A prestação de serviços de outsourcing é uma das modalidades que mais tem crescido na área de TI - Tecnologia da Informação. O conceito vem evoluindo ao longo dos anos, tornando-se um importante fator de competitividade para as empresas. Numa tradução pura e simples, outsourcing nada mais é que terceirização, mas quando se fala em estratégia de negócios, o outsourcing das áreas de tecnologia transforma-se numa ferramenta imprescindível para aumentar, simultaneamente, produtividade e rentabilidade e proporcionar maior vantagem competitiva. Empresas de todos os segmentos estão adotando as parcerias com especialistas para gerir as suas área de Tecnologia da Informação. Hoje, a maioria das grandes companhias tem algum processo terceirizado. Do ponto de vista da gestão, com o outsourcing da TI, as empresas podem dedicar-se integralmente ao foco principal das suas atividades. A incorporação de profissionais melhor qualificados para o suporte tecnológico propicia resultados de mais qualidade aos serviços e mais disponibilidade do pessoal interno para o negócio da empresa propriamente dito. Neste sentido, já estão comprovadas as vantagens e os benefícios do outsourcing, seja por razões estratégicas, operacionais ou de gestão. Dentre os principais resultados, a redução de custos globais do setor, melhor abordagem de negócio e melhoria da qualidade do serviço prestado. Hoje em dia, porém, as grandes questões são: quais são as melhores práticas e as maneiras de aderir à terceirização, como escolher os parceiros adequados e de que forma medir seus resultados? As empresas devem procurar no fornecedor de outsourcing um parceiro de negócios, que traga uma vasta gama de habilidades e pontos fortes. Uma boa consultoria pode determinar o que é melhor para o cliente, um especialista em TI bem preparado tem condições de avaliar e planejar como a tecnologia vai apoiar a evolução dos negócios da empresa.Por ter a tecnologia como seu negócio principal (core-business) e o custo de infra-estrutura e mão-de-obra compartilhado entre outros contratantes, a empresa de outsourcing tende a ter uma maior capacidade evolutiva. Mais do que um contrato, é preciso estabelecer uma relação de parceria de negócios.Vale a pena avaliar a performance do outsourcing com base num amplo conjunto de resultados e não limitar a avaliação apenas ao fator "redução de custos". A incorporação do SLA - Service Level Agreement (Contratos por níveis de serviços)discrimina as garantias de qualidade, quantidade, modalidade e precisão dos diferentes serviços a serem oferecidos. Os projetos podem ser customizados e até mesmo exclusivos. O pagamento pode ser feito sob demanda, ou seja, a empresa contratante só deve pagar pelo serviço consumido. * Miguel Ruiz é fundador da MR Consultoria
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Vantagens da Terceirização da TI
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Vantagem terceirização da TI - Chico
Gestão Tecnologia da Informação - DesenvolverxTerceirizar
Quais as vantagens e desvantagens de cada uma das visões (desenvolver x terceirizar)? Desenvolver: Desvantagens: Manutenção de equipe própria (sálarios, encargos, treinamento, livros técnicos, espaço necessário dentro da organização e gastos com equipamentos); Esforço nem sempre concentrado na atividade principal; Vantagens: Exposição ao risco de imagem reduzido; Redução das chances de que os serviços sejam prestados à concorrência; Menor rotatividade; Igualdade de benefícios; Terceirizar: Desvantagens: Risco de imagem (ter a imagem comprometida por operar com terceirizada que presta serviço de maneira inadequada ou sem estrutura suficiente para atender a demanda); Presunção de vínculo empregatício; Não há impedimento de que os mesmos serviços sejam prestados pela concorrência; Maior rotatividade de mão de obra: Diferença de benefícios; Maiores riscos de furtos e vandalismos: Dificuldades de encontrar novos parceiros de confiança. Vantagens: Redução de desperdícios; Concentração de esforço na atividade principal; Especialização; Melhor qualidade; Maior atenção a gestão de custos; Maior competitividade.cesso de decisão.
