sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Tecnologia da Informação
O novo cenário da gestão da Tecnologia de Informação nas empresas
O uso da Tecnologia de Informação (TI) nas empresas deixou de ser um problema estritamente tecnológico e passou a ser um desafio de gestão. A agenda do executivo de TI é cada vez mais dedicada às questões referentes à gestão de pessoas, relacionamentos, contratos, inovações e, principalmente, a gestão da real contribuição da TI para os negócios da empresa.No uso da TI as empresas se distinguem cada vez menos pelos artefatos tecnológicos em si, mas pela contribuição que conseguem dar ao resultado dos negócios, que depende cada vez mais da capacidade de gestão dos recursos e serviços de TI e da sua inserção nos processos de negócio. Claramente os aspectos de governança se superpõem aos aspectos puramente tecnológicos. Além disso, para o crescente número de empresas globalizadas acrescentam-se ainda as questões de “global sourcing”, “captive centers”, padronização e localização de soluções. Questões legais e éticas também se tornam importantes devido ao impacto cada vez maior da TI na continuidade das operações das empresas, nas suas relações com os clientes, parceiros e fornecedores e com a sociedade em geral. De fato, preocupações com a segurança de sistemas e com ações de inclusão digital têm presença constante nos meios de comunicação.
As competências requeridas do Gestor da Tecnologia de Informação
Com a crescente maturidade do mercado de TI a empresa usuária tende a manter internalizadas apenas as atividades de TI consideradas estratégicas. Em geral, o desenvolvimento de sistemas e a execução de serviços, em função de sua complexidade e necessidade de aderência às metodologias e processos, passam a ser delegados às empresas especializadas, que os produzem em escala industrial, com ganhos de custo, qualidade e segurança. O que agora importa é obter valor para os negócios por meio da TI. Isso exige novas competências do gestor de TI, quer na organização usuária, quer na organização fornecedora dos produtos e serviços.Profissionais envolvidos com atividades de gestão de sistemas, serviços, projetos e infra-estruturas de TI precisam aperfeiçoar as suas competências gerenciais e ampliar a sua visão do valor estratégico da TI nos negócio da empresa onde atuam. Claramente essa necessidade também inclui outros profissionais da empresa, envolvidos com o uso da tecnologia, mas cuja carreira não foi desenvolvida no contexto da função de TI da empresa. Há ainda um outro grupo de gestores que busca o seu desenvolvimento na gestão da TI: são os dirigentes e profissionais das empresas que fornecem os serviços de TI. É um setor da economia em grande expansão, altamente competitivo e com elevados requisitos de desempenho. Estes executivos necessitam desenvolver suas habilidades gerenciais e capacitação em empreendedorismo e gestão de negócios, com ênfase nos aspectos do mercado de serviços de TI.Contribuir para o desenvolvimento e aperfeiçoamento das novas competências exigidas de gestores e profissionais envolvidos com a TI é o objetivo do MBA Gestão da Tecnologia de Informação.
Módulo internacional
A FIA mantém convênio com o Institut d’Administration des Entreprises (IAE) da Université Pierre Mendès-France de Grenoble visando fornecer aos alunos interessados as dimensões internacional e transcultural da gestão da Tecnologia de Informação. O IAE adiciona ao curso brasileiro disciplinas específicas do curso Master Sistèmes d’Information que constitui um curso regular da Universidade de Grenoble. As aulas são ministradas em inglês acompanhadas de visitas às empresas e palestras.
Educação continuada
O MBA Gestão da Tecnologia de Informação faz parte do Programa de Pós-graduação lato sensu da FIA cujos cursos abrangem todo o espectro da atividade gerencial. A diversidade de expertise e a reconhecida competência do corpo docente da FIA conduzem a uma formação gerencial mais abrangente dos alunos, consolidada por meio da figura do módulo comum de gestão empresarial. Esta estrutura do programa MBA permite a FIA oferecer aos alunos egressos dos seus cursos a possibilidade de cursarem um segundo curso MBA na FIA, sem a necessidade de repetir o módulo comum. A FIA também oferece o seu programa de Pós-MBA e que constitui outra possibilidade de educação continuada, neste caso com atividades focadas em necessidades específicas dos alunos.
