quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Parabéns!!!
Que a alegria da formatura hoje,fique para sempre em você, para que a felicidade também contagiem aqueles que da sua profissão se beneficiarem.
Pessoas grandes são aquelas que lutam por ideais, e hoje você prova ser parte dessas pessoas.
A sua conquista vai impulsionar outras buscas e abrir novos horizontes, sempre apontando para um futuro muito luminoso.
Por acreditar que este dia chegaria, você se esforçou e buscou a cada dia o seu sonho. Merecidamente venceu, e hoje os aplausos são todos para você!
Os que você alcançou hoje é uma pequena parte do que você ainda pode conquistar com o seu talento.
O talento, a força de vontade e a persistência trouxeram você até aqui.
Parabéns! Formando!
Mais um ano finaliza
A felicidade não é um estado final ao qual se chega e, depois disso, não há mais nada a fazer. O mesmo vale para o sucesso. Uma coisa é chegar lá, outra diferente, e mais trabalhosa, é preservar o que foi conquistado.
Na religião oriental, mais sábia do que a nossa, há três aspectos divinos: o Criador, o Preservador e o Destruidor.
O Criador brinda com vida para que todos os caminhos sejam iniciados.
O Preservador brinda com luz e sabedoria para que, uma vez acertados os caminhos, os humanos buscadores possam continuar neles.
E o destruidor se encarrega de brindar com força para pulverizar os obstáculos e desintegrar as estruturas que o tempo torna decadentes.
A Felicidade que a humanidade, confusamente, procura não está em nenhum lugar específico, nem relacionada a nenhum ato em especial. A Felicidade é uma conquista que se faz todos os dias, em todos os momentos, em cada pequena e grande atitude.
Orientador
Até quando esperar?
sábado, 16 de abril de 2011
Administração Estratégica
Os Degraus
Para não despertar os monstros.
Não subas aos sótãos - onde
Os deuses, por trás das suas máscaras,
Ocultam o próprio enigma.
Não desças, não subas, fica.
O mistério está é na tua vida!
E é um sonho louco este nosso mundo...
Mário Quintana
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Comunicação Empresarial
A Comunicação Empresarial tem assumido, nos últimos anos, maior complexidade, tendo em vista a necessidade de trabalhar com diferentes públicos (portanto diferentes conteúdos, discursos ou linguagens) , o acirramento da concorrência, a segmentação da mídia e a introdução acelerada das novas tecnologias.
Hoje, exige-se do profissional da área não apenas conhecimentos e habilidades nas práticas profissionais, mas também uma visão abrangente do mercado e do universo dos negócios. Mais do que um simples executor de tarefas (bom redator de releases, bom relacionamento com a mídia, excelente editor de house organ), o profissional de comunicação empresarial deve ser um executivo, um gestor, capaz de planejar, estrategicamente, o esforço de comunicação da empresa ou entidade.
O mercado brasileiro e internacional já dispõe de empresas especializadas na realização deste trabalho e, internamente, as empresas ou entidades também têm experimentado gradativa profissionalização.
Hoje, a Comunicação Empresarial já desempenha papel fundamental, definindo-se como estratégica para as organizações, superada a fase anterior, em que suas ações , produtos e profissionais eram vistos como acessórios, descartáveis ao primeiro sinal de crise.
A literatura na área cresce vertiginosamente, com a contribuição de profissionais do mercado e das universidades (a Comunicação Empresarial, em seus múltiplos aspectos, tem, cada vez mais, sido objeto de trabalhos na graduação e na pós-graduação em Comunicação no Brasil). Muitas universidades, como a USP e a UMESP, para só citar duas instituições de ensino tradicionais na área de Comunicação no País, mantêm linhas de pesquisa em Comunicação Empresarial em seus programas de pós-graduação e já contabilizam mais de uma centena de dissertações e teses já defendidas.
Da mesma forma, multiplicam-se os eventos sobre Comunicação Empresarial, destacando-se, dentre outros, os Congressos promovidos pela Comtexto Comunicação e Pesquisa, pela Mega Brasil e pela ABERJE, entidade mais representativa da área.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Especialização
sexta-feira, 5 de março de 2010
Entrevista com o Senhor Estratégia
QUEM É: um dos cinco principais gurus em gestão do mundo, segundo a The Economist
O QUE FAZ: consultor, autor de centenas de livros e artigos, foi presidente da filial japonesa da McKinsey
http://www.kohmae.com
O que o futuro reserva aos empreendedores?
As empresas estão acostumadas a trabalhar em um contexto que não existe mais. O mundo está em profunda mudança. Primeiro, ele é muito maior. Os empreendedores têm que buscar consumidores e recursos para desenvolver o seu negócio não apenas nos 20 países mais ricos do Hemisfério Norte, mas talvez em 50 países de diferentes continentes. Outro aspecto é que estamos caminhando para um mundo sem fronteiras. Não é mais necessário apresentar passaporte para ir do Japão à China e à Coreia do Sul. Há o ciberespaço, que é grande e explosivo. E um último aspecto é o domínio de indicadores que trazem a necessidade de disciplina nas finanças.
Como o Brasil é visto nesse contexto?
Eu diria que, daqui a cinco anos, vamos ver muito mais empresas brasileiras no cenário global. Há pessoas muito boas no país em design, moda e tecnologia da informação. Jovens que podem competir na Europa e nos Estados Unidos. O Brasil está mais rico e promissor, mas eu vejo uma tensão social maior do que dez anos atrás. E isso é verdade também na Índia e na China. Se você fizer uma pesquisa de opinião na China, as pessoas vão dizer que este ano foi melhor do que o ano passado, apesar de a diferença entre os centros e as áreas suburbanas estar aumentando. É desse jeito que o governo chinês está conseguindo manter 700 milhões de pessoas pobres razoavelmente quietas.
