sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Microsoft Access

O Microsoft Access (nome completo Microsoft Office Access), também conhecido por MSAccess, é um Sistema de gerenciamento de banco de dados da Microsoft, incluído no pacote do Microsoft Office Professional, que combina o Microsoft Jet Database Engine com uma interface gráfica do utilizador (graphical user interface). Ele permite o desenvolvimento rápido de aplicações que envolvem tanto a modelagem e estrutura de dados como também a interface a ser utilizada pelos usuários.
Microsoft Access é capaz de usar dados guardados em Access/Jet, Microsoft SQL Server, Oracle, ou qualquer recipiente de dados compatível com ODBC.
O desenvolvimento da estrutura de dados se dá de forma muito intuitiva, bastando que o desenvolvedor possua conhecimetos básicos em modelagem de dados e lógica de programação.
Programadores relativamente inexperientes e usuários determinados podem usá-lo para construir aplicações simples, sem a necessidade de utilizar ferramentas desconhecidas.

Microsoft Access primeiramente foi o nome de um programa de comunicação da Microsoft, destinado à competir com ProComm e outros programas. Esse produto fracassou e foi abandonado. No segundo semestre de 1992 a Microsoft lançou seu primeiro Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados e reusou o nome: o Microsoft Access (MS Access).
Para a Microsoft havia uma grande vantagem quanto ao mercado, como era a dominadora do seu próprio mercado, foi a primeira a lançar um software executável em plataforma Windows, enquanto que os outros programas deste segmento, liderados pela dBa-se, eram voltados para o ambiente DOS. Ao ser lançado por um preço bastante atrativo o MS Access 1.0 para Windows foi logo tomando conta do seu espaço. Um dos fatores que muito contribuiu pra isto foi o seu preço de apenas noventa e nove dólares e também contamos com os investimentos que os administradores da Microsoft fizeram como a compra da Fox Software por cento e setenta milhões de dólares.
Embora as vantagens de lançamentos, faltava de um pacote de ferramenta para desenvolvedores, o que foi princípio para muitas reclamações, assim como a limitação do software de 128MB de memória. Já em 1993 é lançado no mercado MS Access 1.1 com a ampliação para 1GB de memória e junto a ele veio Distribution Kit e os incentivos da para que os desenvolvedores criassem seus aplicativos e os vendessem sem a necessidade do cliente ter uma versão do Access em seu computador, bastava apenas utilizar o Access Runtime.
No entanto o programa ainda precisava de reajustes e dois anos depois modificações apareceram com a versão 2.0. Agora era possível trabalhar com 254 tabelas ao mesmo tempo e no mesmo arquivo de dados. O novo ambiente de programação dava facilidades ao desenvolvedor e agora também não era mais necessário digitar imensas linhas de códigos. Neste mesmo ano chega ao Brasil a versão em português do Access.
A nova versão do MS Access , em 1995, pulou para 7.0 acompanhando o pacote de programas Microsoft Office 7.0. Introduzida na era de 32 bits a nova versão do Access vinha acompanhada com a linguagem Visual Basic for Applications (VBA), com o seu próprio ambiente de programação. Além do recurso de replicar banco de dados, dando a possibilidade de trabalhar off-line em cópias de banco de dados, podendo ser sincronizada com a base central.
Em março de 1997 foi lançada a versão 8.0, preparada para internet, capaz de gravar hiperlinks e salvar arquivos em formato HTML. E em 1999 lança a versão 9.0, também conhecido como MS Access 2000, com suporte a OLE DB e um produto independente até hoje. Com isso, em 2002, a nova versão com suporte a uma linguagem mais comum, o XML (Extensible Markup Language), que é uma linguagem de marcação de dados e também dá uma maior integralidade com o browser, podendo criar páginas em formato HTML de acesso as dados do banco.
O Access 2003 na sua versão 11 traz maior integração com browser, além da linguagem VBA, marcação em XML e incorporação da linguagem SQL nas consultas de tabelas do banco.