O uso da Tecnologia de Informação (TI) nas empresas deixou de ser um problema estritamente tecnológico e passou a ser um desafio de gestão. A agenda do executivo de TI é cada vez mais dedicada às questões referentes à gestão de pessoas, relacionamentos, contratos, inovações e, principalmente, a gestão da real contribuição da TI para os negócios da empresa.No uso da TI as empresas se distinguem cada vez menos pelos artefatos tecnológicos em si, mas pela contribuição que conseguem dar ao resultado dos negócios, que depende cada vez mais da capacidade de gestão dos recursos e serviços de TI e da sua inserção nos processos de negócio. Claramente os aspectos de governança se superpõem aos aspectos puramente tecnológicos. Além disso, para o crescente número de empresas globalizadas acrescentam-se ainda as questões de “global sourcing”, “captive centers”, padronização e localização de soluções. Questões legais e éticas também se tornam importantes devido ao impacto cada vez maior da TI na continuidade das operações das empresas, nas suas relações com os clientes, parceiros e fornecedores e com a sociedade em geral. De fato, preocupações com a segurança de sistemas e com ações de inclusão digital têm presença constante nos meios de comunicação.
As competências requeridas do Gestor da Tecnologia de Informação
Com a crescente maturidade do mercado de TI a empresa usuária tende a manter internalizadas apenas as atividades de TI consideradas estratégicas. Em geral, o desenvolvimento de sistemas e a execução de serviços, em função de sua complexidade e necessidade de aderência às metodologias e processos, passam a ser delegados às empresas especializadas, que os produzem em escala industrial, com ganhos de custo, qualidade e segurança. O que agora importa é obter valor para os negócios por meio da TI. Isso exige novas competências do gestor de TI, quer na organização usuária, quer na organização fornecedora dos produtos e serviços.Profissionais envolvidos com atividades de gestão de sistemas, serviços, projetos e infra-estruturas de TI precisam aperfeiçoar as suas competências gerenciais e ampliar a sua visão do valor estratégico da TI nos negócio da empresa onde atuam. Claramente essa necessidade também inclui outros profissionais da empresa, envolvidos com o uso da tecnologia, mas cuja carreira não foi desenvolvida no contexto da função de TI da empresa. Há ainda um outro grupo de gestores que busca o seu desenvolvimento na gestão da TI: são os dirigentes e profissionais das empresas que fornecem os serviços de TI. É um setor da economia em grande expansão, altamente competitivo e com elevados requisitos de desempenho. Estes executivos necessitam desenvolver suas habilidades gerenciais e capacitação em empreendedorismo e gestão de negócios, com ênfase nos aspectos do mercado de serviços de TI.Contribuir para o desenvolvimento e aperfeiçoamento das novas competências exigidas de gestores e profissionais envolvidos com a TI é o objetivo do MBA Gestão da Tecnologia de Informação.
Módulo internacional
A FIA mantém convênio com o Institut d’Administration des Entreprises (IAE) da Université Pierre Mendès-France de Grenoble visando fornecer aos alunos interessados as dimensões internacional e transcultural da gestão da Tecnologia de Informação. O IAE adiciona ao curso brasileiro disciplinas específicas do curso Master Sistèmes d’Information que constitui um curso regular da Universidade de Grenoble. As aulas são ministradas em inglês acompanhadas de visitas às empresas e palestras.
Educação continuada
O MBA Gestão da Tecnologia de Informação faz parte do Programa de Pós-graduação lato sensu da FIA cujos cursos abrangem todo o espectro da atividade gerencial. A diversidade de expertise e a reconhecida competência do corpo docente da FIA conduzem a uma formação gerencial mais abrangente dos alunos, consolidada por meio da figura do módulo comum de gestão empresarial. Esta estrutura do programa MBA permite a FIA oferecer aos alunos egressos dos seus cursos a possibilidade de cursarem um segundo curso MBA na FIA, sem a necessidade de repetir o módulo comum. A FIA também oferece o seu programa de Pós-MBA e que constitui outra possibilidade de educação continuada, neste caso com atividades focadas em necessidades específicas dos alunos.