Temos hoje então ilhas de prosperidade?
Sim, mas no caso do Brasil não há ainda uma clareza de qual indústria ou que tipo de nova tecnologia é destaque em relação ao resto do mundo. Costumavam ser os biocombustíveis, mas agora eles estão em todo lugar e, nos próximos cinco anos, haverá muitas formas diferentes de produzir energia pela biologia. O Brasil é forte, grande, mas ao mesmo tempo você pode descrever o que o país é capaz de fazer melhor do que qualquer outro? Vocês não têm uma mensagem específica para transmitir ao resto do mundo e é preciso fazer isso rapidamente para atrair capital e tecnologia. Não existe mercado natural. Longe disso. Não foi fácil para o Japão avançar industrialmente. Tivemos de fazer coisas únicas: just in time, tecnologias de baixo custo, inovação.
Como os empreendedores podem construir uma estratégia para lidar com a mudança de cenário?
Os empreendedores devem olhar para os consumidores e verificar se eles estão completamente satisfeitos com os produtos e serviços que oferecem. Ou se há espaço para melhorar. Você não deve nunca pensar em uma estratégia que parta de dentro da sua própria empresa. Nem de teorias desenvolvidas no meio acadêmico, porque elas são baseadas em referências de 20 ou 30 anos atrás. A sociedade era então muito estável e você podia definir o seu cliente e o seu concorrente. Agora não há fronteiras claras. O consumidor pode até mesmo participar de sua equipe, ajudando a desenvolver um produto. E o seu competidor pode vir de vários setores. O importante, atualmente, é ter sensibilidade e uma antena para perceber o que se passa fora da empresa. É preciso viajar, conhecer os consumidores no Japão, China, Europa e Estados Unidos e verificar como suas necessidades latentes estão sendo atendidas por outras empresas. E como você pode fazer melhor e mais barato. Nunca do mesmo jeito.
O Brasil é forte, grande, promissor, mas você pode descrever o que o país é capaz de fazer melhor do que qualquer outro?”
Mesmo se tiver um negócio estritamente local, o empreendedor precisa olhar o que está acontecendo no resto do mundo?
A internet é um recurso excelente. Hoje você pode ter gente do mundo todo participando, on-line, da criação e aprimoramento dos negócios. Empresas como a Procter & Gamble desenvolvem metade dos seus produtos com pessoas de fora da organização que nunca viram. A Ely Lilly usa muitos cientistas pelo mundo que não constam da sua folha de pagamento, mas estão propensos a colaborar com o desenvolvimento farmacêutico. Se você não tem tempo ou dinheiro para ir fisicamente para fora, ao menos deve ter a noção de que há muitas pessoas talentosas dispostas a contribuir para o sucesso do seu negócio. Esse é um mundo maravilhoso em que as pequenas empresas, pessoas jovens e os concorrentes que chegam tardiamente ao mercado têm grande potencial. Há como, rapidamente, destronar o poder estabelecido, o monopólio de grandes empresas. Você pode mudar o mundo em que vive. Seus produtos, seus serviços, seus consumidores, seus competidores, todas essas coisas podem ser transformadas se você entender e utilizar o poder do ciberespaço.
O empreendedor não corre o risco de trilhar o caminho errado se não tiver o instrumental adequado para lidar com o novo contexto?
Administração é arte. Você tem que fugir da tentação de que há premissas, receitas e caminhos fáceis. É preciso pensar sobre a situação individual e como elaborar uma estratégia caso a caso. Eu inventei o notebook para a Toshiba, as câmeras nos anos 80, e ensino meus alunos como cheguei nesses conceitos. Eu divido a minha abordagem de como construir ideias e produtos, e não um modelo definido. Compartilho, em dois anos, uma ideia por semana. Eles entendem que há um contexto, mas também que é preciso refletir sobre cada situação. Depois de cem vezes fazendo esse exercício, a sua mente começa a trabalhar como se você fosse o artista. E pintasse, do seu jeito, em uma tela em branco.
Então não existe receita para o sucesso?
Acho que acadêmicos e escritores de livros de negócios tendem a simplificar o mundo. E o risco é que as pessoas jovens acreditem. Dizer “eu estudei tantos livros e cenários que agora sou muito bom e posso construir uma nova estratégia” é o caminho mais rápido para o fracasso. Eu nunca contrataria esses caras — eles acham que seu conhecimento é ouro e vão cometer tantos erros. Se a escola pudesse dar a solução, o mundo estaria repleto de vencedores. Só que o mundo está cheio de fracassados e há poucos vencedores.
Se você fosse abrir um negócio hoje, qual seria?
Construção. A construção no Japão é muito cara e pouco desenvolvida. Nós somos capazes de fazer bons carros, televisões e computadores, mas não casas. Se eu fosse a Toyota hoje, eu entraria no mercado de construção aproveitando a tecnologia japonesa. Começaria no Japão e depois iria para o resto do mundo. Uma casa pode ser construída em duas semanas com as tecnologias just in time e kanban. Poderíamos sentar em frente ao computador e chegar a um projeto de imóvel personalizado e pela metade do preço atual — com móveis, carpete e o que mais você quiser, sob medida. Talvez levasse 20 anos para conseguir, mas há um potencial gigante de mercado.
segunda-feira, 1 de março de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Nunca fomos tão felizes- Arnaldo Jabor
A globalização nos trouxe o contato com métodos de gestão mais anglo-saxônicos, trouxe dinamismo para as empresas, trouxe nova ética empresarial, nova ética contábil. Hoje, já podemos pensar em um novo nacionalismo sem cair nos antigos esquematismos.