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Nalva,
Vantagens e desvantagens da terceirização
Governança de Tecnologia da Informação
Pesquisadores do MIT desenvolvem estratégia para implantação de governança eficaz em TI. Com base em um estudo feito junto a 250 empresas de todo o mundo, Weill e Ross afirmam que o valor de negócios de TI resulta diretamente de uma governança de TI eficaz – da alocação, pela empresa, de responsabilidade e dos direitos decisórios. Suas pesquisas revelam que empresas com governança de TI superior têm lucros no mínimo 20% maiores do que as com má governança, considerados os mesmos objetivos estratégicos. Mas somente 38% da alta gerência conseguem descrever com precisão de sua governança de TI. Com base nestes estudos, escreveram “Governança de Tecnologia da Informação”, lançamento de novembro da nova editora M.Books.Com o imenso crescimento dos gastos com tecnologia da informação nas empresas e a evidência forte de que aumentos significativos nos lucros resultam de melhores decisões nessa área, Peter Weill e Jeanne Ross acreditam que é hora de tornar a governança de TI mais profissional. Deste modo, e para suprir a carência de publicações que ajudem os administradores a compreender os aspectos envolvidos na concepção de estruturas e processos de governança eficiente, desenvolveram “Governança de Tecnologia da Informação”. O livro ilustra situações de sistemas de governança vividas pelas empresas de melhor desempenho nos setores públicos e com fins lucrativos – incluindo a Du Pont, UPS, Unicef, State Street Corpoation, Motorola e Panalpina.Embora “Governança de Tecnologia da Informação” trate especificamente de governança de TI, os autores situam a tecnologia da informação num contexto organizacional como um dos seis ativos principais que devem ser governados em uma organização para a criação de valor. Para Weill e Ross, com freqüência, livros e discussões concentram-se numa única peça do quebra-cabeça organizacional, mas a criação de valor depende da integração dos ativos centrais da empresa. A eficácia da governança de TI é especialmente importante em economias em crescimento. “Por isso, nós podemos pensar em poucos países onde a governança de TI é mais importante do que no Brasil. A recompensa pela boa governança de TI (e boa governança corporativa) no Brasil será provavelmente uma vantagem competitiva significativa”, afirmam os autores.
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Emanuel,
Governança Tecnologica
Downsizing

Downsizing - Uma Redução Inteligente .
Em linhas gerais, trata-se de uma técnica administrativa, aplicada pela área de Recursos Humanos (RH), em que visa a redução do quadro de funcionários e níveis hierárquicos, bem como a diminuição da burocracia dentro da organização.Entretanto, é uma ferramenta que deve ser analisada de maneira global haja vista que afetará toda estrutura da corporação. Deve-se, para tanto, planejar de maneira estratégica, pois as vantagens são significativas:
Rapidez na tomada de decisão;
Resposta mais rápida às ações do concorrente;
Comunicação menos distorcida e mais rápida; A downsizing é uma técnica empregada para tornar a empresa ágil e competitiva. Normalmente é utilizada para iniciar processos de horizontalização nas empresas e reestruturação dos Recursos Humanos. Sofre influência direta tanto de fatores Internos (estruturas da organização), quanto de Externos (contexo econômino, político, mercadológico, etc) e deve estar em concordância com o Planejamento Estratégico da empresa.Etapas de Implantação
Definição de metas;
Elaboração de princípios básicos;
Coletas de fatos;
Identificação de oportunidades;
Planejamento de melhorias;
Execução. O planejamento é a palavra-chave para a eficácia dessa ferramenta. E a falta de foco pode acarretar alguns riscos:
Demissões desnecessárias;
Menor comprometimento dos empregados;
Ambientes adversos aos riscos;
Funcionários com resistência às inovações (Trauma);
Perda de talentos. Muitas empresas defendem essa técnica como uma forma de reduzir custos, embora, não possuem pessoas capazes para projetar e executar de maneira estratégica esta iniciativa dentro da corporação. Com isso, cria-se uma espécie de resistência quanto a prática desse método.Entertanto, vale lembrar que a downsizing não tem como objetivo a diminuição dos custos. Isso é uma consequência frente aos objetivos de fato: redução planejada do quadro de funcionários, bem como dos níveis hierárquicos, com o própósito de diminuir a burocracia, melhorar e maximizar a comunicação dentro da organização.Como em tudo na vida requer planejamento, com a downsizing não é diferente. Apenas tirará proveito desta ferramenta o gestor que tiver habilidades estratégicas, caso contrário, a estrutura organizacional sofrerá sérios riscos.