Tecnologia da Informação; sua Empresa Sabe o que é Isso
Nós vivemos na Era da Informação. Hoje em dia, uma determinada informação classificada como economicamente vital pode valer muito mais que muitas empresas inteiras. Decisões de bilhões de dólares são tomadas baseando-se apenas em dados. Na tecnologia de informação temos os dados contidos em determinados instrumentos como as verdadeiras peças valiosas de uma empresa. Afinal, se os computadores de sua empresa forem invadidos e aquele projeto que ia deixar o mercado “de boca aberta” for roubado pelo concorrente; uma simples informação que trocou de mãos pode ser responsável pela falência do seu negócio.
Os dados contidos em seus sistemas são um patrimônio vital e como tal, devem ser considerados e ganhar a real importância no momento em que a empresa deve decidir suas políticas de gerenciamento. Acha isso um exagero? Imagine se um banco perdesse todos os dados de seus clientes; os prejuízos seriam incalculáveis. Para que a informação fosse tratada com a segurança e com o valor que merece, nasceu a Tecnologia da Informação. Que, nada mais é, do que um conjunto de procedimentos; técnicas; normas; meios e soluções reunidas sob a égide das mais diversas áreas de atuação profissional para garantir que a informação será sempre “bem cuidada”.
Assim, técnicos e engenheiros desenvolveram sistemas, procedimentos e ferramentas capazes de gerenciar a informação de forma a garantir-lhe a segurança e o uso adequado de seu poder e de seu valor para a empresa detentora. Desta forma, o bom uso das práticas e das disciplinas que compõem a chamada Tecnologia da Informação; pode ser responsável por grandes lucros e uma longevidade do seu negócio. Da mesma forma, erros cometidos nessa área, costumam ser desastrosos e custarem muito caro aos cofres das empresas que ousarem ignorar a importância de uma boa aplicação da tecnologia da informação em seus negócios.
Por mais incrível que possa parecer, uma infinidade de empresários sequer compreende a importância e os conceitos envolvidos por trás desse termo que mete tanto medo nos menos qualificados. A tecnologia da informação (ou simplesmente TI) não deve ser vista como um monstro devorador de recursos pelas pequenas empresas. Deve, antes de tudo, ser percebida como uma poderosa aliada na segmentação do mercado e na obtenção de lucros e de negócios cada vez mais rentáveis.Mesmo sabendo que não existe uma “receita de bolo” e, muito menos, “almoço grátis”; muitos empresários têm a ilusão de que economizar na contratação de pessoal ou na política de gerenciamento da Tecnologia de Informação em suas empresas será um bom negócio. Normalmente, esses “visionários”, só compreenderão o real valor da Tecnologia da Informação quando sofrerem um grande prejuízo devido a sua política equivocada ou as suas práticas amadoras em relação às informações que circulam em suas empresas.
Para eles, Tecnologia da Informação, nada mais é do que um conjunto de procedimentos criados para dar emprego a muita gente a para fazê-los gastar muito dinheiro. Essa visão errônea e totalmente fora da realidade, só é destruída normalmente quando já é tarde demais.
Os dados contidos em seus sistemas são um patrimônio vital e como tal, devem ser considerados e ganhar a real importância no momento em que a empresa deve decidir suas políticas de gerenciamento. Acha isso um exagero? Imagine se um banco perdesse todos os dados de seus clientes; os prejuízos seriam incalculáveis. Para que a informação fosse tratada com a segurança e com o valor que merece, nasceu a Tecnologia da Informação. Que, nada mais é, do que um conjunto de procedimentos; técnicas; normas; meios e soluções reunidas sob a égide das mais diversas áreas de atuação profissional para garantir que a informação será sempre “bem cuidada”.
