. Ciborra
e Navarra (2003) observam que os benefícios das TICs são freqüentemente calculados tendo
como base as características físicas (velocidade, número de terminais, número de acessos etc.)
destas tecnologias, sem considerar que podem haver problemas de implementação. Como
argumentado por La Rovere (2003), para poder auferir benefícios com o uso destas
tecnologias, as empresas precisam primeiro organizar seus fluxos de informação, o que pode
ser uma tarefa difícil, em particular para empresas muito pequenas. Quando as firmas
organizam seus fluxos de informação elas lançam as bases para a criação de conhecimento
tácito e codificado que estimulam o processo de inovação. Quando as firmas organizam suas
informações em conjunto com fornecedores, clientes e institutos de pesquisa elas estão criando
as condições necessárias para o estabelecimento de laços de cooperação que contribuem para a
difusão de conhecimento tácito e codificado e alimentam o processo inovador (La Rovere e
Hasenclever, 2003). Como sugerido por Kruglianskas (2004), a construção de um ambiente
inovador na empresa requer não apenas a existência de competências para desenvolver
inovações como também a avaliação de conhecimentos técnicos e de demanda (externos à
firma) e a definição da gestão dos projetos de inovação. Neste sentido, o desenvolvimento de
sistemas de informação torna-se essencial para o pleno aproveitamento pelas MPEs das
oportunidades colocadas pelo seu ambiente de negócios.
A compreensão dos benefícios relacionados à difusão de TICs e à construção de sistemas de
informação baseados nestas tecnologias passa pelo fato, observado por Lundvall (2003), que a
mudança nas condições competitivas da firma não está relacionada à simples adoção de TICs,
e sim ao processo de aprendizado envolvido nesta adoção. No paradigma tecno-econômico
atual, a capacidade de aprender tornou-se essencial para a sobrevivência das empresas. Como
a capacidade de aprender fundamenta a habilidade de transformar informações em
conhecimento, o sistema de informação de uma empresa torna-se fundamental para a gestão da
inovação da empresa. Empresas com sistemas de informação adequados ao seu negócio
poderão detectar mais facilmente seus problemas competitivos e desenvolver inovações para
resolvê-los.
No caso das micro e pequenas empresas (MPEs), os sistemas de informação são geralmente
desenvolvidos de forma incompleta. Por um lado, os proprietários/gerentes das empresas
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tendem a centralizar as informações pertinentes à gestão do negócio. Por outro lado, tanto na
adoção de ferramentas de gestão quanto na adoção de tecnologias de informação e
comunicação (TICs), que são dois elementos fundamentais na constituição de um sistema de
informação, as MPEs tendem a adquirir soluções prontas, que freqüentemente não são
adequadas às necessidades do negócio.
Assim, as MPEs possuem freqüentemente problemas de fluência em tecnologias da
informação. O conceito de fluência em tecnologia da informação (FIT) foi criado por um
grupo de estudos do National Research Council (NRC), que entre 1997 e 1999 buscou mapear
os principais elementos, habilidades e capacidades intelectuais necessárias a esta fluência
(Costa e Siqueira, 2003). Estes fatores estão resumidos no quadro 1 a seguir.
O que Costa e Siqueira (2003) sugerem, com base no estudo do NRC, é que as três dimensões
mencionadas no quadro acima, ou seja, prática, teórica e intelectual, são complementares, uma
reforçando a outra, sendo que o desenvolvimento em uma ou duas dimensões não é suficiente
para que a empresa saiba aplicar as TICs produtivamente.
Quadro 1 – Conceitos (elementos), habilidades e capacidades intelectuais da fluência em
TI
Conceitos (elementos)
fundamentais
Habilidades Contemporâneas Capacidades Intelectuais
1 - Computadores 1 - Preparar um computador pessoal
para uso próprio
1 - Envolver-se em raciocínio
sustentado
2 - Sistemas de Informação 2 - Usar as funções básicas do
sistema operacional
2 - Administrar a complexidade
3 - Redes 3 - Usar um processador de texto 3 - Testar soluções
4 - Representação digital da
informação
4 - Usar pacotes gráficos e de
apresentação
4 - Administrar as falhas dos
sistemas
5 - Organização da Informação 5 - Conectar um computador a uma
rede
5 - Organizar estruturas de
informação e avaliar a informação
6 - Modelagem e abstração 6 - Usar a Internet para encontrar
informação e recursos
6 - Trabalhar em equipe
7 - Estrutura de algoritmos e
programação
7 - Usar o computador para
comunicação eletrônica
7 - Comunicar-se de forma eficiente
e adequada
8 - Universalidade 8 - Usar planilhas eletrônicas 8 - Prever resultados não
pretendidos
9 - Limitações da TI 9 - Usar um sistema de banco de
dados para organizar e acessar
informações úteis
9 - Prever mudanças tecnológicas
10 - Impacto social da TI
10 - Usar materiais instrutivos para
aprender a usar aplicativos novos
ou novas funções
10 - Abstrair os princípios da TI
Fonte: Costa e Siqueira (2003), com base em NRC (2000)
Com base no exposto acima, pode-se colocar a seguinte questão: se o desenvolvimento da
fluência em TIC, para trazer benefícios à empresa, envolve um processo de aprendizado que
requer, entre outras coisas a habilidade de organização de sistemas de informação e a
capacidade de organizar estruturas de informação, a adoção e uso de TICs deve estar
relacionada com o uso de ferramentas de gestão ligadas à organização dos fluxos de
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informação dentro da empresa. Buscar-se-á verificar esta hipótese com base nos resultados de
uma pesquisa entre empresas do Rio de Janeiro, apresentada na seção a seguir.
2. Metodologia da pesquisa
A pesquisa intitulada “As Transformações das Configurações Produtivas Locais no Estado do
Rio de Janeiro: Instituições, Interações, Inovações”, foi coordenada pelos professores Lia
Hasenclever (IE/UFRJ) e Yves Fauré (IRD/França) e contou com o apoio da FINEP, do CNPq
e do IRD. A pesquisa teve duração de três anos e buscou investigar a dinâmica do
desenvolvimento local através da análise de quatro municípios: Campos, Itaguaí, Macaé e
Nova Friburgo. O critério de escolha destes municípios foi a existência de projetos de governo
para revitalizar ou dinamizar as economias locais (Fauré e Hasenclever, 2000).