Geralmente uma aplicação desenvolvida com o Access através da linguagem de programação VBA (Visual Basic for Applications) consiste em dois arquivos, um que se denomina BackEnd, onde ficam armazenadas todas as tabelas com seus respectivos relacionamentos, e outro denominado FrontEnd, onde ficam armazenados os códigos fontes, formulários, módulos, consultas, macros, etc.
O código fonte pode ser compilado, mas não é possível gerar um executável. Para rodar os aplicativos desenvolvidos é necessário que o usuário possua em sua estação de trabalho o MSAccess instalado ou pelo menos o seu Runtime que vem a ser uma versão enxuta do MSAccess que servirá apenas para rodar os aplicativos sem a possibilidade de desenvolvimento.
Com o Microsoft Access é possível desenvolver desde aplicações simples como por exemplo, um cadastro de clientes, controle de pedidos até aplicações mais complexas, como por exemplo, todo o controle operacional, administrativo e financeiro de uma pequena ou até mesmo de uma média ou grande empresa, pois os aplicativos desenvolvidos podem rodar perfeitamente numa rede de computadores e os dados armazenados pelo sistema podem ser publicados na Intranet ou até mesmo na Internet.

Um dos benefícios do Access do ponto de vista do programador é sua relativa compatibilidade com o SQL – buscas podem ser visualizadas e editadas como sendo indicações de SQL, e estes por sua parte podem ser usados diretamente em Macros e Módulos VBA para manipular tabelas do próprio Access. Usuários podem misturar e usar ao mesmo tempo VBA e Macros para formulários de programação e lógica, além de serem oferecidos possibilidades com técnicas de orientação-objeto.
O escritor de relatórios do Access, mesmo sendo capaz da criação sofisticada de relatórios, não é tão potente quanto outro escritor de relatórios de dados – Crystal Reports. MSDE (Microsoft SQL Server Desktop Engine) 2000, a mini-versão do MS SQL Server 2000, é incluído com a edição de desenvolvedor do Office XP e pode ser usado ao lado do Access como uma alternativa ao Jet Database Engine.
Versões anteriores do MSDE e do Microsoft Exchange Server de fato usam o motor do Jet para lidar com volumes elevados de dados e inserir uma camada de aplicação "falsa" para as aplicações que se encontram acima dela. A falta de conhecimento à respeito deste fato têm contribuído à uma desmerecida falta de respeito quanto à família de produtos Access/Jet, particularmente quando se diz respeito a projetos de "grande porte".)
A função "cortar e colar"(cut and paste) do Access pode torná-lo uma ferramenta útil para a conexão entre diversos bancos de dados (por exemplo, entre o Oracle e o Microsoft SQL Server durante conversões de dados ou bancos de dados).
Access disponibiliza várias funções de exportação e importação (import and export), que permitem a integração entre o Windows e outras aplicações de plataforma, muitas das quais podem ser executadas dentro das próprias aplicações ou manualmente pelo usuário. Serve, como exemplo, o bastante compacto formato SNP para a compartilhação de relatórios perfeitamente formatados entre usuários que não dispõem de uma versão completa do Access.
Diferentemente dos RDBMS completos, o motor de banco de dados Jet da Microsoft não dispõe de gatilhos de bancos de dados e procedimentos armazenados (stored procedures).
A partir do MS Access 2000 (Jet 4.0), há um sintaxe que permite a criação de pedidos de busca com parâmetros, semelhante à criação de procedimentos armazenados, porém tais procedimentos são limitados à uma declaração por procedimento. [1]
O Microsoft Access permite que formulários contenham códigos que são ativados à medida que mudanças são feitas à uma tabela subjacente (contanto que as modificações são feitas apenas com aquele formulário), e é comum usar buscas "pass-through" e utras técnicas no Access para ativar procedimentos armazenados em RDBMSs que suportam este tipo de sistema.
Em arquivos de projeto de banco de dados do Access ADP (suportado em MS Access 2000 e adiante), as ferramentas relacionadas aos bancos de dados são completamente diferentes, uma vez que este tipo de arquivo é conectado ao MSDE ou ao Microsoft SQL Server, ao invés de usar o motor Jet. Deste modo, ele suporta a criação de quase qualquer objeto no servidor subjacente (tabelas com restrições e gatilhos, visualizações, procedimentos armazenados e UDF's).
Contudo apenas formulários, relatórios, macros e módulos são armazenados no arquivo ADP (outros objetos são armazenados no banco de dados "back end").