Assim, técnicos e engenheiros desenvolveram sistemas, procedimentos e ferramentas capazes de gerenciar a informação de forma a garantir-lhe a segurança e o uso adequado de seu poder e de seu valor para a empresa detentora. Desta forma, o bom uso das práticas e das disciplinas que compõem a chamada Tecnologia da Informação; pode ser responsável por grandes lucros e uma longevidade do seu negócio. Da mesma forma, erros cometidos nessa área, costumam ser desastrosos e custarem muito caro aos cofres das empresas que ousarem ignorar a importância de uma boa aplicação da tecnologia da informação em seus negócios.
Por mais incrível que possa parecer, uma infinidade de empresários sequer compreende a importância e os conceitos envolvidos por trás desse termo que mete tanto medo nos menos qualificados. A tecnologia da informação (ou simplesmente TI) não deve ser vista como um monstro devorador de recursos pelas pequenas empresas. Deve, antes de tudo, ser percebida como uma poderosa aliada na segmentação do mercado e na obtenção de lucros e de negócios cada vez mais rentáveis.Mesmo sabendo que não existe uma “receita de bolo” e, muito menos, “almoço grátis”; muitos empresários têm a ilusão de que economizar na contratação de pessoal ou na política de gerenciamento da Tecnologia de Informação em suas empresas será um bom negócio. Normalmente, esses “visionários”, só compreenderão o real valor da Tecnologia da Informação quando sofrerem um grande prejuízo devido a sua política equivocada ou as suas práticas amadoras em relação às informações que circulam em suas empresas.
Para eles, Tecnologia da Informação, nada mais é do que um conjunto de procedimentos criados para dar emprego a muita gente a para fazê-los gastar muito dinheiro. Essa visão errônea e totalmente fora da realidade, só é destruída normalmente quando já é tarde demais.
Tecnologia da informação empresas
tecnologia da informaçao nas empresas.


Tecnologia da Informação: Fantasia x Realidade
A informação é a bola da vez. Ativo de importância permanentemente crescente, similar à do capital. Sobretudo no mundo dos negócios, onde os processos de tomada de decisão, suportados pela informação, tornam-se cada vez mais críticos. Hoje se afirma: informação é dinheiro em movimento. Como conseqüência, no mundo empresarial a atividade de Tecnologia da Informação - TI passou a exercer um papel mais estratégico. Mudou da posição de mero redutor de custos para investimento gerador de receitas.
A indústria de TI vem sofrendo uma violenta transformação, criando ciclos de mudanças cada vez mais freqüentes e proporcionando aos seus usuários maior facilidade de aquisição e acesso aos recursos da Informática. Estamos vivendo hoje a 5ª geração (daí o nome "Pentium") de TI, onde equipamentos portáteis possuem capacidades de processamento, armazenamento e comunicação superiores a de mainframes de 20 anos atrás e com custos proporcionalmente cada vez menores .
Entretanto, essa violenta evolução dos recursos tecnológicos (equipamentos, softwares, bancos de dados, redes de comunicação de dados) não foi acompanhada na mesma proporção pela evolução dos recursos organizacionais (missão, estrutura, escopo de atuação, pessoal, equipe de trabalho, treinamento, relacionamento com usuários). Baseado numa experiência acumulada ao longo de mais de três décadas em dezenas de projetos de consultoria, concluí que em distintas empresas de diferentes portes e ramos de negócios, utilizando diferentes soluções tecnológicas, as causas dos problemas com TI têm como origem central os aspectos organizacionais, em especial o ser humano: técnico, usuário ou gestor.
Significa dizer, por outro lado, que o sucesso da aplicação da TI nas empresas depende essencialmente dos recursos organizacionais e não dos tecnológicos, como muitos ainda acreditam.
A constatação de que a solução dos problemas com TI está no homem e não na máquina - o Paradoxo da Produtividade de Robert Solow - gerou por um lado um enorme desperdício de dinheiro, sobretudo em empresas da chamada Velha Economia. Mas, por outro lado, resultou num aumento da consciência dos seus executivos para a necessidade de alinhamento estratégico da TI com o negócio, ou melhor com a necessidade do cliente final. Um fenômeno semelhante ocorreu na Nova Economia provocando o desaparecimento de centenas de empresas de alta tecnologia em todo o mundo, onde as sobreviventes foram obrigadas a fazer cortes dolorosos e reformular seus planos e estratégias de negócios para se adaptar as mudanças exigidas pelo mercado consumidor.