A pesquisa envolveu diversas etapas. Numa primeira etapa, foi realizada uma caracterização
da situação sócio-econômica dos municípios selecionados com base em dados secundários
(RAIS, IBGE e CIDE). Nesta etapa foram também realizadas entrevistas exploratórias nos
municípios. Numa segunda etapa, foi definido um questionário para ser aplicado em uma
amostra de empresas locais e um roteiro de entrevistas a instituições responsáveis por projetos
de apoio ao desenvolvimento local. O questionário contém perguntas sobre vários aspectos das
atividades das empresas: características das empresas (idade, tempo de atuação, tamanho), uso
de equipamentos, uso de ferramentas de gestão, o ambiente econômico, a organização interna,
as atividades de inovação, a geografia das transações das empresas, as vantagens percebidas
da localização, o grau de adesão institucional, os desafios observados, os apoios esperados e a
percepção dos projetos de apoio. Numa terceira etapa, os questionários foram aplicados a 500
empresas e entrevistas foram feitas com diversas instituições de apoio locais. Numa quarta
etapa, os resultados referentes a cada município foram consolidados em bases de dados e
analisados. Finalmente, foi consolidada uma base de dados reunindo as respostas das empresas
entrevistadas nos quatro municípios, cuja análise está em andamento.
Apesar da investigação proposta neste artigo não ter sido considerada como um dos objetivos
principais da pesquisa, a base de dados fornece um conjunto de empresas bastante interessante
para esta investigação, uma vez que além de serem pequenas em sua grande maioria, as
empresas são localizadas no interior do estado do Rio de Janeiro. Isso faz com que as
empresas tenham que realizar esforços relativamente maiores de atualização tecnológica
devido à distância da capital e dos fornecedores de equipamentos.
A análise descrita a seguir resultou de uma série de cruzamentos (crosstabs) das respostas ao
questionário. Foi considerado o conjunto das 500 empresas que responderam ao questionário.
2.1 Resultados da Análise
A base de dados foi construída utilizando-se o SPSS, o que permitiu realizar vários
cruzamentos para verificar a hipótese enunciada na primeira seção deste artigo e algumas
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hipóteses associadas. Foi constatado que 72% das empresas possuíam computadores, e a
maioria das empresas utiliza os computadores para as suas atividades de gestão e para a
Internet, como mostra a tabela 1.
Como mostrado pela tabela 2, a maior parte das empresas entrevistadas tem até 10 anos, mas o
fato delas serem recentes não afeta positivamente o uso de computadores. Ao contrário, a
tabela 2 mostra que quanto maior a idade da empresa, maior o percentual de empresas que
utiliza computadores.
Tabela 1: Usos dos computadores das empresas entrevistadas (% das respostas)
Tipo de Uso %
Gestão 62,0
Internet 61,6
Produção 34,6
CAD 18,0
Design 15,2
Outros 10,4
Fonte: Pesquisa de Campo
Tabela 2: Idade das Empresas e Uso de Computadores
Empresa Utiliza Computadores
Não Sim
% em relação ao total de
empresas
Idade da Empresa
Menor que 1 ano 50% 50% 2%
De 1 até 10 anos 34% 66% 56%
De 11 até 20 anos 24% 76% 25%
De 21 até 30 anos 14% 86% 10%
De 31 até 40 anos 17% 83% 4%
Maior que 40 anos 0% 100% 4%
% em relação ao
total de empresas 28% 72% 100%
Fonte: Pesquisa de campo
A análise buscou também observar se há relação entre o grau de atualização tecnológica
(medido pela idade dos equipamentos) e uso de computadores e de Internet (ver tabelas 3 e 4),
para verificar a existência de um processo de aprendizado dentro das empresas no que se
refere aos benefícios trazidos pela atualização tecnológica. Caso houvesse este processo, seria
de se esperar que empresas com equipamentos atualizados utilizassem computadores e
Internet há mais tempo. Entretanto, esta hipótese não foi confirmada pelos dados: a tabela 3
mostra que dentre as empresas que têm equipamentos atualizados (com menos de 5 anos), a
parcela de empresas que possui computadores é a mesma que a parcela de empresas que
possui computadores no grupo menos atualizado (de 6 a 10 anos). Já a tabela 4 mostra que as
empresas que têm equipamentos menos atualizados utilizam Internet há relativamente mais
tempo que as empresas com equipamentos de idade até 5 anos.
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Tabela 3: Idade Média dos Equipamentos e Uso de Computadores
Empresa Utiliza Computadores
Não Sim % em relação ao total
Idade Média dos Equipamentos
Menos que 1 ano 14% 86% 1%
De 1 a 5 anos 29% 71% 45%
De 6 a 10 anos 28% 72% 21%
De 11 a 15 anos 15% 75% 4%
Mais de 15 anos 52% 48% 5%
Não sabe 23% 77% 24%
% em relação ao total 28% 72% 100%
Fonte: Pesquisa de campo
Tabela 4: Idade Média dos Equipamentos e Tempo de Uso de Internet
Tempo que utiliza Internet
Idade média dos
Equipamentos
Menos de 1
ano De 1 a 5 anos De 6 a 10 anos
Mais que 10
anos
Não Sabe ou Sem
Resposta
% em
relação
ao total
Menos que 1 ano 14% 43% 43% 1%
De 1 a 5 anos 14% 50% 25% 1% 10% 45%
De 6 a 10 anos 8% 50% 33% 4% 5% 21%
De 11 a 15 anos 11% 37% 47% 5% 4%
Mais de 15 anos 8% 32% 44% 16% 5%
Não sabe 14% 51% 32% 3% 24%
% em relação ao total 12% 49% 30% 1% 8% 100%
Fonte: Pesquisa de campo
Se a adoção de TICs colabora para a consolidação de sistemas de informação, como
mencionado na seção 1, então o uso de computadores e de Internet deve estar positivamente
associado ao uso de ferramentas de gestão. A tabela 5 mostra que de fato o uso de
computadores está positivamente relacionado com o uso de instrumentos de gestão.
Tabela 5: Uso de Computadores e de Instrumentos de Gestão Empresarial
Utilização de IGE
Empresa Utiliza Computadores Não Sim Sem Resposta
% em
relação
ao total
Sim 27% 72% 1% 72%
Não 67% 28% 5% 28%
% em relação ao total 38% 60% 2% 100%
Fonte: Pesquisa de Campo
A tabela 6 corrobora os resultados da tabela 5, mostrando que mais da metade das empresas
utiliza Internet e instrumentos de gestão empresarial.