A linguagem de programação disponível no access é a Microsoft Visual Basic for Applications, igualmente à outros produtos da série Microsoft Office.
Duas bibliotecas de componentes COM de acesso de banco de dados são providenciadas: a legacy Data Access Objects (DAO), apenas disponível com o Access, e o novo ActiveX Data Objects (ADO).
Microsoft Access é facilmente aplicado à projetos pequenos porém sofre problemas de escala com projetos maiores se as aplicações forem mal desenvolvidas.
Todas as buscas no banco de dados, formulários e relatórios são armazenados no banco de dados, e visando os ideais de um modelo relacional, não há possibilidade de montar uma hierarquia estruturada fisicamente a partir deles.
Uma técnica de desenvolvimento é dividir uma aplicação Access entre dados e programas. Um banco de dados deve conter apenas tabelas e relações, enquanto outro contém todos os programas, formulários, relatórios e pedidos de busca, assim como as conexões para as tabelas do primeiro banco de dados.
Infelizmente, o Access não permite trilhas quando são feitas as conexões, e o ambiente de desenvolvimento deve ter a mesma trilha do ambiente de produção (embora seja possível escrever sua própria rotina de "conexão dinâmica" em VBA, que pode procurar um arquivo "back end" específico através de uma pesquisa dentro da árvore do diretório, se não puder encontrá-lo no caminho atual.
Esta técnica também permite que o desenvolvedor divida a aplicação entre arquivos diferentes, sendo então possível uma certa estrutura.

Governança de tecnologia da informação

Pesquisadores do MIT desenvolvem estratégia para implantação de governança eficaz em TI. Com base em um estudo feito junto a 250 empresas de todo o mundo, Weill e Ross afirmam que o valor de negócios de TI resulta diretamente de uma governança de TI eficaz – da alocação, pela empresa, de responsabilidade e dos direitos decisórios. Suas pesquisas revelam que empresas com governança de TI superior têm lucros no mínimo 20% maiores do que as com má governança, considerados os mesmos objetivos estratégicos. Mas somente 38% da alta gerência conseguem descrever com precisão de sua governança de TI. Com base nestes estudos, escreveram “Governança de Tecnologia da Informação”, lançamento de novembro da nova editora M.Books.Com o imenso crescimento dos gastos com tecnologia da informação nas empresas e a evidência forte de que aumentos significativos nos lucros resultam de melhores decisões nessa área, Peter Weill e Jeanne Ross acreditam que é hora de tornar a governança de TI mais profissional. Deste modo, e para suprir a carência de publicações que ajudem os administradores a compreender os aspectos envolvidos na concepção de estruturas e processos de governança eficiente, desenvolveram “Governança de Tecnologia da Informação”. O livro ilustra situações de sistemas de governança vividas pelas empresas de melhor desempenho nos setores públicos e com fins lucrativos – incluindo a Du Pont, UPS, Unicef, State Street Corpoation, Motorola e Panalpina.Embora “Governança de Tecnologia da Informação” trate especificamente de governança de TI, os autores situam a tecnologia da informação num contexto organizacional como um dos seis ativos principais que devem ser governados em uma organização para a criação de valor. Para Weill e Ross, com freqüência, livros e discussões concentram-se numa única peça do quebra-cabeça organizacional, mas a criação de valor depende da integração dos ativos centrais da empresa. A eficácia da governança de TI é especialmente importante em economias em crescimento. “Por isso, nós podemos pensar em poucos países onde a governança de TI é mais importante do que no Brasil. A recompensa pela boa governança de TI (e boa governança corporativa) no Brasil será provavelmente uma vantagem competitiva significativa”, afirmam os autores.