A conclusão a que se chegou é que as decisões de investimentos em TI pelas empresas são muito mais uma questão de fé do que de análise técnica do retorno financeiro desejado, já que os benefícios resultantes são, em sua grande maioria, intangíveis e qualitativos e portanto, de difícil, embora não impossível, mensuração.
Como conseqüência, os profissionais de TI passaram a ter um perfil mais voltado para a satisfação das necessidades dos clientes (externos e internos), para a produtividade das pessoas e para os resultados da empresa, reduzindo a ênfase e a preocupação com a tecnologia em si, cujo equacionamento está cada vez mais com os fornecedores de soluções
A indústria de TI vem sofrendo uma violenta transformação, criando ciclos de mudanças cada vez mais freqüentes e proporcionando aos seus usuários maior facilidade de aquisição e acesso aos recursos da Informática. Estamos vivendo hoje a 5ª geração (daí o nome "Pentium") de TI, onde equipamentos portáteis possuem capacidades de processamento, armazenamento e comunicação superiores a de mainframes de 20 anos atrás e com custos proporcionalmente cada vez menores .
Entretanto, essa violenta evolução dos recursos tecnológicos (equipamentos, softwares, bancos de dados, redes de comunicação de dados) não foi acompanhada na mesma proporção pela evolução dos recursos organizacionais (missão, estrutura, escopo de atuação, pessoal, equipe de trabalho, treinamento, relacionamento com usuários). Baseado numa experiência acumulada ao longo de mais de três décadas em dezenas de projetos de consultoria, concluí que em distintas empresas de diferentes portes e ramos de negócios, utilizando diferentes soluções tecnológicas, as causas dos problemas com TI têm como origem central os aspectos organizacionais, em especial o ser humano: técnico, usuário ou gestor.
Significa dizer, por outro lado, que o sucesso da aplicação da TI nas empresas depende essencialmente dos recursos organizacionais e não dos tecnológicos, como muitos ainda acreditam.
A constatação de que a solução dos problemas com TI está no homem e não na máquina - o Paradoxo da Produtividade de Robert Solow - gerou por um lado um enorme desperdício de dinheiro, sobretudo em empresas da chamada Velha Economia. Mas, por outro lado, resultou num aumento da consciência dos seus executivos para a necessidade de alinhamento estratégico da TI com o negócio, ou melhor com a necessidade do cliente final. Um fenômeno semelhante ocorreu na Nova Economia provocando o desaparecimento de centenas de empresas de alta tecnologia em todo o mundo, onde as sobreviventes foram obrigadas a fazer cortes dolorosos e reformular seus planos e estratégias de negócios para se adaptar as mudanças exigidas pelo mercado consumidor.
A conclusão a que se chegou é que as decisões de investimentos em TI pelas empresas são muito mais uma questão de fé do que de análise técnica do retorno financeiro desejado, já que os benefícios resultantes são, em sua grande maioria, intangíveis e qualitativos e portanto, de difícil, embora não impossível, mensuração.
Como conseqüência, os profissionais de TI passaram a ter um perfil mais voltado para a satisfação das necessidades dos clientes (externos e internos), para a produtividade das pessoas e para os resultados da empresa, reduzindo a ênfase e a preocupação com a tecnologia em si, cujo equacionamento está cada vez mais com os fornecedores de soluções
Tecnologida da Informação
O que é Tecnologia da Informação (TI)?
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Introdução
Em seu início, a computação era tida como um mecanismo que tornava possível automatizar determinadas tarefas em grandes empresas e nos meios governamentais. Com o avanço tecnológico, as "máquinas gigantes" começaram a perder espaço para equipamentos cada vez menores e mais poderosos. A evolução das telecomunicações permitiu que, aos poucos, os computadores passassem a se comunicar, mesmo estando em lugares muito distantes geograficamente. Como conseqüência, tais máquinas deixaram de simplesmente automatizar tarefas e passaram a lidar com Informação.