Em linhas gerais, trata-se de uma técnica administrativa, aplicada pela área de Recursos Humanos (RH), em que visa a redução do quadro de funcionários e níveis hierárquicos, bem como a diminuição da burocracia dentro da organização.Entretanto, é uma ferramenta que deve ser analisada de maneira global haja vista que afetará toda estrutura da corporação. Deve-se, para tanto, planejar de maneira estratégica, pois as vantagens são significativas:
Rapidez na tomada de decisão;
Resposta mais rápida às ações do concorrente;
Comunicação menos distorcida e mais rápida; A downsizing é uma técnica empregada para tornar a empresa ágil e competitiva. Normalmente é utilizada para iniciar processos de horizontalização nas empresas e reestruturação dos Recursos Humanos. Sofre influência direta tanto de fatores Internos (estruturas da organização), quanto de Externos (contexo econômino, político, mercadológico, etc) e deve estar em concordância com o Planejamento Estratégico da empresa.Etapas de Implantação
Definição de metas;
Elaboração de princípios básicos;
Coletas de fatos;
Identificação de oportunidades;
Planejamento de melhorias;
Execução. O planejamento é a palavra-chave para a eficácia dessa ferramenta. E a falta de foco pode acarretar alguns riscos:
Demissões desnecessárias;
Menor comprometimento dos empregados;
Ambientes adversos aos riscos;
Funcionários com resistência às inovações (Trauma);
Perda de talentos. Muitas empresas defendem essa técnica como uma forma de reduzir custos, embora, não possuem pessoas capazes para projetar e executar de maneira estratégica esta iniciativa dentro da corporação. Com isso, cria-se uma espécie de resistência quanto a prática desse método.Entertanto, vale lembrar que a downsizing não tem como objetivo a diminuição dos custos. Isso é uma consequência frente aos objetivos de fato: redução planejada do quadro de funcionários, bem como dos níveis hierárquicos, com o própósito de diminuir a burocracia, melhorar e maximizar a comunicação dentro da organização.Como em tudo na vida requer planejamento, com a downsizing não é diferente. Apenas tirará proveito desta ferramenta o gestor que tiver habilidades estratégicas, caso contrário, a estrutura organizacional sofrerá sérios riscos.
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downsizing,
Janiele vital noroes.
Governança tecnológica
Criticamente importante para a sobrevivência e o sucesso de uma organização é a administração efetiva da informação e da Tecnologia da Informação (TI) utilizada. Nessa sociedade de informação global, em que a informação viaja pelo ciberespaço sem as restrições de tempo, distância e velocidade, vemos como tendências:
Crescente dependência da informação e dos sistemas que divulgam essa informação.
Crescente vulnerabilidade do ambiente de tecnologia e um amplo espectro de ameaças.
Relevância dos custos e dos investimentos atuais e futuros em informação e sistemas de informação.
Potencial das novas tecnologias de mudar dramaticamente as organizações e as práticas de negócio, criar novas oportunidades e reduzir custos.
Ausência de Planos Diretores com o objetivo de definir um foco da área de tecnologia dentro da corporação.
Muitas organizações reconhecem os benefícios potenciais que a tecnologia pode proporcionar. Organizações de sucesso, porém, entendem e gerenciam os riscos associados com a implementação de novas tecnologias.
Assim, a Governança de TI está se tornando cada vez mais importante dentro da Governança Empresarial, pois permite à empresa tirar total proveito de suas informações, maximizando benefícios, capitalizando oportunidades e adquirindo vantagem competitiva.