Como usar o Access

Vamos mostrar a seguir como criar um banco de dados usando o Microsoft Access.
Um banco de dados é como uma lista telefônica , onde você pode guardar informações sobre um item escolhido. No caso da lista telefônica o item seriam pessoas ; você tem então um banco de dados com informações de telefones e endereços de diversas pessoas.
Cada descrição sobre o item que você escolheu é o que chamamos de campo da tabela . Então, nome , endereço , telefone , são campos de uma tabela que poderiamos chamar de clientes. O conjunto de todos os campos para um item forma o que chamamos registro. Logo nome, endereço e telefone formam um registro que identifica o item desejado.
Antes de você criar uma tabela você deve pensar no que vai fazer com ela e quais informações deseja gerenciar . Para guardar informações de clientes em uma tabela você vai descrever cada item onde deseja obter informações , então : Nome , Endereço , Telefone e Nascimento , são descrição de itens que usamos na nossa tabela clientes, pois desejamos algo simples. É claro que você pode usar mais campos. Veja a estrutura da hipotética tabela clientes como ficou:

No Access o banco de dados funciona como um recipiente onde você vai colocar suas informações. Para guardar as informações você usa as tabelas. Então dentro do banco de dados você cria tabelas com informações sobre os itens que deseja gerenciar. Assim você pode criar tabelas para clientes, produtos , pedidos, etc.. e colocar todas elas dentro do banco de dados. Primeiro você cria o banco de dados e depois as tabelas. É assim que o Access trabalha com as informações.
Para criar uma tabela sem um Assistente (Access versão 97). Genericamente fazemos o seguinte:
Inicie o Access 97 e Selecione o Menu Arquivos opção Novo Banco de Dados , ou tecle Ctrl+O.
Na próxima tela confirma a opção Banco de dados Vazio , clicando em OK.
Selecione o local onde deseja salvar o seu banco de dados e informe o nome do seu banco de dados, clicando a seguir no botão Criar
Pronto seu banco de dados já foi criado e a tela da figura abaixo surge indicando que você já pode criar as suas tabelas
1-Na janela Banco de Dados, clique no botão "Tabela" e, então, escolha o botão "Novo".2-Na caixa "Nova Tabela", clique na opção "Modo Estrutura".
O Microsoft Access exibe a janela Tabela no modo Estrutura, no qual são definidos os campos da tabela.
Para definir campos na tabela
1-Na coluna "Nome do Campo" digite o nome do primeiro campo seguindo as convenções de nomenclatura padrão do Microsoft Access ou Clique no botão "Construir" na barra de ferramentas e selecione o campo a partir do Construtor de Campos(Veja figura abaixo). O tipo de dados e outras propriedades para cada campo já estão definidas, embora possam ser alterados caso desejado.
2-Na coluna "Tipo de Dados", mantenha o padrão (Texto) ou clique na seta e selecione o tipo de dados desejado. Além de Texto você pode ter os seguintes tipos de dados: Número , Data/hora , Moeda , Boleano(Sim/Não) , Memorando , Autonumeração , Objeto OLE, Hiperlink.
3-Na coluna "Descrição" digite a descrição da informação que este campo irá conter. A descrição é opcional.
4-Se desejar, defina as propriedades do campo na parte inferior da janela.
5-Repita os passos de 1 a 4 para cada campo.
Para salvar a tabela
1-Após terminar de definir os campos clique no botão "Salvar" na barra de ferramentas ou escolha o comando Salvar no menu Arquivo para salvar a estrutura da tabela. O Microsoft Access, então, envia uma mensagem pedindo para nomear a tabela.
2-Digite um nome para a tabela conforme as convenções de nomenclatura do Microsoft Access e, então, escolha OK.
Observações:
É recomendável que se designe o campo de (*) chave primária em qualquer tabela. Se isto não for feito o Microsoft Access pergunta ao usuário se este deseja que o programa crie uma chave primária quando salvar a tabela pela primeira vez. Adicionalmente à definição das propriedades de campo, pode-se, também, definir as propriedades da tabela. As propriedades da tabela são atributos de toda a tabela, preferencialmente a campos individuais apenas.
Quando uma coluna ou caixa de propriedades é clicada, o Microsoft Access exibe dicas úteis acerca de cada coluna ou propriedade na porção inferior direita da janela.
Após criar tabelas, pode-se criar consultas, formulários, relatórios e outros objetos de banco de dados que auxiliam o usuário a manipular seus dados.
(*) - A chave primária é um campo ou combinação de campos que permite a identificação única de cada registro de uma tabela. Assim como o índice principal para a tabela, ela é utilizada para associar dados entre tabelas. Se uma tabela não inclui um campo de chave primária óbvio, o Microsoft Access pode criar um campo que designa um número único para cada registro.
Até o próximo artigo...