Informação
A informação é um patrimônio, é algo de valor. Não se trata de um monte de bytes aglomerados, mas sim de um conjunto de dados classificados e organizados de forma que uma pessoa ou uma empresa possa tirar proveito. A informação é inclusive um fator que pode determinar a sobrevivência ou a descontinuidade das atividades de um negócio. E isso não é difícil de ser entendido. Basta imaginar o que aconteceria se uma instituição financeira perdesse todas as informações de seus clientes...
Apesar de possível, muito dificilmente uma empresa de grande porte consegue perder suas informações, principalmente quando se fala de bancos, cadeias de lojas, entre outros. No entanto, o que ocorre com mais freqüência é o uso inadequado das informações adquiridas ou, ainda, a sub-utilização destas. É nesse ponto que a Tecnologia da Informação pode ajudar.
Tecnologida da Informação
A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que existem várias definições e nenhuma consegue determiná-la por completo.
Sendo a informação um bem que agrega valor a uma empresa ou a um indivíduo, é necessário fazer uso de recursos de TI de maneira apropriada, ou seja, é preciso utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial competitivo. Além disso, é necessário buscar soluções que tragam bons resultados, mas que tenham o menor custo possível. A questão é que não existe "fórmula mágica" para determinar como utilizar da melhor maneira as informações. Tudo depende da cultura, do mercado, do segmento e de outros aspectos relacionados ao negócio ou à atividade. As escolhas precisam ser bem feitas. Do contrário, gastos desnecessários ou, ainda, perda de desempenho e competitividade podem ocorrer.
Tome como base o seguinte exemplo: se uma empresa renova seu parque de computadores comprando máquinas com processadores velozes, muita memória e placa de vídeo 3D para funcionários que apenas precisam utilizar a internet, trabalhar com pacotes de escritório ou acessar a rede, a companhia fez gastos desnecessários. Comprar máquinas de boa qualidade não significa comprar as mais caras, mas aquelas que possuem os recursos necessários. Por outro lado, imagine que uma empresa comprou computadores com vídeo integrado à placa-mãe (onboard) e monitor de 15" para profissionais que trabalham com Autocad. Para esses funcionários, o correto seria fornecer computadores que suportassem aplicações pesadas e um monitor de, pelo menos, 17". Máquinas mais baratas certamente conseguiriam rodar o programa Autocad, porém com lentidão, e o monitor com área de visão menor daria mais trabalho aos profissionais. Neste caso, percebe-se que a aquisição das máquinas reflete diretamente no desempenho dos funcionários. Por isso, é preciso saber quais as necessidades de cada setor, de cada departamento, de cada usuário.
Veja este outro exemplo: uma empresa com 50 funcionários, cada um com um PC, adquiriu um servidor de rede que suporta 500 usuários conectados ao mesmo tempo. Se a empresa não tem expectativa de aumentar seu quadro de funcionários, comprar um servidor deste porte é o mesmo que comprar um ônibus para uma família de 5 pessoas. Mas o problema não é apenas este. Se este servidor, por alguma razão, parar de funcionar, a rede ficará indisponível e certamente atrapalhará as atividades da empresa. Além disso, se a rede não estiver devidamente protegida, dados sigilosos poderão ser acessados externamente ou mesmo um ataque pode ocorrer.
.: Livros sugeridos :.
:: Administração da Tecnologia da Informação
:: Perspectivas Da Tecnologia Da Informação
:: Governança de TI: Tecnologia da Informação
Via Shopping UOL
Com os exemplos citados anteriormente, é possível ver o quanto é complicado generalizar o que é TI. Há ainda vários outros aspectos a serem considerados que não foram citados. Por exemplo, a empresa deve saber lidar também com segurança, com disponibilidade, com o uso de sistemas (eles realmente devem fazer o que foi proposto), com tecnologias (qual é a melhor para determinada finalidade), com recursos humanos qualificados, enfim.
A TI é algo cada vez mais comum no dia-a-dia das pessoas e das empresas. Tudo gira em torno da informação. Portanto, quem souber reconhecer a importância disso, certamente se tornará um profissional com qualificação para as necessidades do mercado. Da mesma forma, a empresa que melhor conseguir lidar com a informação, certamente terá vantagens competitivas em relação aos concorrentes.