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Tabela 6: Uso de Internet e de Instrumentos de Gestão Empresarial
Uso de IGE
Computadores para Internet Não Sim Sem Resposta
% em
relação
ao total
Sim 41% 57% 2% 64%
Não 82% 15% 3% 34%
Sem Resposta 82% 4% 14% 2%
% em relação ao total 39% 60% 1% 100%
Fonte: Pesquisa de Campo
Foi visto na seção 1 que o porte reduzido das empresas é apontado pela literatura como um
obstáculo ao uso eficiente de TICs. No que se refere ao porte das empresas, seria de se esperar
que as empresas maiores, tendo fluxos de informação mais complexos, teriam maior
necessidade de uso de TICs do que as menores. Este resultado é confirmado pelas tabelas 7 e
8, onde se verifica que a totalidade das empresas de porte médio e grande utiliza computadores
e Internet, enquanto que entre as micro empresas, apenas metade utiliza computadores e pouco
mais de um terço utiliza Internet.
Tabela 7: Uso de Computadores por Porte*
Empresa Utiliza Computadores
Faixa de Faturamento Não Sim
% em relação ao total
das empresas
Micro empresa (Até R$ 244.000,00) 50% 50% 48%
Pequena empresa (R$ 244.000-
1.200.000,00) 7% 93% 28%
Média empresa e Grande empresa
( acima de R$ 1.200.000) 0% 100% 16%
Não sabe 28% 72% 7%
% em relação ao total de empresas 28% 72% 100%
Fonte: Pesquisa de campo
* Faixas de faturamento para definição de porte em 2001, ano de definição do questionário
Tabela 8: Uso de Internet por Porte*
Empresa Utiliza Internet
Faixa de Faturamento Não Sim
% em relação ao total
de empresas
Micro empresa (Até R$ 244.000,00) 57% 39% 49%
Pequena empresa (R$ 244.000-
1.200.000,00) 13% 87% 29%
Média empresa e Grande empresa
( acima de R$ 1.200.000) 0% 100% 16%
Não sabe 34% 63% 6%
% em relação ao total de empresas 34% 64% 100%
Fonte: Pesquisa de campo
* Faixas de faturamento para definição de porte em 2001, ano de definição do questionário
O desconhecimento entre as micro empresas dos benefícios potenciais das TICs torna-se
evidente quando se verifica o percentual elevado de micro empresas que não souberam
8
responder à pergunta sobre os computadores em rede (ver tabela 9). Esta tabela corrobora os
resultados das tabelas 7 e 8, pois mostra que a parcela relativa de empresas que utiliza
computadores em rede cresce à medida que aumenta o porte da empresa.
Tabela 9: Computadores ligados em rede por porte*
Computadores Ligados em Rede
Faixa de Faturamento Não Sim Sem Resposta
% em
relação
ao total
de
empresas
Micro empresa (Até R$
244.000,00) 56% 13% 31% 36%
Pequena empresa (R$
244.000-1.200.000,00) 44% 44% 11% 27%
Média empresa e Grande
empresa
( acima de R$ 1.200.000) 18% 82% 17%
Não sabe 45% 23% 32% 6%
% em relação ao total de
empresas 38% 32% 16% 86%
Fonte: Pesquisa de campo
* Faixas de faturamento para definição de porte em 2001, ano de definição do questionário
O porte também afeta os usos da Internet, como mostrado pela tabela 10. No que se refere ao
uso “prospecção e propaganda”, apenas 21% das micro empresas utilizam a Internet para este
fim, enquanto que este percentual é de 46% no caso das pequenas e 43% no caso das médias e
grandes. Com exceção desta finalidade, onde as pequenas empresas superam ligeiramente as
médias e grandes, pode-se observar que em todos os outros usos, a parcela de médias e
grandes empresas que utiliza Internet é bastante superior à parcela de micro empresas, sendo
que as pequenas se encontram num patamar intermediário.
Tabela 10: Finalidades do uso da Internet, por porte*
Finalidade do Uso Porte
Micro (Até
R$
244.000,00)
Pequena (R$
244.000-
1.200.000,00)
Média e Grande
( acima de R$
1.200.000)
Prospecção e Propaganda 8% 46% 43%
Venda Direta 12% 19% 19%
Busca de Informações sobre
Legislação e Regulamentação 25% 44% 65%
Comunicação Eficiente 42% 83% 90%
Fonte: Pesquisa de Campo
* Faixas de faturamento para definição de porte em 2001, ano de definição do questionário
Finalmente, a análise buscou observar se há alguma correlação entre o uso de computadores e
de Internet e o uso de ferramentas de gestão empresarial. Conforme mencionado
anteriormente, a maior parte das empresas usa computadores para gestão e para acesso à
9
Internet. Como mostrado pela tabela 11, mais da metade das empresas entrevistadas utiliza
algum tipo de instrumento de gestão, sendo que à medida que o porte aumenta é maior o
percentual de empresas que usa instrumentos de gestão.
Tabela 11: Uso de instrumentos de gestão empresarial (IGE) por porte*
Utilização de IGE
Faixa de Faturamento Não Sim Sem Resposta
% em
relação
ao total
Micro empresa (Até R$
244.000,00) 53% 41% 3% 49%
Pequena empresa (R$
244.000-1.200.000,00) 27% 73% 0% 28%
Média empresa e Grande
empresa ( acima de R$
1.200.000)
11% 89% 0% 17%
Não sabe ou sem resposta 53% 38% 9% 6%
% em relação ao total 38% 60% 2% 100%
Fonte: Pesquisa de Campo
* Faixas de faturamento para definição de porte em 2001, ano de definição do questionário
3. Conclusões
O objetivo deste artigo foi verificar algumas hipóteses relacionadas ao uso de TICs em micro e
pequenas empresas, visando contribuir para o debate a respeito da gestão da inovação nestas
empresas. Conforme visto na seção 1, a adoção de TICs por si só não leva a uma melhoria da
capacidade das empresas de organizar suas informações, o que é essencial para que elas
possam realizar uma boa gestão da inovação. Apenas quando a empresa se torna fluente em
TICs, desenvolvendo habilidades e capacidades intelectuais específicas, é que o sistema de
informações da empresa se torna completo e fundamenta o processo de aprendizado e de
inovação da empresa. Entretanto, as micro e pequenas empresas costumam ter um grau
reduzido de fluência, o que coloca obstáculos ao desenvolvimento de sua atividade inovadora.
