sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Sistema de Informação

A atividade é complexa e cada vez mais necessária no mundo corporativo. Quem se forma em Sistemas de Informação planeja e organiza o processamento, o armazenamento e a recuperação de informações e disponibiliza esse material para usuários. Cria e instala programas para facilitar as consultas, monta e gerencia bancos de dados e desenha a arquitetura de homepages. Além disso, administra o fluxo de informações gerado e distribuído dentro de uma empresa. "Sua principal função é entender os problemas de uma companhia e conseguir solucioná-los por meio da aplicação de ferramentas de mercado ou da confecção de sistemas próprios", explica Euler de Almeida Barbosa Junior, consultor sênior da CIS Corporate, consultoria de São Paulo. Segundo o consultor, a facilidade de processar e utilizar informação de forma rápida deixou de ser, nos últimos dez anos, um diferencial e virou padrão para empresas de qualquer porte. Formação continuada é essencial para o profissional de sistemas da informação. A cada dia surgem novos recursos e ferramentas e especializar-se é praticamente uma questão de sobrevivência. É preciso ainda dominar, além do inglês, língua universal da informática,o espanhol."Esse profissional não tem horários fixos e participa de reuniões freqüentes. Afinal, é mais importante ouvir o cliente do que falar. Outras recomendações são saber trabalhar em equipe, lidar com prazos apertados e ter disponibilidade para viagens. Os projetos podem durar meses. Como consultor, nunca se tem uma mesa fixa no local de trabalho. Apesar da agitação e do volume de tarefas, a remuneração é boa se comparada a outras carreiras", diz.

O mercado de trabalho

A área continua aquecida. "As empresas estão desesperadas procurando por profissionais nas universidades", diz Hugo Bastos de Paula, coordenador do curso de Sistemas da Informação da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG). Grandes multinacionais como a IBM, Microsoft e Motorola oferecem cursos de certificação para os universitários, preparando-os de acordo com as necessidades do mercado. Além de capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, cidades de porte médio, como Curitiba (PR), Campinas (SP) e São José dos Campos (SP), absorvem muitos profissionais. Há chances também no sul de Minas, no interior de Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, onde algumas companhias começam a exportar softwares. A maior parte das vagas está em bancos, indústrias, seguradoras e empresas de telefonia e internet. Uma área de atuação promissora é a da educação. Há oportunidades tanto para a docência, com o aumento das faculdades de Sistemas de Informação, como para desenvolver programas para cursos a distância. O setor de segurança na internet não fica atrás. Grandes empresas e bancos buscam esse profissional para atuar no suporte aos usuários, criar e monitorar programas de segurança da informação em seus sites e cuidar dos bancos de dados. As companhias dos setores de telefonia e de internet costumam contratar o bacharel para a prestação de serviços em consultoria.

O curso

A exigência básica para quem vai ingressar no curso é gostar muito de matemática. Cálculos e raciocínio lógico acompanham o aluno durante os quatro anos de curso. Entre as matérias específicas, estão linguagem de programação, bancos de dados, sistemas de informação, redes de computadores e inteligência artificial. Estágio e um projeto de conclusão de curso são obrigatórios. Fique atento na hora de inscrever-se para o vestibular. Algumas faculdades se voltam mais para os aspectos administrativos da profissão, outras, para os de computação. Outras instituições, ainda, oferecem licenciatura em Computação e em Informática.Outros nomes: Adm. de Sist. de Inf.; Anál. de Sist.; Anál. de Sist. e Tecnol. da Inf.; Anál. de Sist. e Tecnol. da Inf. (sist. e tecnol. da inf.); Anál. de Sist. e Tecnol. da Inf. (tecnol. da inf.); Comput.; Comput. (sist. de inf.); Inform.; Inform. (anál. de sist.); Inform. (sist. de inf.).

O que você pode fazer

Ensino Lecionar em escolas públicas ou particulares de ensino fundamental, médio e técnico ou em faculdades.
Fluxo de informação Modernizar e agilizar o processo de comunicação de uma empresa, criando, adaptando e instalando programas.
Logística Planejar e administrar rotas, sistemas de armazenagem e o tempo de entrega de produtos.
Marketing e vendas Gerenciar a comercialização de equipamentos, periféricos e softwares.
Modelagem Construir modelos matemáticos que simulem situações reais, a fim de antever e prevenir problemas.
Suporte técnico Fazer a manutenção dos programas básicos e da rede de computadores de uma organização.
Webdesign Cuidar da estética e da funcionalidade de sites da internet.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A importância dos sistemas de informação na gestão de empresas

Disponibilizar novos produtos com base nas necessidades e desejos de um cliente específico, ter em mãos as informações necessárias para traçar metas de vendas, efetuar a compra de matéria-prima. Esses são desafios gerenciais que os administradores encontram diariamente em suas organizações.