A tal "mão invisível do mercado" pode nos dar bananas, claro. Mas o conceito de "mercado" dinamiza a autorregulação da vida social e econômica do país. "Mercado" como termômetro dos perigos da injustiça, mas também como sensor dos desejos sociais, "mercado" como amenizador de certezas burras, "mercado" como relativizador de um poder público totalitário.
Hoje, o inimigo principal não é mais a "burguesia" gorda e fumando charuto; o inimigo é a incompetência estatal e simbioses corruptas com um empresariado dependente.
Já entendemos que a ideia de "solução" para o país é um mito. Nunca se chega a uma "solução" histórica. Seria o tal "fim" do Fukuyama, que tantos amam em segredo. E, pelo avesso, a ideia deprimida de "insolubilidade" é também um pretexto reacionário. Podemos, no máximo, limpar caminhos, sanear processos. A ideia de "solução" é substituída pela de "processo".
A sordidez nacional que a democracia exibe, a corrupção, a falta de vergonha política, a violência, todas as falhas boçais do sistema sugerem que a contrapartida para combatê-las deveriam ser medidas boçais, violentas. Só que, para desarmar a eterna bomba suja nacional, há que se ter paciência e aceitar complexidades. Radicalidade não é apelar para a ignorância. Grossura contra grossura se anulam mutuamente.
Já percebemos que os problemas do Brasil são muito mais complicados do que uma mera questão de injustiça social, a ser resolvida apenas pela dinâmica de uma "luta de classes". A injustiça é endêmica e de tal modo paralisante que inviabiliza até um embate de classes. A má distribuição de renda não é causa; é consequência de uma secular estrutura autocrática, de um Estado patrimonialista que tem de ser reformado.
Já sabemos que o Brasil é este país que está aí, com suas deficiências e políticos atrasados. Não há uma outra nação. Mudar o país tem de ser "por dentro", e não uma intervenção mágica, ditatorial ou golpista.Ou seja, alegrai-vos, otimistas... Há luz ao fim desse túnel imundo.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Regras da ABNT - Monografia
A estrutura de uma monografia compreende as seguintes partes: a) elementos pré-textuais; b) elementos textuais; c) elementos pós-textuais.
1.1 Elementos pré-textuais
São chamados pré-textuais todos os elementos que contém informações e ajudam na identificação e na utilização da monografia.
São considerados elementos pré-textuais de uma monografia:
1) Capa (obrigatório);
2) Contra-capa (obrigatório);
3) Folhe de Aprovação (obrigatória);
4) Dedicatória (opcional);
5) Agradecimentos (opcional);
6) Epígrafe (opcional);
7) Resumo em Língua Vernácula (obrigatório);
8) Resumo em Língua Estrangeira (obrigatório);
9) Sumário (obrigatório).
1.2 Elementos textuais
Parte do trabalho em que é exposto o conteúdo da monografia. Sua organização é determinada pela natureza do trabalho. São considerados fundamentais os seguintes elementos:
1) Introdução: é a apresentação sucinta e objetiva do trabalho, fornecendo informações sobre sua natureza, sua importância e sobre como foi elaborado: objetivo, métodos e procedimentos seguidos;
2) Desenvolvimento: parte principal do texto, descrevendo com detalhes a pesquisa e como foi desenvolvida;
3) Conclusão: é a síntese dos resultados do trabalho e tem por finalidade recapitular sinteticamente os resultados da pesquisa elaborada.
1.3 Elementos pós-textuais
São os elementos que tem relação com o texto, mas que, para torná-lo menos denso e não prejudicá-lo, costumam vir apresentados após a parte textual.
Dentre os elementos pós-textuais temos as referências, o glossário, o apêndice, o anexo, o índice.
Dentre os elementos pós-textuais, destacam-se:
1) Referências (obrigatório): conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de documentos, de forma e permitir sua identificação individual. As referências bibliográficas das monografias devem seguir o padrão NBR 6023, que fixa a ordem dos elementos das referências e estabelece convenções para transcrição e apresentação da informação originada do documento e/ou outras fontes de informação;
2) Anexo(s) (opcional): é um texto não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração para a monografia. Em monografias jurídicas, por exemplo, pode-se colocar uma lei de importância fundamental para o entendimento do texto.
2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA
A seguir está descrito o padrão recomendado pela ABNT (NBR 14724), que foi elaborado para facilitar a apresentação formal dos trabalhos acadêmicos.
2.1 Formato e margens
Os trabalhos devem ser digitados em papel branco A4 (210 mm x 297 mm), digitados em uma só face da folha.
De acordo com a NBR 14724, o projeto gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho.
Recomenda-se, para digitação, a utilização de fonte tamanho 12 para o texto e tamanho menor para citações de mais de três linhas, notas de rodapé, paginação e legendas das ilustrações e tabelas.
Com relação às margens, a folha deve apresentar margem de 3 cm à esquerda e na parte superior, e de 2 cm à direita e na parte inferior.
2.2 Espacejamento
Todo o texto deve ser digitado com espaço duplo, exceto nas citações diretas separadas do texto (quando com mais de três linhas), nas notas de rodapé, nas referências no final do trabalho e na ficha catalográfica.