Assim, partindo-se do pressuposto que o desenvolvimento da fluência em TIC para trazer
benefícios à empresa envolve um processo de aprendizado que requer a habilidade de
organização de sistemas de informação e a capacidade de organizar estruturas de informação,
buscou-se verificar se a adoção e uso de TICs estava relacionada com o uso de ferramentas de
gestão relacionadas à organização dos fluxos de informação dentro da empresa.
Esta hipótese pôde ser verificada, mas a análise mostrou também que existem diferenças
significativas no uso de TICs de acordo com o porte da empresa, conforme sugerido pela
literatura. As características do uso de TICs pelas empresas sugerem que a fluência em TICs é
menor nas empresas de porte reduzido, uma vez que o uso destas tecnologias está claramente
associado ao tamanho. Buscou-se investigar se havia relação entre o uso e o grau de
atualização tecnológica das empresas, chegando-se a resultados inconclusivos. Por outro lado,
o uso de computadores é influenciado pela idade da empresa, o que sugere que ele está
10
relacionado a um processo de aprendizado cumulativo. O uso de computadores e de Internet
também está relacionado ao uso de instrumentos de gestão empresarial, o que sugere que as
empresas vêm desenvolvendo a capacidade de organizar estruturas de informação e de avaliar
informações.
Existem ainda diversos outros tipos de relação que podem ser construídos a partir da base de
dados da pesquisa. Ainda não foi investigado, por exemplo, se existe alguma relação entre o
uso de TICs e os esforços de aprendizado e de desenvolvimento de inovações por parte das
empresas, nem se esta relação é afetada pelo porte. Este será o próximo passo da análise, e
deverá ser apresentado em artigos no futuro.
Os resultados do presente artigo mostram que ainda há muito a avançar na compreensão do
encadeamento entre os elementos que constituem a fluência em TICs, listados no quadro 1, e
dos desafios que se colocam às micro e pequenas empresas no seu processo de implementação
de sistemas de informação e de gestão da inovação. Uma melhor compreensão de como se
desenvolve a fluência em TICs em micro e pequenas empresas é também fundamental, para
identificar de que forma estas empresas podem se adequar aos desafios colocados pelo atual
paradigma tecno-econômico.
Business intelligence
Índice[esconder]
1 Processo Empresarial
2 Tecnologia de BI
3 História
3.1 Desenhando e Implementando BI
4 Ver também
Processo Empresarial:
A Inteligência Empresarial, ou Business Intelligence, é um termo do Gartner Group. O conceito surgiu na década de 80 e descreve as habilidades das corporações para acessar dados e explorar informações (normalmente contidas em um Data Warehouse/Data Mart), analisando-as e desenvolvendo percepções e entendimentos a seu respeito, o que lhes permite incrementar e tornar mais pautada em informações a tomada de decisão (JFF).
As organizações tipicamente recolhem informações com a finalidade de avaliar o ambiente empresarial, completando estas informações com pesquisas de marketing, industriais e de mercado, além de análises competitivas. Organizações competitivas acumulam "inteligência" à medida que ganham sustentação na sua vantagem competitiva, podendo considerar tal inteligência como o aspecto central para competir em alguns mercados.
Geralmente, os coletores de BI obtêm as fontes primárias de informação dentro das suas empresas. Cada fonte ajuda quem tem que decidir a entender como o poderá fazer da forma mais correta possível. As fontes secundárias de informações incluem as necessidades do consumidor, processo de decisão do cliente, pressões competitivas, condições industriais relevantes, aspectos econômicos e tecnológicos e tendências culturais.
Cada sistema de BI determina uma meta específica, tendo por base o objetivo organizacional ou a visão da empresa, existindo em ambos objetivos, sejam eles de longo ou curto prazo.
E-commerce
O Magento é uma solução open-source que promete flexibilidade e design moderno para os novos projetos de comércio eletrônico. Uma de suas vantagens é a possibilidade de gerenciar várias lojas em um mesmo ambiente de administração. Mas são N as vantagens, e vou falar mais sobre elas em outros artigos.
Apesar de ter apenas dois anos de vida, a Magento já é considerada a melhor ferramenta de comércio eletrônico em código-livre no mundo, haja vista os usuários de OSCommerce que estão migrando para ela, com diversas funcionalidades, e também de acordo com regras de otimização para mecanismos de busca como o Google e Bing. A comunidade Magento no Brasil está em franca expansão e espero que as grandes escolas e faculdades de tecnologia ofereçam cursos e workshops para que o programador brasileiro possa se aprimorar e dar também a sua contribuição para a comunidade internacional, já que somos conhecidos por nossa criatividade e engajamento no desenvolvimento de softwares livres.
Temas e Estilos
A possibilidade quase ilimitada de criação de temas e estilos para os mais diversos fins vem da estruturação das funções em blocos de layout e lógicos. Os blocos são utilizados pelo Magento para distinguir as várias funcionalidades do sistema e criam uma maneira mais clara para a sua gestão e personalização
E-business
Pode-se definir e-business como negócios feitos através da Internet no sentido mais amplo da palavra negócio, desde contatos diretos com consumidores, fornecedores como também análises de mercado, análises de investimentos, busca de informações sobre o macroambiente, pesquisa de mercados, etc.
Conjunto de sistemas de uma empresa que se interligam e interagem com os sistemas de diversas outras empresas servindo como a infraestrutura do e-Commerce (comércio eletrônico).
E-business tem como aplicação a criação de sistemas capazes de prover comunicação entre empresas agilizando os processo de compra e venda entre as mesmas, existem inclusive sistemas que fazem pedido automáticos para outras empresas de acordo com o seu estoque de produtos, facilitando assim todo o processo de fabricação e venda, melhorar a disponibilidade de produtos de acordo com a demanda pelos mesmos.
Enquadramento do negócio
A estratégia de e-business deve iniciar-se com um profundo conhecimento do negócio que se irá iniciar ou alterar. A primeira reflexão deverá incidir sobre o que se pretende com o novo negócio ou o que sustenta o actual modelo de negócio que é necessário reformular.
O gestor de projecto deverá reflectir conjuntamente com os diversos departamentos da empresa sobre o seguinte conjunto de questões :
Em que sector se localiza o negócio que pretendo iniciar ou reformular?
Qual o actual posicionamento da empresa no mercado que se insere?