Devido a crescente demanda de informações pelos gestores, existe quase uma obrigação de se utilizar sistemas de informações para gerenciar os dados recebidos e transformá-los em informações úteis para a organização, com o auxilio dos recursos da Tecnologia da Informação.

Os sistemas de informações têm papel fundamental nas empresas, é através deles que um administrador consegue ter um acesso com facilidade as informações de todos os aspectos de sua empresa. A correta administração dessas informações é fundamental para seu sucesso, com base nelas os executivos podem decidir o rumo da organização.

O uso de ferramentas computacionais e métodos para gerenciar informações são de extrema importância, a integração entre os sistemas faz com que numa mesma tela ou relatório possa se obter o conhecimento de todas as áreas da empresa. E essas informações podem reduzir o custo de produção, diminuir o tempo de resposta ao mercado ou agilizar e incrementar as vendas.

Modelos de sistemas

Enterprise Resource Planning - ERP

Planejamento de Recursos da Empresa, é um sistema operacional que atua como uma estrutura para integrar e automatizar muitos processos de negócios.

Customer Relationship Management - CRM

Gestão do relacionamento com o cliente, objetiva criar o melhor relacionamento possível com o cliente, em todo o ciclo de vida do cliente com a empresa, e não apenas na venda.

Supply Chain Management - SCM

Gestão da cadeia de suprimentos, metodologia que alinha todas as atividades da cadeia de fornecimento de forma concomitante e sicronizada.

Business Intelligence - BI

Inteligência de negócios, seu papel é agrupar os dados gerados em outros sistemas para viabilizar ao gestor decidir os rumos de sua empresa.

E-Business

Negócios eletrônicos, ele representa um conjunto de sistemas de uma empresa interligados aos sistemas de diversas outras empresas via internet, interagindo para que o e-Commerce(comércio eletrônico) aconteça.

É essencial que as empresas adotem sistemas de informação ajustados com suas metas e objetivos, seu correto uso deve trazer benefícios a curto, médio e longo prazo.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