As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por espaço duplo.
Os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede ou que os sucede por dois espaços duplos.
2.3 Notas de rodapé
As notas devem ser digitadas dentro das margens, ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 3 cm, a partir da margem esquerda.
2.4 Indicativos de seção
O indicativo numérico de uma seção precede seu título, alinhado à esquerda, separado por um espaço de caractere.
2.4.1 Numeração Progressiva
Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto. Os títulos das seções primárias, por serem as principais divisões de um texto, devem iniciar em folha distinta. Destacam-se gradativamente os títulos das seções, utilizando-se os recursos de negrito, itálico ou grifo e redondo, caixa alta ou versal, e outro, conforme a NBR 6024, no sumário e de forma idêntica, no texto.
Exemplo:
1 SEÇÃO PRIMÁRIA – (TÍTULO 1)
1.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA – (TÍTULO 2)
1.1.1 Seção terciária – (Título 3)
1.1.1.1 Seção quartenária – (Título 4)
1.1.1.1.1 Seção quinaria – (Título 5)
Na numeração das seções de um trabalho devem ser utilizados algarismos arábicos, sem subdividir demasiadamente as seções, não ultrapassando a subdivisão quinaria.
Importante ressaltar, também, que os títulos das seções primárias – por serem as principais seções de um texto, devem iniciar em folha distinta.
Os títulos sem indicativo numérico, como agradecimentos, dedicatória, resumo, abstract, referências e outras, devem ser centralizados.
3 CITAÇÕES
Esta seção aborda o assunto das citações, que trata-se da menção, no texto, de uma informação extraída de outra fonte.
O autor utiliza-se de um texto original para extrair a citação, podendo reproduzi-lo literalmente (citação direta), interpretá-lo, resumi-lo ou traduzi-lo (citação indireta), ou extrair uma informação de uma fonte intermediária.
De acordo com a NBR 14724 (AGO 2002), recomenda-se, para digitação, a utilização de fonte tamanho 12 para o texto e tamanho menor para citações de mais de três linhas, notas de rodapé, paginação, entre outros elementos.
O item 5.6 da NBR 14724 orienta que “as citações devem ser apresentadas conforme a NBR 10520”. Portanto, as regras referentes à citações, que podem ser diretas ou indiretas, se encontram na NBR 10520 (AGO 2002).
3.1 Citações diretas
Para citações diretas com mais de três linhas, deve-se observar apenas o recuo de 4 cm da margem esquerda. A citação ficaria da seguinte forma:
Para viver em sociedade, necessitou o homem de uma entidade com força superior, bastante para fazer as regras de conduta, para construir o Direito. Dessa necessidade nasceu o Estado, cuja noção se pressupõe conhecida de quantos iniciam o estudo do Direito Tributário. (MACHADO, 2001, p. 31).
Importante observar que nas citações indiretas deve-se colocar o sobrenome do autor (em letra maiúscula), o ano da publicação da obra e o número da página onde foi retirado o texto.
Por outro lado, na lista de referências bibliográficas, ou seja, no final da monografia, deverá constar a referência completa da seguinte forma:
MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. 19. ed. São Paulo: Malheiros, 2001.
As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas. As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação. A seguir, temos o exemplo deste tipo de citação:
Bobbio (1995, p. 30) com muita propriedade nos lembra, ao comentar esta situação, que os “juristas medievais justificaram formalmente a vaidade do direito romano ponderando que este era o direito do Império Romano que tinha sido reconstituído por Carlos Magno com o nome de Sacro Império Romano”.
Na lista de referências:
BOBBIO, Norberto. O positivismo jurídico: lições de Filosofia do Direito. São Paulo: Ícone, 1995.
3.2 Citações indiretas
Citações indiretas (ou livres) são a reprodução de algumas idéias, sem que haja transcrição literal das palavras do autor consultado. Apesar de ser livre, deve ser fiel ao sentido do texto original. Não necessita de aspas. A seguir, alguns exemplos de citações indiretas:
De acordo com Machado (2001), o Estado, no exercício de sua soberania, exige que os indivíduos lhe forneçam os recursos de que necessita, instituindo tributos. No entanto, a instituição do tributo é sempre feita mediante lei, devendo ser feita conforme os termos estabelecidos na Constituição Federal brasileira, na qual se encontram os princípios jurídicos fundamentais da tributação.
Conforme visto supra, nas citações indiretas, diferentemente da citações diretas, não é necessário colocar o número da página onde o texto foi escrito.
3.3 Notas de rodapé
No que se refere a notas de rodapé, de acordo com a NBR 10520, deve-se utilizar o sistema autor-data para as citações do texto e o numérico para notas explicativas.
As notas de rodapé podem ser conforme as notas de referência (ver tópico 3.5) e devem ser alinhadas, a partir da segunda linha da mesma nota, abaixo da primeira letra da primeira palavra, de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas e com fonte menor.
Exemplos:
_____________________
1 Veja-se como exemplo desse tipo de abordagem o estudo de Netzer (1976).
2 Encontramos esse tipo de perspectiva na 2ª parte do verbete referido na nota anterior, em grande parte do estudo de Rahner (1962).
3.4 Notas de referência
Ao fazer as citações, o autor do texto pode fazer a opção de colocar notas de referência, que deverá ser feita por algarismos arábicos, devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. Não se inicia a numeração a cada página.
A primeira citação de uma obra, em nota de rodapé, deve ter sua referência completa.