Quem são os actuais concorrentes?
Quem são os potenciais concorrentes?
Qual o perfil dos actuais clientes da empresa?
Qual o perfil dos potenciais clientes da empresa?
Quantos são e quem são os principais fornecedores da organização?
Qual é a dimensão económica da empresa?
Qual é o desempenho económico-financeiro da empresa?
Que recursos financeiros dispõem a empresa para implementar uma estratégia de e-business?
Qual o numero de colaboradores da empresa?
Qual é o nível de qualificação dos colaboradores?
Qual a actual cobertura geográfica dos negócios da empresa?
Qual a cobertura geográfica futura dos negócios?
A empresa já internacionalizou a sua actividade ou pretende faze-lo?
Qual a estratégia de crescimento dos negócios da organização?
Experiência na economia digital
Neste processo de análise e diagnóstico, será fundamental aferir qual a familiaridade, envolvimento e abertura de toda a organização para um processo Web.
Será também importante elencar o grau de conhecimento sobre estas matérias por parte dos quadros superiores da organização, de forma a ser implementado um programa de formação adequado aos gestores indicados e eventualmente a toda a empresa.
Caso a empresa já possua um site, deverá efectuar uma descrição o mais exaustiva possível das suas lacunas ou limitações.
As questões mais importantes a colocar são as seguintes:
A empresa já possui um site?
Em caso afirmativo, quando foi lançado?
O novo site é uma evolução do anterior ou pretende incluir novas funcionalidades?
Quem foi o responsável pela concepção do site actual?
Quais as falhas mais importantes do site actual?
Quais as limitações mais importantes do actual site?
Quais os objectivos dos conteúdos do site actual?
Objetivos
Os objectivos que estão por detrás de uma presença Web, deverão enquadrar os conteúdos, a imagem gráfica, a funcionalidade e a tecnologia de suporte ao site.
É de extrema importância que a organização esteja segura dos objectivos que pretende atingir com a sua presença na Web. No limite mínimo o seu objectivo será o de marcar uma presença meramente institucional.
O nível de sofisticação digital deverá estar de acordo com as necessidades da empresa, da sua estratégia, do seu posicionamento e ainda da sua capacidade financeira.
Os objectivos da presença na Web poderão ser de diversa ordem como a redução de custos, aumento de receitas, entre muitos outros.
Uma presença na Web poderá permitir um conjunto de objectivos / processos que são:
Apresentação institucional;
Brand site;
Prestação de serviços aos clientes;
Optimização de processos da força de vendas;
E-commerce;
E-procurement;
E-marketplace;
E-colaboration;
Supply chain management;
E-community;
EDI;
Gestão de clientes através de CRM;
Gestão integrada da cadeia de valor.
Objetivos da estratégia
A empresa deverá recolher e tratar um conjunto de informações, nomeadamente sobre o mercado onde irá actuar, sobre os seus concorrentes, clientes, fornecedores, parceiros e fornecedores da solução de e-business. Após o tratamento da informação, a empresa deverá definir os seguintes aspectos:
Reavaliar a visão e a missão da empresa;
Analisar o sector ou negócio que irá abordar;
Identificar os actuais concorrentes da empresa e a sua posição competitiva;
Constituição ou não de uma empresa Web separada da actual;
Definir se pretende globalizar os negócios;
A empresa deverá fixar objectivos, pretende ser líder, challanger, ou abordar um nicho de mercado.
Suply Chain e Sistemas de Informações
Palavras-chave: Tecnologia da Informação, gestão da cadeia de suprimentos, variáveis estratégicas organizacionais
O que é um SCM?
Os instrumentos SCM apoiam-se nas informações de capacidade de produção presentes no sistema de informação da empresa para passar automaticamente ordens de encomendas. Assim, os instrumentos SCM estão fortemente relacionados com o Software de Gestão Integrada) (ERP, Enterprise Resource Planning) da empresa.
Idealmente, um instrumento SCM permite seguir o andamento das peças (fala-se de rastreabilidade) entre os diferentes intervenientes da cadeia logística. .
E-Commerce.

A vantagem para as lojas virtuais é que elas não necessitam de espaço físico, diminuindo custos. Além disso, estão abertas 24 horas por dia e oferecem serviços personalizados de acordo com o perfil do consumidor. Elas também podem existir como serviço complementar de uma rede de lojas ou serviços já existentes ou somente na Internet.
Enquanto os consumidores vão, aos poucos, sentindo-se seguros com as compras on-line, as empresas investem em segurança e ampliam a oferta e a qualidade dos produtos e serviços. Nesse processo, acontece uma evolução, e novos hábitos vão, aos poucos, fazendo parte da vida de milhares de pessoas.
O B2C são todos os processos que permitem que um consumidor final possa adquirir um produto ou serviço através da Internet. Os shoppings on-line devem prover de todas as informações necessárias para o consumidor comprar um produto sem a interação física com os representantes comerciais da empresa.
Mesmo que alguns consumidores não comprem determinados produtos através dos shoppings on-line ele pode tomar a decisão de comprar um produto pela Internet. Por exemplo, um consumidor decidiu comprar um carro. Ele começa a buscar informações sobre preço e características dos carros de seu interesse pela Internet. Ele visita os sites de várias montadoras, sites de vendas independentes, sites de revistas especializadas e vai formando opinião sobre qual carro deve comprar. Em alguns sites o consumidor pode simular as várias formas de pagamentos e pode passar informações pessoais para uma pré-aprovação do financiamento do carro. Mesmo que alguns sites não façam as vendas diretas eles precisam estar preparados para oferecer todo o suporte necessário ao consumidor decidir-se pelo seu produto.
Também no B2C os sites de leilões estão obtendo bastante sucesso. O melhor exemplo é o site americano eBay. O processo é similar a um leilão convencional. Uma pessoa ou empresa publica no site sua intenção de venda de um determinado produto e vende pela melhor oferta.
No ramo de vendas diretas existem vários exemplos de sucesso, os clássicos são a livraria virtual Amazon.com (www.amazon.com) e o site de vendas de computadores da Dell Computers (www.dell.com).