a internet revolucionando o mundo dos negocios

A Internet revolucionando o mundo dos negóciosA Internet nasceu em 1969, nos Estados Unidos. Interligava laboratórios de pesquisa e se chamava ARPAnet. Era uma rede do departamento de defesa norte-americano. Durante cerca de duas décadas a Internet ficou restrita ao ambiente acadêmico e científico. Em 1987 pela primeira vez foi liberado seu uso comercial nos EUA. A World Wide Web nasceu em 1991 no laboratório CERN, na Suíça. A Web fez pela Internet o que o Windows fez pelo computador pessoal.
Em 1995 foi liberado o uso comercial da Internet no Brasil. Nos últimos anos, os internautas brasileiros vem se familiarizando com ela e descobrindo seus benefícios. O e-mail está bastante difundido. As novas gerações já usam a Internet com a mesma naturalidade que usam o telefone.
Como a rede mundial de computadores é muito dispersa, surgiram os portais de comunidades. Ambientes virtuais que concentram conteúdo especializado para um determinado segmento. São freqüentados por pessoas com interesses comuns ou por categorias de profissionais. Nestes sites de nicho de mercado, como o Guia RH e Guia de Logística por exemplo, milhares de pessoas da mesma área podem ler artigos, interagir, buscar fornecedores, pedir cotações, pesquisar eventos e fazer outras consultas.
Por volta de 2000 houve uma grande empolgação. Muitas empresas ponto-com conseguiram capital de risco de investidores para seus projetos de negócios. Muitas delas não conseguiram recuperar o investimento e quebraram. Passada a febre e voltando à realidade, os negócios eletrônicos lucrativos permanceram.
Aos poucos, as empresas vem incorporando a Internet às suas estratégias de negócios. Observamos empresas tradicionais atuando com grande destaque no meio digital como a Americanas, Chevrolet, Natura, C&A, Extra e outras. Em 2002, as vendas virtuais do site Magazine Luiza, movimentaram nada menos do que R$ 48 milhões. O comércio eletrônico no Brasil cresce a cada ano.
Grandes empresas de vanguarda estão contratando profissionais de e-business para gerenciar seus canais eletrônicos. As principais competências requeridas para este cargo são : entender o negócio e a tecnologia relacionada, experiência em desenvolvimento de negócio, liderança, habilidade para trabalhar bem sob pressão e cumprir prazos e talento para gerenciamento de projetos. É muito importante ter visão para atuar como o principal proponente das estratégias de canal de e-commerce da organização e saber tomar decisões rápidas na velocidade da Web.
As empresas vem explorando o potencial da Internet para alcançar melhores resultados. A Internet tem muito a contribuir com o serviço de atendimento ao consumidor (SAC). Encontrando o endereço do site no produto adquirido, o cliente pode entrar em contato com o fabricante, fazer suas solicitações e valiosos comentários como críticas e sugestões. Tudo isto sem congestionar as linhas telefônicas. Um recurso útil de auto-atendimento é colocar uma lista de respostas para as "perguntas mais frequentes" (FAQ). O mais importante é a agilidade na resposta para a solução do problema. Através do site é possível conhecer os hábitos de compra dos clientes e fazer um melhor gerenciamento da relação com o consumidor (CRM).
Os negócios entre empresas (B2B, business-to-business), contam com o apoio dos chamados market-places, como por exemplo : ME (Mercado Eletrônico), Websupply, Webb, Mercosul Search, Mercador e Connectmed onde é possível automatizar o processo de compras com grandes benefícios e economia. Através de procura eletrônica (e-procurement) são feitas cotações de preços e transações online.
Existem vários tamanhos e tipos de empresas. Cada uma vem utilizando a Internet de acordo com seu tipo de negócio. Pequenas empresas podem ingressar na WEB fazendo um site grátis no provedor de acesso que assinam ou no HPG e redirecionar o domínio (URL, www) para um nome mais curto no site CJB.NET. Não precisa pagar taxa de registro na FAPESP, nem mensalidade de hospedagem para o provedor. No site a empresa pode informar : quem somos, o que vendemos (catálogo eletrônico), onde estamos e como falar conosco. Um site grátis já é um bom começo para experimentar este aprendizado. O site precisa ser de fácil navegação, rápido carregamento, atualizado, objetivo, com ágil atendimento e divulgado para sua comunidade.
Comprar mailing de milhões de e-mails (maioria são inválidos) e enviar mensagens não solicitadas (SPAM) para qualquer um, só faz prejudicar a imagem da empresa. É recomendado anunciar em newsletters eletrônicas que tenham a permissão do usuário cadastrado. Geralmente bons sites apresentam uma política de privacidade que garante que os dados dos cadastrados não serão repassados a terceiros. Outra forma de divulgar é através de faixas publicitárias (banners) para atrair o interesse do consumidor garantindo uma boa visibilidade e fixação de marca. Anunciar na Internet é bem mais barato do que nas mídias tradicionais e atinge clientes às vezes inacessíveis por outras mídias. O site é mais um canal de vendas que pode atrair clientes de qualquer lugar e a qualquer hora. É um grande aliado do vendedor.
A Internet é irreversível e revolucionou a vida das pessoas e o mundo do trabalho. Dependendo da atividade, alguns funcionários podem trabalhar boa parte do tempo em casa ou "na rua" mantendo contato com a empresa através da Internet e Extranet. A Extranet permite o acesso de pessoas autorizadas a informações sobre a corporação mesmo estando fisicamente fora dela. Despesas com viagens podem ser evitadas com o uso de web conferências.
A ferramenta Internet tem muito a contribuir com as várias áreas das empresas : recrutamento (banco de dados de currículos), treinamento (e-learning), compras, vendas, atendimento, marketing, comunicação ...Ela torna as operações das empresas mais ágeis, eficientes e econômicas. Cabe a cada empresa perceber suas oportunidades e agir.

a janiele

"Não choro, porque você me ensinou a sorrir
Não sofro porque você me ensinou a amar
Não fico triste porque você me ensinou a ser feliz
Mas se um dia você deixar de existir....
Eu choro, eu sofro, eu deixo de ser feliz...
Porque você não me ensinou a te esquecer

A relevancia do sistema de informação em pequena empresa de construção civil.

A área de construção civil vem crescendo no Brasil, e para sustentar essa evolução, as informações
são cada vez mais relevantes no processo de gestão deste segmento. Pretendeu-se neste estudo avaliar
a importância do sistema de informação em uma pequena empresa de construção civil. Constatou-se,
por meio de um estudo de caso desenvolvido que, o sistema de informações é cada dia mais relevante
na gestão das empresas deste segmento, e que para ser considerado eficaz deve: ser ágil; mostrar
segurança e confiabilidade nas informações; ter qualidade ao demonstrar suas informações; ser
flexível para atender às necessidades da empresa, para que esta possa tomar as decisões de forma
correta e no tempo certo, entre outros fatores.