Emerson Alecrim, em 15/08/2004. Atualizado em 27/08/2008.
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Introdução
Em seu início, a computação era tida como um mecanismo que tornava possível automatizar determinadas tarefas em grandes empresas e nos meios governamentais. Com o avanço tecnológico, as "máquinas gigantes" começaram a perder espaço para equipamentos cada vez menores e mais poderosos. A evolução das telecomunicações permitiu que, aos poucos, os computadores passassem a se comunicar, mesmo estando em lugares muito distantes geograficamente. Como conseqüência, tais máquinas deixaram de simplesmente automatizar tarefas e passaram a lidar com Informação.
Informação
A informação é um patrimônio, é algo de valor. Não se trata de um monte de bytes aglomerados, mas sim de um conjunto de dados classificados e organizados de forma que uma pessoa ou uma empresa possa tirar proveito. A informação é inclusive um fator que pode determinar a sobrevivência ou a descontinuidade das atividades de um negócio. E isso não é difícil de ser entendido. Basta imaginar o que aconteceria se uma instituição financeira perdesse todas as informações de seus clientes...
Apesar de possível, muito dificilmente uma empresa de grande porte consegue perder suas informações, principalmente quando se fala de bancos, cadeias de lojas, entre outros. No entanto, o que ocorre com mais freqüência é o uso inadequado das informações adquiridas ou, ainda, a sub-utilização destas. É nesse ponto que a Tecnologia da Informação pode ajudar.
Tecnologida da Informação
A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que existem várias definições e nenhuma consegue determiná-la por completo.
Sendo a informação um bem que agrega valor a uma empresa ou a um indivíduo, é necessário fazer uso de recursos de TI de maneira apropriada, ou seja, é preciso utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial competitivo. Além disso, é necessário buscar soluções que tragam bons resultados, mas que tenham o menor custo possível. A questão é que não existe "fórmula mágica" para determinar como utilizar da melhor maneira as informações. Tudo depende da cultura, do mercado, do segmento e de outros aspectos relacionados ao negócio ou à atividade. As escolhas precisam ser bem feitas. Do contrário, gastos desnecessários ou, ainda, perda de desempenho e competitividade podem ocorrer.
Tome como base o seguinte exemplo: se uma empresa renova seu parque de computadores comprando máquinas com processadores velozes, muita memória e placa de vídeo 3D para funcionários que apenas precisam utilizar a internet, trabalhar com pacotes de escritório ou acessar a rede, a companhia fez gastos desnecessários. Comprar máquinas de boa qualidade não significa comprar as mais caras, mas aquelas que possuem os recursos necessários. Por outro lado, imagine que uma empresa comprou computadores com vídeo integrado à placa-mãe (onboard) e monitor de 15" para profissionais que trabalham com Autocad. Para esses funcionários, o correto seria fornecer computadores que suportassem aplicações pesadas e um monitor de, pelo menos, 17". Máquinas mais baratas certamente conseguiriam rodar o programa Autocad, porém com lentidão, e o monitor com área de visão menor daria mais trabalho aos profissionais. Neste caso, percebe-se que a aquisição das máquinas reflete diretamente no desempenho dos funcionários. Por isso, é preciso saber quais as necessidades de cada setor, de cada departamento, de cada usuário.
Veja este outro exemplo: uma empresa com 50 funcionários, cada um com um PC, adquiriu um servidor de rede que suporta 500 usuários conectados ao mesmo tempo. Se a empresa não tem expectativa de aumentar seu quadro de funcionários, comprar um servidor deste porte é o mesmo que comprar um ônibus para uma família de 5 pessoas. Mas o problema não é apenas este. Se este servidor, por alguma razão, parar de funcionar, a rede ficará indisponível e certamente atrapalhará as atividades da empresa. Além disso, se a rede não estiver devidamente protegida, dados sigilosos poderão ser acessados externamente ou mesmo um ataque pode ocorrer.
.: Livros sugeridos :.