Um processo importante e que inibe alguns consumidores de utilizar mais intensivamente o comércio eletrônico é o receio das fraudes eletrônicas. Para superar esse receio as empresas estão investindo em mecanismos seguros de transferência de informações eletrônicas. Entre essas iniciativas está o protocolo de transação segura SET, desenvolvido em conjunto pelas operadoras de cartões de crédito VISA e MASTERCARD.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Vantagens e desvantagens para a empresa terceirizada (a contratada)
Contrata-se um serviço, que será efetivado pela empresa escolhida. Há uma relação comercial entre condomínio e prestadora, e desta forma deve ser encarada, especialmente no que se refere ao trato para com os empregados.
Por outro lado, a contratação direta nada mais é do que a manutenção do quadro funcional pelo próprio condomínio.
Na contratação direta, o condomínio terá de empregar, apesar de não possuir papel social de gerar postos de trabalho, já que seu fim não é diretamente gerar lucro. Logo, optando por tal modalidade atrairá para si funções e obrigações que requerem máximo cuidado e atenção, para as quais seus dirigentes podem não deter habilidade ou disponibilidade, criando sérios problemas.
Desta forma, a contratação direta traz ao condomínio uma série de implicações, que mesmo controladas pela administradora, dependem da participação efetiva de seus dirigentes, especialmente no que se refere à troca, aumento de salário por merecimento, advertências, controle de horário entre outras cautelas cabíveis a qualquer empregador.
Por outro lado, a contratação direta oferece ao condomínio a disponibilidade de optar e escolher seus próprios empregados, manejando-os a seu entendimento, criando desta forma uma relação diferenciada para com os mesmos, além do próprio controle dos trabalhos que deve ser efetivado diretamente pelo síndico e seu conselho.
Todavia, não se pode esquecer que da mesma forma que conduz o trabalho, o condomínio também, em caso de necessidade, demite, e por conseguinte arca com verbas para tal finalidade, logo outro cuidado deve ser tomado, qual seja, a verificação de recursos para a rescisão de um contrato de trabalho, sendo certo que nem sempre a demissão dependerá exclusivamente da vontade dos condôminos, mas certamente da disponibilidade financeira, sem se falar no risco de uma demanda trabalhista.
Por outro lado, a terceirização se mostra como modalidade bastante adequada à gestão condominial, visto que através dela, se estará contratando uma empresa especializada naquilo que faz, ou seja, controle e prestação de mão de obra, desde que adotadas certas cautelas.
Na terceirização, a preocupação maior do condomínio deve ser com a escolha da empresa prestadora do serviço, a qual deve atestar sua experiência de mercado, idoneidade financeira e principalmente sua gestão, bem como forma de solução de impasses para com os empregados.
Outro ponto que merece destaque reside no fato de que por existirem diversas empresas que prestam o serviço de terceirização, o condomínio deve exigir das pretendentes opções de pacotes com preços baixos e alto número de benefícios, tais como câmeras de segurança, cerca elétrica, botão de pânico, linha telefônica, rádios de comunicação, entre outros, sem qualquer custo adicional.
Além disso, com a terceirização a preocupação do condomínio se restringe ao pagamento da fatura, e, por conseguinte, a exigência de um trabalho de excelência, com a troca de profissionais e demais atos, que se façam necessários para ampla satisfação dos condôminos.
Novas tecnologias de informação e comunicação
São consideradas NTICs, entre outras:
os computadores pessoais (PCs, personal computers)
as câmeras de vídeo e foto para computador ou webcams
a gravação doméstica de CDs e DVDs
os diversos suportes para guardar e portar dados como os disquetes (com os tamanhos mais variados), discos rígidos ou hds, cartões de memória, pendrives, zipdrives e assemelhados
a telefonia móvel (telemóveis ou telefones celulares)
a TV por assinatura
TV a cabo
TV por antena parabólica
o correio eletrônico (e-mail)
as listas de discussão (mailing lists)
a internet
a world wide web (principal interface gráfica da internet)
os websites e home pages
os quadros de discussão (message boards)
o streaming (fluxo contínuo de áudio e vídeo via internet)
o podcasting (transmissão sob demanda de áudio e vídeo via internet)
esta enciclopédia colaborativa, a wikipedia, possível graças à Internet, à www e à invenção do wiki
as tecnologias digitais de captação e tratamento de imagens e sons
a captura eletrônica ou digitalização de imagens (scanners)
a fotografia digital
o vídeo digital
o cinema digital (da captação à exibição)
o som digital
a TV digital e o rádio digital
as tecnologias de acesso remoto (sem fio ou wireless)
Wi-Fi
Bluetooth
RFID
EPVC
De modo geral as novas tecnologias estão associadas à interatividade e a quebra com o modelo comunicacional um-todos, em que a informação é transmitida de modo unidirecional, adotando o modelo todos-todos, em que aqueles que integram redes de conexão operacionalizadas por meio das NTIC fazem parte do envio e do recebimento das informações. Neste sentido, muitas tecnologias são questionadas quanto a sua inclusão no conceito de novas tecnologias da informação e comunicação, ou meramente novos modelos de antigas tecnologias.
As novas tecnologias, relacionadas a uma revolução informacional, oferecem uma infra-estrutra comunicacional que permite a interação em rede de seus integrantes. Numa rede, no entanto, geralmente são descartados modelos em que haja uma produção unilateral das informações que serão somente repassadas aos outros terminais de acesso. Este modelo é considerado reativo e não interativo e aparece mesmo na internet, disponibilizados pelos conhecidos portais, e agências midiáticas que disponibilizam suas informações e serviços pela Internet tão somente.
E também pode existir tecnologia de orientação nas estradas.
As novas tecnologias e a Comunicação
É difícil prever o impacto que terá nelas, embora já se possam antever alguns contornos: maior facilidade e rapidez de acesso à informação, melhor coordenação de colaboradores dispersos geograficamente, por exemplo, integração e automatização dos processos de negócio a montante (fornecedores) e a jusante (clientes), incremento da possibilidade de participação dos colaboradores nas actividades de gestão dos seus superiores hierárquicos, etc.
As novas tecnologias parecem favorecer a tendência para as empresas terem fronteiras cada vez menos demarcadas em relação ao seu meio ambiente, a trabalharem cada vez mais "em rede" com outras empresas e, dentro delas, os seus colaboradores também trabalharem cada vez mais "em rede".