Tem-se registrado ao longo de décadas, que as empresas e sua administração vêm se
desenvolvendo, evoluindo, dando origem a novas ferramentas e técnicas visando a otimizar a
gestão. Pode-se dizer que as organizações são complexos sistemas abertos, os quais estão em
contínuo processo de mudanças. Para tanto, estas necessitam cada vez mais rapidez nas
informações; sendo que a Tecnologia de Informação (TI) vem sendo grande aliada nessa
tarefa.
A estratégia de negócios interligada a TI, a infra-estrutura e o armazenamento da
informação, a astúcia na tomada de decisão e os custos do investimento adequados ao custo
de oportunidades de uma empresa, são alguns dos fatores relevantes para a gestão da
informação. Pode-se dizer que se chegou à intransigência com quem não se renova, pois a
empresa que não se atualiza, em sua grande maioria, está condenada à descontinuidade. Os
processos empresariais bem desenvolvidos e executados podem tornar a organização mais
eficiente e competitiva.
O setor de construção civil, no Brasil, nos últimos anos teve um relevante crescimento,
proporcionando à sociedade melhores condições de moradia e emprego.

Toda empresa seja qual for seu porte: pequeno, médio ou grande, apresenta uma
estrutura interna formada por hábitos e rotinas instituídas pelos indivíduos que dela fazem
parte. Todos os dias ocorrem problemas em suas atividades diárias, que precisam ser
solucionados. Para tanto, os gestores precisam de um sistema de informação apto a supri-los
das informações úteis e oportunas ao processo decisório.
O Sistema de Informação é um conjunto de componentes inter-relacionados que
coleta, processa e distribui informações de diversas naturezas, no intuito de apoiar a tomada
de decisões dos gestores de uma organização. Conforme Oliveira (2002, p. 98), “é por meio
do sistema de informações que fluem as informações, permitindo o otimizado funcionamento
da empresa”.
Na concepção de Laudon e Laudon (2004), o Sistema de Informação (SI) auxilia os
gerentes a monitorar o desempenho atual da empresa e a prever o desempenho futuro,
possibilitando assim que os gerentes intervenham quando as coisas não estiverem indo bem,
ou seja, é essencial para o controle operacional da empresa.

A participação dos usuários no desenvolvimento de Sistema de informação.

A participação dos usuários no desenvolvimento de Sistema de informação.

As abordagens tradicionais de desing de sistemas de informação computadorizadas fundamentam-se em certos pressupostos técnicos que geralmente não englobam fatores sociais e psicológicos da organização na qual o novo sistema será implatando. Os custos de se ignorar tais fatores são as vezes altos, pois usuários insatisfeitos podem resistir ao uso do sistema. Ou usá-lo de uma maneira diferente daquela para a qual foi originalmente projetado. As limitações das metodologias de desing tradicionais têm sido mitigadas pela adoção de metodologias soft, que baseiam-se na idéia de que somente a participação continua dos usuários no desenvolvimento do novo sistema pode evitar, problema futuros, pois são os usuários – e não o analista- que detêm o conhecimento especializado do seu trabalho, que é necessário para a construção de um sistema de alta qualidade e portanto, produtivo.Sis )

Impacto Organizacional de Sistemas Computadorizados e DP

lNão Iremos passar o real sentido de “Impacto Organizacional”, e sim do ponto de vista do DP e com relação aos requisitos dos usuários.
lA organização pode querer aumentar a velocidade da produção por meio do sistema enquanto o usuário pode ter como prioridade o melhoramento da qualidade de sua condição de trabalho, desempenhando sua tarefa com mais precisão.

Conclusão

O alvo final do DP é melhorar a qualidade de vida dos funcionários na organização por meio do enriquecimento de seu trabalho, usando a tecnologia para contribuir na realização deste alvo, e não usando-a só por usá-la.

Erp em Empresas.

Nos últimos anos, os sistemas integrados de gestão, ou ERP (Enterprise Resource Planning), passarama ser largamente utilizados pelas empresas. Eles são apresentados como “solução” para a maioria dosproblemas empresariais. São sistemas genéricos capazes de integrar todas as informações que fluem pela empresa por intermédio de uma base de dados única. A literatura sobre o assunto apresenta umasérie de resultados positivos e benefícios a serem obtidos com a adoção desses sistemas. Porém, as dificuldades a serem enfrentadas e a profundidade das mudanças a serem realizadas para a obtenção dos benefícios não são tão claras para as empresas, principalmente para as de pequeno porte, que não possuem tantos recursos para investimento em tecnologia. Este artigo tem por objetivo relatar o resultado de uma pesquisa sobre a adoção de sistemas integrados de gestão, ou ERP, por pequenas empresas, confrontando o referencial teórico e a prática empresarial. Palavras-chave: sistemas integrados de gestão, pequenas e médias empresas, mudança organizacional,integração, sistemas de informação.