:: Administração da Tecnologia da Informação
:: Perspectivas Da Tecnologia Da Informação
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Com os exemplos citados anteriormente, é possível ver o quanto é complicado generalizar o que é TI. Há ainda vários outros aspectos a serem considerados que não foram citados. Por exemplo, a empresa deve saber lidar também com segurança, com disponibilidade, com o uso de sistemas (eles realmente devem fazer o que foi proposto), com tecnologias (qual é a melhor para determinada finalidade), com recursos humanos qualificados, enfim.
A TI é algo cada vez mais comum no dia-a-dia das pessoas e das empresas. Tudo gira em torno da informação. Portanto, quem souber reconhecer a importância disso, certamente se tornará um profissional com qualificação para as necessidades do mercado. Da mesma forma, a empresa que melhor conseguir lidar com a informação, certamente terá vantagens competitivas em relação aos concorrentes.
Emerson Alecrim, em 15/08/2004. Atualizado em 27/08/2008.
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009
ITIL
Trazendo a visão do ITIL(r) sobre o assunto, o livro Service Strategy cita , em certo momento ( não sei bem onde é pois não costumo decorar os livros), provavelmente quando ele discute o benefício ou o objetivo desta fase do ciclo de vida, que a idéia é entender, e mesmo administrar, o relacionamento entre os diversos serviços, sistemas e processos de TI com os modelos, estratégias e objetivos de negócio.
domingo, 1 de novembro de 2009
Por que escolher o Windows 7
Simplifica tarefas cotidianas
O Windows 7 deixa as tarefas básicas mais fáceis do que nunca. Com o Grupo Doméstico, é simples compartilhar músicas, documentos, impressoras e tudo o mais com outros computadores com o Windows 7 em sua casa. O Windows Search livra você da chatice de procurar por pastas e subpastas, para achar as suas coisas. Melhores visualizações na barra de tarefas dão a você uma grande visão do que está aberto e Listas de Atalhos mostram os arquivos recentes, com um simples clique do botão direito.
Funciona como você quer
Não importa quantos truques bacanas o seu PC pode fazer, se ele não estiver funcionando direitinho como você espera. Então, fizemos o Windows 7 para ajudar o seu computador a entrar e sair de suspensão mais rápido. O Windows 7 suporta os mais recentes avanços em hardware, como computação de 64 bits e processadores de vários núcleos, e a utilização de memória aperfeiçoada ajuda o seu hardware a alcançar todo o seu potencial.
Torne a inovação uma realidade
Assim que o PC estiver mais simples e rápido, alguns recursos novos seriam legais. Lá vai: Você conseguirá conectar-se a redes - seja em casa, no trabalho ou em uma cafeteria - com um par de cliques e, com o Windows Touch (e o hardware adequado), você logo estará usando seus dedos para navegar por arquivos, trabalhar com imagens e até "pintar".
O Windows 7 deixa as tarefas básicas mais fáceis do que nunca. Com o Grupo Doméstico, é simples compartilhar músicas, documentos, impressoras e tudo o mais com outros computadores com o Windows 7 em sua casa. O Windows Search livra você da chatice de procurar por pastas e subpastas, para achar as suas coisas. Melhores visualizações na barra de tarefas dão a você uma grande visão do que está aberto e Listas de Atalhos mostram os arquivos recentes, com um simples clique do botão direito.
Funciona como você quer
Não importa quantos truques bacanas o seu PC pode fazer, se ele não estiver funcionando direitinho como você espera. Então, fizemos o Windows 7 para ajudar o seu computador a entrar e sair de suspensão mais rápido. O Windows 7 suporta os mais recentes avanços em hardware, como computação de 64 bits e processadores de vários núcleos, e a utilização de memória aperfeiçoada ajuda o seu hardware a alcançar todo o seu potencial.
Torne a inovação uma realidade
Assim que o PC estiver mais simples e rápido, alguns recursos novos seriam legais. Lá vai: Você conseguirá conectar-se a redes - seja em casa, no trabalho ou em uma cafeteria - com um par de cliques e, com o Windows Touch (e o hardware adequado), você logo estará usando seus dedos para navegar por arquivos, trabalhar com imagens e até "pintar".
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