Exemplo: No rodapé da página:
_____________________
8 FARIA, José Eduardo (Org.). Direitos humanos, direitos sociais e justiça. São Paulo: Malheiros, 1994.
Conforme visto supra, a primeira citação de uma obra, obrigatoriamente, deve ter sua referência completa. As citações subseqüentes da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada, podendo ser adotadas expressões para evitar repetição desnecessária de títulos e autores em nota de rodapé.
As expressões com abreviaturas são as seguintes:
a) apud – citado por;
b) idem ou Id. – o mesmo autor;
c) ibidem ou Ibid. – na mesma obra;
d) seqüência ou et. seq. – seguinte ou que se segue;
e) opus citatum, opere citado ou op. cit. – na obra citada;
f) cf. – confira, confronte;
g) loco citado ou loc. cit. – no lugar citado;
h) passim – aqui e ali, em diversas passagens;
3.5 Notas explicativas
Notas explicativas são as usadas para a apresentação de comentários, esclarecimentos ou considerações complementares que não possam ser incluídas no texto, devendo ser breves, sucintas e claras. Sua numeração é feita em algarismos arábicos, únicos e consecutivos e não se inicia a numeração a cada página.
4 REFERÊNCIAS
Elemento obrigatório e imprescindível da monografia, elaborado de acordo com a NBR 6023.
Entende-se por referências o conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de documentos, de forma a permitir sua identificação individual.
As referências podem ser identificadas por duas categorias de componentes: elementos essenciais e elementos complementares.
4.1 Elementos essenciais
São as informações indispensáveis à identificação do documento. Os elementos essenciais são estritamente vinculados ao suporte documental e variam, portanto, conforme o tipo.
Exemplo:
STORINO, Sérgio Pimentel. Odontologia preventiva especializada. 1. ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1994.
4.2 Elementos complementares
São as informações que, acrescentadas aos elementos essenciais, permitem melhor caracterizar os documentos. Alguns elementos indicados como complementares podem tornar-se essenciais, desde que sua utilização contribua para a identificação do documento.
Exemplo:
CRUZ, Anamaria da Costa; CURTY, Marlene Gonçalvez; MENDES, Maria Tereza Reis. Publicações periódicas científicas impressas: NBR 6021 e 6022. Maringá: Dental Press, 2002.
NOTA – Os elementos essenciais e complementares são retirados do próprio documento. Quando isso não for possível, utilizam-se outras fontes de informação, indicando-se os dados assim obtidos entre colchetes.
4.3 Regras Gerais
Os elementos essenciais e complementares da referência devem ser apresentados em seqüência padronizada.
As referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto e de forma a se identificar individualmente cada documento, em espaço simples e separado entre si por espaço duplo.
O recurso tipográfico (negrito, grifo ou itálico) utilizado para destacar o elemento título deve ser uniforme em todas as referências de um mesmo documento. Isto não se aplica às obras sem indicação de autoria, ou de responsabilidade, cujo elemento de entrada é o próprio título, já destacado pelo uso de letras maiúsculas na primeira palavra, com exclusão de artigos (definidos e indefinidos) e palavras monossilábicas.
Os modelos de referências estão exemplificados na NBR 6023. A seguir, alguns exemplos de referências usadas mais comumente em nossas monografias.
4.3.1 Livro
CURTY, Marlene Gonçalves; CRUZ, Anamaria da Costa; MENDES, Maria Tereza Reis. Apresentação de trabalhos acadêmicos, dissertações e teses: (NBR 14724/2002). Maringá: Dental Press, 2002.
4.3.2 Artigo de revista
GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15-21, set. 1997.
4.3.3 Artigo e/ou matéria de revista, boletim etc. em meio eletrônico
MARQUES, Renata Ribeiro. Aspectos do comércio eletrônico aplicados ao Direito Brasileiro. Jus Navigandi, Teresina, a. 6, n. 52, nov. 2001. Disponível em:
4.3.4 Documento jurídico em meio eletrônico
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. 8. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2003. RT Legislação.
CONCLUSÃO
Parte final do texto, na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos e hipóteses. Em outras palavras, a conclusão é a síntese dos resultados da monografia. Tem por finalidade recapitular sinteticamente os resultados da pesquisa elaborada.
O autor poderá manifestar seu ponto de vista sobre os resultados obtidos, bem como sobre o seu alcance, sugerindo novas abordagens a serem consideradas em trabalhos semelhantes. Na conclusão, o autor deve apresentar os resultados mais importantes e sua contribuição ao tema, aos objetivos e à hipótese apresentada.
NOTA – É opcional apresentar os desdobramentos relativos à importância, síntese, projeção, repercussão, encaminhamento e outros.
BIBLIOGRAFIA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação – referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
______. NBR 10520: informação e documentação – citações em documentos – apresentação. Rio de janeiro, 2000.
______. NBR 14724: informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro, 2002.
CURTY, Marlene Gonçalves; CRUZ, Anamaria da Costa; MENDES, Maria Tereza Reis. Apresentação de trabalhos acadêmicos, dissertações e teses: (NBR 14724/2002). Maringá: Dental Press, 2002.
Regras da ABNT
Elemento obrigatório, constituído de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos, não ultrapassando 500 palavras, seguido, logo abaixo, das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou descritores, conforme a NBR 6028.
INTRODUÇÃO
A introdução é a apresentação sucinta e objetiva do trabalho, que fornece informações sobre sua natureza, sua importância e sobre como foi elaborado: objetivo, métodos e procedimentos seguidos.