As novas tecnologia de comunicação levam a educação a uma nova dimensão. Esta nova dimensão é a capacidade de encontrar uma lógica dentro do caos de informações que muitas vezes possuímos, organizar numa síntese coerente das informações dentro de uma área de conhecimento. Agilidade na questão de domínio do raciocinio lógico em grandes impresas com informações importantes para o crescimento da mesma.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Novas_tecnologias_de_informa%C3%A7%C3%A3o_e_comunica%C3%A7%C3%A3o"
VANTAGENS DA TERCEIRIZAÇÃO NA ÁREA DE TI
A ação funciona quando apoiada em contratos muito bem delimitados e maduros. A área de tecnologia vive em constantes mudanças devido ao grande volume de informações e tecnologias diferentes no mercado. Nenhum profissional de informática consegue ser especialista em todas as áreas de TI. Por isso, apesar de conhecer um pouco de várias tecnologias, a maioria dos profissionais conseguiria se especializar em poucas ou somente uma destas tecnologias. Quando uma empresa contrata ou monta uma equipe de tecnologia ou um centro de processamento de dados. Como são normalmente chamados os setores de informática os CPD's na maioria das empresas, principalmente as que não são da área de TI, normalmente precisam ter em sua equipe mais de um profissional, devido as diversas tecnologias que geralmente usa. PROFISSIONALPor mais empenhado que seja o responsável pelo o ambiente de TI, em algumas ocasiões vai ter que buscar ajuda de outros profissionais para resolver alguma situação específica ocorrida em alguma área de TI que não domina. O gerente de TI não perderá o controle sobre a operação. Para isto será preciso ter um contrato bem preparado sobre suas garantias e direitos, o controle pode ser inteiramente seu.O que seria de grandes coorporações sem as empresas terceirizadas? Como a maior empresa do Brasil trabalha com isso? Gestão de Projetos e Contratos é uma boa dica de como a Petrobrás lida com a questão da terceirização. Para isso existe o Planejamento em TIVANTAGENSUma das vantagens de terceirizar o setor de informática de sua empresa está em dispor de vários profissionais multidisciplinares para resolver seu problema. Geralmente existe um contrato para garantir a qualidade e pronto atendimento dos serviços.Mas a vantagem da terceirização é que, com um bom contrato, sua empresa pode até mesmo prever essas situações, como algumas empresas de terceirização de TI, fazem. Por exemplo: se o técnico não chegar no cliente em duas horas após o chamado, a empresa dá ao cliente desconto de 20% do valor do contrato. Práticas como esta geram empenho da equipe e confiabilidade junto ao cliente. CARACTERÍSTICAS:Sem encargos trabalhistas: Você não paga salário, convênios, vale transporte ou qualquer outra despesa que você teria com um funcionário interno.Sem intervalos remunerados: Sua empresa não terá nunca que oferecer férias, licenças por motivos de saúde ou outros e sempre terá sempre um profissional, adequado a sua necessidade a sua disposição, conforme as opções de cada tipo de contrato de terceirização.Garantias adicionais: Você pode ter em alguns casos garantia sobre os equipamentos, além de garantia sobre os trabalhos executados. Se algo acontecer de errado a responsabilidade pelo trabalho é da empresa terceirizada.Múltiplas especialidades: Você terá além de um profissional responsável pelo seu atendimento, com quem vai lidar, conta com toda a equipe da empresa para lhe atender em suas necessidades. Profissionais com experiência em várias empresas e ramos de negócios diferentes.Para saber mais sobre consultoria e serviços que a SISNEMA oferece converse com nossas consultoras comerciais pelo telefone: 51 3226.4111 ou envie um email para: serv@sisnema.com.br.......................................Publicação: 19/11/07SISNEMA
A TERCEIRIZAÇÃO
Apesar das várias vantagens, a Terceirização deve ser praticada com cautela. Uma má gestão de terceirização pode implicar para as empresas um descontrole e desconhecimento de sua mão-de-obra, a contratação involuntária de pessoas inadequadas, perdas financeiras em ações trabalhistas movidas pelos empregados terceirizados, dentre outros problemas.
O processo de terceirização em uma organização deve levar em conta diversos fatores de interesse, tais como a redução de custos e principalmente o foco na sua atividade-fim. Há um sério risco em atrelar a terceirização à redução de custo, porque, na maioria das vezes, não é esse o resultado. A terceirização precisa estar em conformidade com os objetivos estratégicos da organização, os quais irão revelar em que pontos ela poderá alcançar resultados satisfatórios.
O que não se deve terceirizar? O princípio básico é que não se terceirize a sua atividade-fim. Sendo assim, uma organização que desconhece a si mesma, em um processo de terceirização, corre sério risco de perder sua identidade e principalmente o seu diferencial competitivo. Mesmo na atividade-meio, só é permitido terceirizar quando não houver subordinação hierárquica, ou seja, locação de mão de obra é ilegal.
A atividade-fim de uma empresa é a razão de existir dessa empresa. Dentro do serviço público, têm-se exemplos de terceirizações satisfatórias, como é o caso dos serviços de limpeza. Neste caso, a terceirização é indicada pois a atividade-fim do serviço público não é a limpeza de seu patrimônio.
Para amenizar os problemas causados pela terceirização, estão sendo criadas por empresas de software algumas soluções de sistemas informatizados para promover de forma mais eficaz o controle e a gestão da mão-de-obra terceirizada, sendo uma importante ferramenta para o departamento de recursos humanos das empresas que praticam a terceirização.