A Deloitte colabora com seus clientes no processo de implementação do conceito de Governança Tecnológica, auxiliando-os na estruturação da função de TI dentro da empresa ao mesmo tempo em que equilibra risco versus retorno sobre TI e seus processos de negócios
Crescente dependência da informação e dos sistemas que divulgam essa informação.
Crescente vulnerabilidade do ambiente de tecnologia e um amplo espectro de ameaças.
Relevância dos custos e dos investimentos atuais e futuros em informação e sistemas de informação.
Potencial das novas tecnologias de mudar dramaticamente as organizações e as práticas de negócio, criar novas oportunidades e reduzir custos.
Ausência de Planos Diretores com o objetivo de definir um foco da área de tecnologia dentro da corporação.
Muitas organizações reconhecem os benefícios potenciais que a tecnologia pode proporcionar. Organizações de sucesso, porém, entendem e gerenciam os riscos associados com a implementação de novas tecnologias.
Assim, a Governança de TI está se tornando cada vez mais importante dentro da Governança Empresarial, pois permite à empresa tirar total proveito de suas informações, maximizando benefícios, capitalizando oportunidades e adquirindo vantagem competitiva.
A Deloitte colabora com seus clientes no processo de implementação do conceito de Governança Tecnológica, auxiliando-os na estruturação da função de TI dentro da empresa ao mesmo tempo em que equilibra risco versus retorno sobre TI e seus processos de negócios
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Marcelo Gomes.
criar um banco de dados e tabelas no Usando o Access
Vamos mostrar a seguir como criar um banco de dados usando o Microsoft Access.
Um banco de dados é como uma lista telefônica , onde você pode guardar informações sobre um item escolhido. No caso da lista telefônica o item seriam pessoas ; você tem então um banco de dados com informações de telefones e endereços de diversas pessoas.
Cada descrição sobre o item que você escolheu é o que chamamos de campo da tabela . Então, nome , endereço , telefone , são campos de uma tabela que poderiamos chamar de clientes. O conjunto de todos os campos para um item forma o que chamamos registro. Logo nome, endereço e telefone formam um registro que identifica o item desejado.
Antes de você criar uma tabela você deve pensar no que vai fazer com ela e quais informações deseja gerenciar . Para guardar informações de clientes em uma tabela você vai descrever cada item onde deseja obter informações , então : Nome , Endereço , Telefone e Nascimento , são descrição de itens que usamos na nossa tabela clientes, pois desejamos algo simples. É claro que você pode usar mais campos. Veja a estrutura da hipotética tabela clientes como ficou:
No Access o banco de dados funciona como um recipiente onde você vai colocar suas informações. Para guardar as informações você usa as tabelas. Então dentro do banco de dados você cria tabelas com informações sobre os itens que deseja gerenciar. Assim você pode criar tabelas para clientes, produtos , pedidos, etc.. e colocar todas elas dentro do banco de dados. Primeiro você cria o banco de dados e depois as tabelas. É assim que o Access trabalha com as informações.
Um banco de dados é como uma lista telefônica , onde você pode guardar informações sobre um item escolhido. No caso da lista telefônica o item seriam pessoas ; você tem então um banco de dados com informações de telefones e endereços de diversas pessoas.
Cada descrição sobre o item que você escolheu é o que chamamos de campo da tabela . Então, nome , endereço , telefone , são campos de uma tabela que poderiamos chamar de clientes. O conjunto de todos os campos para um item forma o que chamamos registro. Logo nome, endereço e telefone formam um registro que identifica o item desejado.
Antes de você criar uma tabela você deve pensar no que vai fazer com ela e quais informações deseja gerenciar . Para guardar informações de clientes em uma tabela você vai descrever cada item onde deseja obter informações , então : Nome , Endereço , Telefone e Nascimento , são descrição de itens que usamos na nossa tabela clientes, pois desejamos algo simples. É claro que você pode usar mais campos. Veja a estrutura da hipotética tabela clientes como ficou:
No Access o banco de dados funciona como um recipiente onde você vai colocar suas informações. Para guardar as informações você usa as tabelas. Então dentro do banco de dados você cria tabelas com informações sobre os itens que deseja gerenciar. Assim você pode criar tabelas para clientes, produtos , pedidos, etc.. e colocar todas elas dentro do banco de dados. Primeiro você cria o banco de dados e depois as tabelas. É assim que o Access trabalha com as informações.