Em outras palavras, é a parte inicial do texto, onde devem constar a delimitação do assunto tratado, objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho.
Lendo a introdução, o leitor deve sentir-se esclarecido a respeito do tema do trabalho como do raciocínio a ser desenvolvido.
Como forma de esclarecer nossos clientes a respeito do trabalho desenvolvido por nossa equipe, bem como para explicar como é feita a divisão do texto em capítulos, seções e subseções, a seguir apresentar-se-á comentários sobre a metodologia utilizada, que segue rigorosamente os padrões estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
sábado, 2 de janeiro de 2010
feliz 2010! a todos da turma e seguidores!

domingo, 6 de dezembro de 2009
Micro Empreendedor Individual – MEI
A figura jurídica do Micro Empreendedor Individual (MEI) foi criada pela Lei Complementar 128 de 2008, que aprimorou a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (LC 123/06) e entrou em vigor em julho de 2009. A novidade vem da isenção de praticamente de todos os tributos.
A grande vantagem de se inscrever no MEI é a proteção social no presente e no futuro. Com o recolhimento mensal da previdência Social (11% sobre o salário vigente), o empreendedor que trabalhava por conta própria passa a contar com um seguro, que garante a renda dele e de sua família em casos de doença, gravidez, prisão, morte e velhice. Estando regularizado no MEI, você tem acesso ao crédito na rede bancária, não precisa emitir nota fiscal para pessoa física, e ele abre uma nova era na formalização da atividade empresarial e na integração da cidadania.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Sistema de Informação
O mercado de trabalho
A área continua aquecida. "As empresas estão desesperadas procurando por profissionais nas universidades", diz Hugo Bastos de Paula, coordenador do curso de Sistemas da Informação da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG). Grandes multinacionais como a IBM, Microsoft e Motorola oferecem cursos de certificação para os universitários, preparando-os de acordo com as necessidades do mercado. Além de capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, cidades de porte médio, como Curitiba (PR), Campinas (SP) e São José dos Campos (SP), absorvem muitos profissionais. Há chances também no sul de Minas, no interior de Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, onde algumas companhias começam a exportar softwares. A maior parte das vagas está em bancos, indústrias, seguradoras e empresas de telefonia e internet. Uma área de atuação promissora é a da educação. Há oportunidades tanto para a docência, com o aumento das faculdades de Sistemas de Informação, como para desenvolver programas para cursos a distância. O setor de segurança na internet não fica atrás. Grandes empresas e bancos buscam esse profissional para atuar no suporte aos usuários, criar e monitorar programas de segurança da informação em seus sites e cuidar dos bancos de dados. As companhias dos setores de telefonia e de internet costumam contratar o bacharel para a prestação de serviços em consultoria.
O curso
A exigência básica para quem vai ingressar no curso é gostar muito de matemática. Cálculos e raciocínio lógico acompanham o aluno durante os quatro anos de curso. Entre as matérias específicas, estão linguagem de programação, bancos de dados, sistemas de informação, redes de computadores e inteligência artificial. Estágio e um projeto de conclusão de curso são obrigatórios. Fique atento na hora de inscrever-se para o vestibular. Algumas faculdades se voltam mais para os aspectos administrativos da profissão, outras, para os de computação. Outras instituições, ainda, oferecem licenciatura em Computação e em Informática.Outros nomes: Adm. de Sist. de Inf.; Anál. de Sist.; Anál. de Sist. e Tecnol. da Inf.; Anál. de Sist. e Tecnol. da Inf. (sist. e tecnol. da inf.); Anál. de Sist. e Tecnol. da Inf. (tecnol. da inf.); Comput.; Comput. (sist. de inf.); Inform.; Inform. (anál. de sist.); Inform. (sist. de inf.).
O que você pode fazer
Ensino Lecionar em escolas públicas ou particulares de ensino fundamental, médio e técnico ou em faculdades.
Fluxo de informação Modernizar e agilizar o processo de comunicação de uma empresa, criando, adaptando e instalando programas.
Logística Planejar e administrar rotas, sistemas de armazenagem e o tempo de entrega de produtos.
Marketing e vendas Gerenciar a comercialização de equipamentos, periféricos e softwares.
Modelagem Construir modelos matemáticos que simulem situações reais, a fim de antever e prevenir problemas.
Suporte técnico Fazer a manutenção dos programas básicos e da rede de computadores de uma organização.
Webdesign Cuidar da estética e da funcionalidade de sites da internet.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
A importância dos sistemas de informação na gestão de empresas
Devido a crescente demanda de informações pelos gestores, existe quase uma obrigação de se utilizar sistemas de informações para gerenciar os dados recebidos e transformá-los em informações úteis para a organização, com o auxilio dos recursos da Tecnologia da Informação.
Os sistemas de informações têm papel fundamental nas empresas, é através deles que um administrador consegue ter um acesso com facilidade as informações de todos os aspectos de sua empresa. A correta administração dessas informações é fundamental para seu sucesso, com base nelas os executivos podem decidir o rumo da organização.
O uso de ferramentas computacionais e métodos para gerenciar informações são de extrema importância, a integração entre os sistemas faz com que numa mesma tela ou relatório possa se obter o conhecimento de todas as áreas da empresa. E essas informações podem reduzir o custo de produção, diminuir o tempo de resposta ao mercado ou agilizar e incrementar as vendas.
Modelos de sistemas
Enterprise Resource Planning - ERP
Planejamento de Recursos da Empresa, é um sistema operacional que atua como uma estrutura para integrar e automatizar muitos processos de negócios.