Terceirização de serviços de tecnologia da informação em organizações brasileiras

A terceirização é uma das práticas cada vez mais adotadas pelas organizações, como forma de aumentar a eficiência organizacional. Vários autores têm observado a crescente adoção da terceirização pelas organizações, feita em um ritmo sem precedentes (AUBERT et al., 2004; BARTHÉLEMY, 2003; LACITY e WILLCOCKS, 2001; LEE, 2001; MINOLI, 1995; NGWENYAMA e BRYSON, 1999; VINING e GLOBERMAN, 1999; WILLCOCKS et al., 1995). Ela tem ocorrido em diversos setores empresariais, abrangendo empresas de pequeno a grande porte. Isso se deve em parte à constante mudança no ambiente de TI e às alianças estratégicas, que estão se tornando mais comuns. Essa realidade é confirmada pelo trabalho de Applegate et al. (2003), que apontam as alianças estratégicas de longo prazo como o desafio dominante da terceirização da TI. A importância da terceirização da TI também é uma realidade no Brasil. O número de trabalhos científicos sobre o tema tem crescido nos últimos anos. Não só a literatura científica, mas também as publicações nacionais que acompanham o mercado de produtos e serviços de TI têm relatado esse crescimento (INFOEXAME, 2002; INFOEXAME, 2003; INFORMÁTICA HOJE, 2003). Novos serviços de TI, como a gestão de redes, o modelo ASP (provedor de serviços de acesso a sistemas e aplicativos), o comércio eletrônico e os portais, entre outros, têm mostrado a dinâmica e a relevância desse mercado. Para Bhattacharya et al. (2003), uma das questões principais da terceirização tem sido a perda de controle das funções de TI para fornecedores externos, fruto de uma aceleração do fenômeno da terceirização e de uma conseqüente decomposição da estrutura das organizações. Na busca por reduzir o risco do processo de terceirização, as organizações estão aprimorando suas formas de contratação e desenvolvendo novas estratégias. Por outro lado, os serviços oferecidos pelos fornecedores se tornaram mais sofisticados ao longo do tempo, uma vez que as empresas buscam agregar mais valor aos negócios através da terceirização (LACITY; WILLCOCKS, 2001). Essa situação exige a elaboração de contratos que incentivem uma relação de parceria, aumentem a flexibilidade dos acordos e, ao mesmo tempo, garantam bons níveis de qualidade e produtividade.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

gostaria de elogiar uma linda menina!

a mais linda da sala,minha janinha

janiele saiba que vc arrebenta nas aulas da um show......

xero linda.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

TERCEIRIZAÇÃO: VANTAGENS DESVANTAGENS E RISCOS

RESUMOAo terceirizar uma atividade busca-se reduzir custos e aumentar a eficiência. Não apenas para a atividade terceirizada, mas para a organização como um todo. Pois de nada adianta obter maior eficiência em uma atividade, se o restante da empresa não melhorar a sua gestão. E, ainda, o custo pode ser reduzido para a atividade em questão, mas incorrer em sua elevação para o todo do processo. Isto é o que insinua a terceirização, mas ainda pode não ser suficiente para que a empresa consiga uma maior competitividade. Para tal objetivo, o presente trabalho propõe uma metodologia bastante ampla e abrangente, que envolve todos os níveis de decisão da empresa no processo de mudança, visando alcançar a cooperação e a contribuição de todos, enriquecendo ainda mais, o processo de terceirização, colocando também as desvantagens e riscos que pode-se ter ao terceirizar sua empresa. A metodologia proposta objetiva organizar a maneira como ocorre e é conduzida a terceirização, tornando-a mais clara, e facilitando para que a empresa possa atingir os resultados esperados. A fusão dos aspectos teóricos com os práticos é que originam os subsídios necessários para o desenvolvimento da metodologia, tornando-a mais consistente, e bem fundamentada.

Modelos Organizacionais e Inovação Tecnologica.

Hoje no mundo globalizado, na chamada sociedade da informação, o que mais se preza nas organizações e no mercado são as informações. As informações são valiosas e são estas as fonte de renda da maioria das organizações do século 21. O mercado globalizado é altamente concorrido e para uma organização crescer neste mercado ela deve ter um ótimo modelo de gestão organizacional, que vise a vantagem tecnologica, inteligência competitiva e sustentabilidade, uma palavra que re-definiu o conceito de lucro e sucesso para as organizações.