Vantagens da Terceirização da TI
A prestação de serviços de outsourcing é uma das modalidades que mais tem crescido na área de TI - Tecnologia da Informação. O conceito vem evoluindo ao longo dos anos, tornando-se um importante fator de competitividade para as empresas. Numa tradução pura e simples, outsourcing nada mais é que terceirização, mas quando se fala em estratégia de negócios, o outsourcing das áreas de tecnologia transforma-se numa ferramenta imprescindível para aumentar, simultaneamente, produtividade e rentabilidade e proporcionar maior vantagem competitiva. Empresas de todos os segmentos estão adotando as parcerias com especialistas para gerir as suas área de Tecnologia da Informação. Hoje, a maioria das grandes companhias tem algum processo terceirizado. Do ponto de vista da gestão, com o outsourcing da TI, as empresas podem dedicar-se integralmente ao foco principal das suas atividades. A incorporação de profissionais melhor qualificados para o suporte tecnológico propicia resultados de mais qualidade aos serviços e mais disponibilidade do pessoal interno para o negócio da empresa propriamente dito. Neste sentido, já estão comprovadas as vantagens e os benefícios do outsourcing, seja por razões estratégicas, operacionais ou de gestão. Dentre os principais resultados, a redução de custos globais do setor, melhor abordagem de negócio e melhoria da qualidade do serviço prestado. Hoje em dia, porém, as grandes questões são: quais são as melhores práticas e as maneiras de aderir à terceirização, como escolher os parceiros adequados e de que forma medir seus resultados? As empresas devem procurar no fornecedor de outsourcing um parceiro de negócios, que traga uma vasta gama de habilidades e pontos fortes. Uma boa consultoria pode determinar o que é melhor para o cliente, um especialista em TI bem preparado tem condições de avaliar e planejar como a tecnologia vai apoiar a evolução dos negócios da empresa.Por ter a tecnologia como seu negócio principal (core-business) e o custo de infra-estrutura e mão-de-obra compartilhado entre outros contratantes, a empresa de outsourcing tende a ter uma maior capacidade evolutiva. Mais do que um contrato, é preciso estabelecer uma relação de parceria de negócios.Vale a pena avaliar a performance do outsourcing com base num amplo conjunto de resultados e não limitar a avaliação apenas ao fator "redução de custos". A incorporação do SLA - Service Level Agreement (Contratos por níveis de serviços)discrimina as garantias de qualidade, quantidade, modalidade e precisão dos diferentes serviços a serem oferecidos. Os projetos podem ser customizados e até mesmo exclusivos. O pagamento pode ser feito sob demanda, ou seja, a empresa contratante só deve pagar pelo serviço consumido. * Miguel Ruiz é fundador da MR Consultoria
Gestão Tecnologia da Informação - DesenvolverxTerceirizar
Governança de Tecnologia da Informação
Downsizing

Em linhas gerais, trata-se de uma técnica administrativa, aplicada pela área de Recursos Humanos (RH), em que visa a redução do quadro de funcionários e níveis hierárquicos, bem como a diminuição da burocracia dentro da organização.Entretanto, é uma ferramenta que deve ser analisada de maneira global haja vista que afetará toda estrutura da corporação. Deve-se, para tanto, planejar de maneira estratégica, pois as vantagens são significativas:
Rapidez na tomada de decisão;
Resposta mais rápida às ações do concorrente;
Comunicação menos distorcida e mais rápida; A downsizing é uma técnica empregada para tornar a empresa ágil e competitiva. Normalmente é utilizada para iniciar processos de horizontalização nas empresas e reestruturação dos Recursos Humanos. Sofre influência direta tanto de fatores Internos (estruturas da organização), quanto de Externos (contexo econômino, político, mercadológico, etc) e deve estar em concordância com o Planejamento Estratégico da empresa.Etapas de Implantação
Definição de metas;
Elaboração de princípios básicos;
Coletas de fatos;
Identificação de oportunidades;
Planejamento de melhorias;
Execução. O planejamento é a palavra-chave para a eficácia dessa ferramenta. E a falta de foco pode acarretar alguns riscos:
Demissões desnecessárias;
Menor comprometimento dos empregados;
Ambientes adversos aos riscos;
Funcionários com resistência às inovações (Trauma);
Perda de talentos. Muitas empresas defendem essa técnica como uma forma de reduzir custos, embora, não possuem pessoas capazes para projetar e executar de maneira estratégica esta iniciativa dentro da corporação. Com isso, cria-se uma espécie de resistência quanto a prática desse método.Entertanto, vale lembrar que a downsizing não tem como objetivo a diminuição dos custos. Isso é uma consequência frente aos objetivos de fato: redução planejada do quadro de funcionários, bem como dos níveis hierárquicos, com o própósito de diminuir a burocracia, melhorar e maximizar a comunicação dentro da organização.Como em tudo na vida requer planejamento, com a downsizing não é diferente. Apenas tirará proveito desta ferramenta o gestor que tiver habilidades estratégicas, caso contrário, a estrutura organizacional sofrerá sérios riscos.
Governança tecnológica
Crescente dependência da informação e dos sistemas que divulgam essa informação.
Crescente vulnerabilidade do ambiente de tecnologia e um amplo espectro de ameaças.
Relevância dos custos e dos investimentos atuais e futuros em informação e sistemas de informação.
Potencial das novas tecnologias de mudar dramaticamente as organizações e as práticas de negócio, criar novas oportunidades e reduzir custos.
Ausência de Planos Diretores com o objetivo de definir um foco da área de tecnologia dentro da corporação.
Muitas organizações reconhecem os benefícios potenciais que a tecnologia pode proporcionar. Organizações de sucesso, porém, entendem e gerenciam os riscos associados com a implementação de novas tecnologias.
Assim, a Governança de TI está se tornando cada vez mais importante dentro da Governança Empresarial, pois permite à empresa tirar total proveito de suas informações, maximizando benefícios, capitalizando oportunidades e adquirindo vantagem competitiva.
A Deloitte colabora com seus clientes no processo de implementação do conceito de Governança Tecnológica, auxiliando-os na estruturação da função de TI dentro da empresa ao mesmo tempo em que equilibra risco versus retorno sobre TI e seus processos de negócios
criar um banco de dados e tabelas no Usando o Access
Um banco de dados é como uma lista telefônica , onde você pode guardar informações sobre um item escolhido. No caso da lista telefônica o item seriam pessoas ; você tem então um banco de dados com informações de telefones e endereços de diversas pessoas.
Cada descrição sobre o item que você escolheu é o que chamamos de campo da tabela . Então, nome , endereço , telefone , são campos de uma tabela que poderiamos chamar de clientes. O conjunto de todos os campos para um item forma o que chamamos registro. Logo nome, endereço e telefone formam um registro que identifica o item desejado.
Antes de você criar uma tabela você deve pensar no que vai fazer com ela e quais informações deseja gerenciar . Para guardar informações de clientes em uma tabela você vai descrever cada item onde deseja obter informações , então : Nome , Endereço , Telefone e Nascimento , são descrição de itens que usamos na nossa tabela clientes, pois desejamos algo simples. É claro que você pode usar mais campos. Veja a estrutura da hipotética tabela clientes como ficou:
No Access o banco de dados funciona como um recipiente onde você vai colocar suas informações. Para guardar as informações você usa as tabelas. Então dentro do banco de dados você cria tabelas com informações sobre os itens que deseja gerenciar. Assim você pode criar tabelas para clientes, produtos , pedidos, etc.. e colocar todas elas dentro do banco de dados. Primeiro você cria o banco de dados e depois as tabelas. É assim que o Access trabalha com as informações.