Customer Relationship Management - CRM
Gestão do relacionamento com o cliente, objetiva criar o melhor relacionamento possível com o cliente, em todo o ciclo de vida do cliente com a empresa, e não apenas na venda.
Supply Chain Management - SCM
Gestão da cadeia de suprimentos, metodologia que alinha todas as atividades da cadeia de fornecimento de forma concomitante e sicronizada.
Business Intelligence - BI
Inteligência de negócios, seu papel é agrupar os dados gerados em outros sistemas para viabilizar ao gestor decidir os rumos de sua empresa.
E-Business
Negócios eletrônicos, ele representa um conjunto de sistemas de uma empresa interligados aos sistemas de diversas outras empresas via internet, interagindo para que o e-Commerce(comércio eletrônico) aconteça.
É essencial que as empresas adotem sistemas de informação ajustados com suas metas e objetivos, seu correto uso deve trazer benefícios a curto, médio e longo prazo.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
a internet revolucionando o mundo dos negocios
Em 1995 foi liberado o uso comercial da Internet no Brasil. Nos últimos anos, os internautas brasileiros vem se familiarizando com ela e descobrindo seus benefícios. O e-mail está bastante difundido. As novas gerações já usam a Internet com a mesma naturalidade que usam o telefone.
Como a rede mundial de computadores é muito dispersa, surgiram os portais de comunidades. Ambientes virtuais que concentram conteúdo especializado para um determinado segmento. São freqüentados por pessoas com interesses comuns ou por categorias de profissionais. Nestes sites de nicho de mercado, como o Guia RH e Guia de Logística por exemplo, milhares de pessoas da mesma área podem ler artigos, interagir, buscar fornecedores, pedir cotações, pesquisar eventos e fazer outras consultas.
Por volta de 2000 houve uma grande empolgação. Muitas empresas ponto-com conseguiram capital de risco de investidores para seus projetos de negócios. Muitas delas não conseguiram recuperar o investimento e quebraram. Passada a febre e voltando à realidade, os negócios eletrônicos lucrativos permanceram.
Aos poucos, as empresas vem incorporando a Internet às suas estratégias de negócios. Observamos empresas tradicionais atuando com grande destaque no meio digital como a Americanas, Chevrolet, Natura, C&A, Extra e outras. Em 2002, as vendas virtuais do site Magazine Luiza, movimentaram nada menos do que R$ 48 milhões. O comércio eletrônico no Brasil cresce a cada ano.
Grandes empresas de vanguarda estão contratando profissionais de e-business para gerenciar seus canais eletrônicos. As principais competências requeridas para este cargo são : entender o negócio e a tecnologia relacionada, experiência em desenvolvimento de negócio, liderança, habilidade para trabalhar bem sob pressão e cumprir prazos e talento para gerenciamento de projetos. É muito importante ter visão para atuar como o principal proponente das estratégias de canal de e-commerce da organização e saber tomar decisões rápidas na velocidade da Web.
As empresas vem explorando o potencial da Internet para alcançar melhores resultados. A Internet tem muito a contribuir com o serviço de atendimento ao consumidor (SAC). Encontrando o endereço do site no produto adquirido, o cliente pode entrar em contato com o fabricante, fazer suas solicitações e valiosos comentários como críticas e sugestões. Tudo isto sem congestionar as linhas telefônicas. Um recurso útil de auto-atendimento é colocar uma lista de respostas para as "perguntas mais frequentes" (FAQ). O mais importante é a agilidade na resposta para a solução do problema. Através do site é possível conhecer os hábitos de compra dos clientes e fazer um melhor gerenciamento da relação com o consumidor (CRM).
Os negócios entre empresas (B2B, business-to-business), contam com o apoio dos chamados market-places, como por exemplo : ME (Mercado Eletrônico), Websupply, Webb, Mercosul Search, Mercador e Connectmed onde é possível automatizar o processo de compras com grandes benefícios e economia. Através de procura eletrônica (e-procurement) são feitas cotações de preços e transações online.
Existem vários tamanhos e tipos de empresas. Cada uma vem utilizando a Internet de acordo com seu tipo de negócio. Pequenas empresas podem ingressar na WEB fazendo um site grátis no provedor de acesso que assinam ou no HPG e redirecionar o domínio (URL, www) para um nome mais curto no site CJB.NET. Não precisa pagar taxa de registro na FAPESP, nem mensalidade de hospedagem para o provedor. No site a empresa pode informar : quem somos, o que vendemos (catálogo eletrônico), onde estamos e como falar conosco. Um site grátis já é um bom começo para experimentar este aprendizado. O site precisa ser de fácil navegação, rápido carregamento, atualizado, objetivo, com ágil atendimento e divulgado para sua comunidade.
Comprar mailing de milhões de e-mails (maioria são inválidos) e enviar mensagens não solicitadas (SPAM) para qualquer um, só faz prejudicar a imagem da empresa. É recomendado anunciar em newsletters eletrônicas que tenham a permissão do usuário cadastrado. Geralmente bons sites apresentam uma política de privacidade que garante que os dados dos cadastrados não serão repassados a terceiros. Outra forma de divulgar é através de faixas publicitárias (banners) para atrair o interesse do consumidor garantindo uma boa visibilidade e fixação de marca. Anunciar na Internet é bem mais barato do que nas mídias tradicionais e atinge clientes às vezes inacessíveis por outras mídias. O site é mais um canal de vendas que pode atrair clientes de qualquer lugar e a qualquer hora. É um grande aliado do vendedor.