Terceirização
Hoje a terceirização ou outsourcing é usada em larga escala por grandes corporações brasileiras. Esta prática visa a redução de custo e o aumento da qualidade. É observada principalmente em empresas de Telecomunicações, Mineração, Indústrias etc.
Apesar das várias vantagens, a Terceirização deve ser praticada com cautela. Uma má gestão de terceirização pode implicar para as empresas um descontrole e desconhecimento de sua mão-de-obra, a contratação involuntária de pessoas inadequadas, perdas financeiras em ações trabalhistas movidas pelos empregados terceirizados, dentre outros problemas.
O processo de terceirização em uma organização deve levar em conta diversos fatores de interesse, tais como a redução de custos e principalmente o foco na sua atividade-fim. Há um sério risco em atrelar a terceirização à redução de custo, porque, na maioria das vezes, não é esse o resultado. A terceirização precisa estar em conformidade com os objetivos estratégicos da organização, os quais irão revelar em que pontos ela poderá alcançar resultados satisfatórios.
O que não se deve terceirizar? O princípio básico é que não se terceirize a sua atividade-fim. Sendo assim, uma organização que desconhece a si mesma, em um processo de terceirização, corre sério risco de perder sua identidade e principalmente o seu diferencial competitivo. Mesmo na atividade-meio, só é permitido terceirizar quando não houver subordinação hierárquica, ou seja, locação de mão de obra é ilegal.
A atividade-fim de uma empresa é a razão de existir dessa empresa. Dentro do serviço público, têm-se exemplos de terceirizações satisfatórias, como é o caso dos serviços de limpeza. Neste caso, a terceirização é indicada pois a atividade-fim do serviço público não é a limpeza de seu patrimônio.
Para amenizar os problemas causados pela terceirização, estão sendo criadas por empresas de software algumas soluções de sistemas informatizados para promover de forma mais eficaz o controle e a gestão da mão-de-obra terceirizada, sendo uma importante ferramenta para o departamento de recursos humanos das empresas que praticam a terceirização.
Apesar das várias vantagens, a Terceirização deve ser praticada com cautela. Uma má gestão de terceirização pode implicar para as empresas um descontrole e desconhecimento de sua mão-de-obra, a contratação involuntária de pessoas inadequadas, perdas financeiras em ações trabalhistas movidas pelos empregados terceirizados, dentre outros problemas.
O processo de terceirização em uma organização deve levar em conta diversos fatores de interesse, tais como a redução de custos e principalmente o foco na sua atividade-fim. Há um sério risco em atrelar a terceirização à redução de custo, porque, na maioria das vezes, não é esse o resultado. A terceirização precisa estar em conformidade com os objetivos estratégicos da organização, os quais irão revelar em que pontos ela poderá alcançar resultados satisfatórios.
O que não se deve terceirizar? O princípio básico é que não se terceirize a sua atividade-fim. Sendo assim, uma organização que desconhece a si mesma, em um processo de terceirização, corre sério risco de perder sua identidade e principalmente o seu diferencial competitivo. Mesmo na atividade-meio, só é permitido terceirizar quando não houver subordinação hierárquica, ou seja, locação de mão de obra é ilegal.
A atividade-fim de uma empresa é a razão de existir dessa empresa. Dentro do serviço público, têm-se exemplos de terceirizações satisfatórias, como é o caso dos serviços de limpeza. Neste caso, a terceirização é indicada pois a atividade-fim do serviço público não é a limpeza de seu patrimônio.
Para amenizar os problemas causados pela terceirização, estão sendo criadas por empresas de software algumas soluções de sistemas informatizados para promover de forma mais eficaz o controle e a gestão da mão-de-obra terceirizada, sendo uma importante ferramenta para o departamento de recursos humanos das empresas que praticam a terceirização.
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