Os modelos organizacionais são formas de gestão para se conduzir ou administrar uma empresa ou organização. É o modelo organizacional que define como a organização se portará no mercado, como ela conduzirá seu trabalho, como alcançará seus objetivos, como produzira seus produtos além do papel de manter integrado todos os processos de funcionamento para aproveitamento das sinergias.

Um modelo organizacional tem um papel super importante na vida de uma organização como dito. Ele também é o resposável pela identificação, captura, seleção e validação, organização e armazenagem, compartilhamento, aplicação, criação do conhecimento organizacional, aprendizagem organizacional para que esta possa ter condições de competir no mercado globalizado.

A aprendizagem organizacional também faz parte de um modelo, ela é responsavel por criar, adquirir, transferir conhecimentos e modificar comportamentos e até os modelos, refletindo o novo conhecimento. Uma organização de aprendizagem possue habilidades em cinco principais atividades: Resolução sitemática de problemas, experimentação de novas abordagens, aprendizado a partir da própria experiência e história passada, aprendizado através de experiências e melhores práticas de outros e a transferência do conhecimento de forma rápida e eficiente por toda a organização.

Dentro de um modelo organizacional pode estar descrito que uma organização seguira a inovação tecnologica. O surgimento sistemático de novas tecnologias, amparadas por inovadoras possibilidades de geração e integração da informação, constrói um ambiente extremamente desafiador para o desenvolvimento de projetos de produtos para as organizações. Neste ambiente, as necessidades de mercado que um produto visa satisfazer e as tecnologias exigidas para tal, radicalmente, podem mudar antes mesmo da implementação do projeto. Superar estes desafios não é somente uma tarefa da função projeto, ou um problema exclusivo das funções marketing e manufatura, mas um desafio inerente a toda a organização. Com isto, surgem inovações organizacionais nas quais times de projetos interdisiciplinares atuam interativa e colaborativamente, ao longo do desenvolvimento dos produtos dentro dos modelos.

Por isto a inovação tecnologica é fundamental para alcançar ou sustentar uma vantagem competitiva num mercado em acelerada transformação, mas é bem restrito o número de organizações e modelos trabalham e focam na inovação.

Para sempre se buscar a inovação tecnologica um modelo organizacional deve seguir passos:

* É preciso primeiramente ousar, ou diria, antes, superar o medo de ousar.
* O sucesso de um negócio está relacionado à capacidade do empreendedor de buscar o diferente, o quase-impossível.
* É preciso estar aberto para o inesperado.
* Desta forma será possível reconhecer uma descoberta ou uma oportunidade quando você der de cara com ela.
* Algumas pessoas confundem criatividade com inovação. São coisas distintas, porém dependentes.
Ou seja: “Criatividade é pensar coisas novas. . . Inovação é fazer coisas novas”.

A inovação, portanto é fruto da criatividade. A criatividade é o meio, o processo e não o produto. Ou seja, é necessário que se tenha um raciocínio criativo para produzir idéias novas que vão gerar coisas novas ou INOVAÇÃO. Inovar é pensar o absurdo e transformá-lo em lógico. Einstein dizia que “se, na sua formulação inicial, uma idéia não parecer absurda, ela provavelmente não é uma idéia inovadora”.

Inovar também é gerar idéias alternativas.

Como fazer melhor o que já fazemos bem? Como fazer em menos tempo, com mais economia, em menos etapas, com mais facilidade, com menos recursos? Com mais facilidade para produzir, estocar, distribuir, etc? Com outras pessoas? .Inovar é gerar alternativas melhores para velhas soluções ou alternativas novas para resolver novos e velhos problemas. Fazer diferente pode fazer a diferença entre liderar ou correr atrás do líder. Para fazer diferente é preciso pensar diferente.

Um novo olhar exige uma percepção ampliada e um raciocínio divergente, um “estar insatisfeito” e um questionamento permanentes.

As boas idéias nascem de perguntas. A inovação surge quando acreditamos que tudo pode ser melhorado.

Portanto os modelos organizacionais deve estar sempre focados para as inovações do mercado. Principalmente para as tecnologicas que são as que mais oferem vantagem competitiva.