A Internet é irreversível e revolucionou a vida das pessoas e o mundo do trabalho. Dependendo da atividade, alguns funcionários podem trabalhar boa parte do tempo em casa ou "na rua" mantendo contato com a empresa através da Internet e Extranet. A Extranet permite o acesso de pessoas autorizadas a informações sobre a corporação mesmo estando fisicamente fora dela. Despesas com viagens podem ser evitadas com o uso de web conferências.
A ferramenta Internet tem muito a contribuir com as várias áreas das empresas : recrutamento (banco de dados de currículos), treinamento (e-learning), compras, vendas, atendimento, marketing, comunicação ...Ela torna as operações das empresas mais ágeis, eficientes e econômicas. Cabe a cada empresa perceber suas oportunidades e agir.
a janiele
Não sofro porque você me ensinou a amar
Não fico triste porque você me ensinou a ser feliz
Mas se um dia você deixar de existir....
Eu choro, eu sofro, eu deixo de ser feliz...
Porque você não me ensinou a te esquecer
A relevancia do sistema de informação em pequena empresa de construção civil.
são cada vez mais relevantes no processo de gestão deste segmento. Pretendeu-se neste estudo avaliar
a importância do sistema de informação em uma pequena empresa de construção civil. Constatou-se,
por meio de um estudo de caso desenvolvido que, o sistema de informações é cada dia mais relevante
na gestão das empresas deste segmento, e que para ser considerado eficaz deve: ser ágil; mostrar
segurança e confiabilidade nas informações; ter qualidade ao demonstrar suas informações; ser
flexível para atender às necessidades da empresa, para que esta possa tomar as decisões de forma
correta e no tempo certo, entre outros fatores.
Tem-se registrado ao longo de décadas, que as empresas e sua administração vêm se
desenvolvendo, evoluindo, dando origem a novas ferramentas e técnicas visando a otimizar a
gestão. Pode-se dizer que as organizações são complexos sistemas abertos, os quais estão em
contínuo processo de mudanças. Para tanto, estas necessitam cada vez mais rapidez nas
informações; sendo que a Tecnologia de Informação (TI) vem sendo grande aliada nessa
tarefa.
A estratégia de negócios interligada a TI, a infra-estrutura e o armazenamento da
informação, a astúcia na tomada de decisão e os custos do investimento adequados ao custo
de oportunidades de uma empresa, são alguns dos fatores relevantes para a gestão da
informação. Pode-se dizer que se chegou à intransigência com quem não se renova, pois a
empresa que não se atualiza, em sua grande maioria, está condenada à descontinuidade. Os
processos empresariais bem desenvolvidos e executados podem tornar a organização mais
eficiente e competitiva.
O setor de construção civil, no Brasil, nos últimos anos teve um relevante crescimento,
proporcionando à sociedade melhores condições de moradia e emprego.
Toda empresa seja qual for seu porte: pequeno, médio ou grande, apresenta uma
estrutura interna formada por hábitos e rotinas instituídas pelos indivíduos que dela fazem
parte. Todos os dias ocorrem problemas em suas atividades diárias, que precisam ser
solucionados. Para tanto, os gestores precisam de um sistema de informação apto a supri-los
das informações úteis e oportunas ao processo decisório.
O Sistema de Informação é um conjunto de componentes inter-relacionados que
coleta, processa e distribui informações de diversas naturezas, no intuito de apoiar a tomada
de decisões dos gestores de uma organização. Conforme Oliveira (2002, p. 98), “é por meio
do sistema de informações que fluem as informações, permitindo o otimizado funcionamento
da empresa”.
Na concepção de Laudon e Laudon (2004), o Sistema de Informação (SI) auxilia os
gerentes a monitorar o desempenho atual da empresa e a prever o desempenho futuro,
possibilitando assim que os gerentes intervenham quando as coisas não estiverem indo bem,
ou seja, é essencial para o controle operacional da empresa.
A participação dos usuários no desenvolvimento de Sistema de informação.
As abordagens tradicionais de desing de sistemas de informação computadorizadas fundamentam-se em certos pressupostos técnicos que geralmente não englobam fatores sociais e psicológicos da organização na qual o novo sistema será implatando. Os custos de se ignorar tais fatores são as vezes altos, pois usuários insatisfeitos podem resistir ao uso do sistema. Ou usá-lo de uma maneira diferente daquela para a qual foi originalmente projetado. As limitações das metodologias de desing tradicionais têm sido mitigadas pela adoção de metodologias soft, que baseiam-se na idéia de que somente a participação continua dos usuários no desenvolvimento do novo sistema pode evitar, problema futuros, pois são os usuários – e não o analista- que detêm o conhecimento especializado do seu trabalho, que é necessário para a construção de um sistema de alta qualidade e portanto, produtivo.Sis )
Impacto Organizacional de Sistemas Computadorizados e DP
lNão Iremos passar o real sentido de “Impacto Organizacional”, e sim do ponto de vista do DP e com relação aos requisitos dos usuários.
lA organização pode querer aumentar a velocidade da produção por meio do sistema enquanto o usuário pode ter como prioridade o melhoramento da qualidade de sua condição de trabalho, desempenhando sua tarefa com mais precisão.
Conclusão
O alvo final do DP é melhorar a qualidade de vida dos funcionários na organização por meio do enriquecimento de seu trabalho, usando a tecnologia para contribuir na realização deste alvo, e não usando-a só por usá-la.